Quarta-feira, 19 de Junho de 2013
por José Meireles Graça

Se fosse convidado pela Caritas a pronunciar-me sobre o problema do cancro da próstata, confessar-me-ia preocupado com a incidência do fenómeno, não porque acredite que o problema tem sido descurado, mas por defender que não deve ser objecto de descaso.

 

Isto sem esconder que esta é uma matéria para o plano médico, não para mim que estou mais virado para fabricar frigoríficos, ainda que não deixe de avisar que se o problema não for encarado fica por resolver.

 

Adiantaria ainda que, sem prejuízo do que antecede, o assunto em apreço me lança num estado de grande aflição, pelo que defendo mecanismos que mitiguem o impacto do processo de tratamento.

 

Para mim, é evidente que há pessoas, umas mais velhas e outras nem tanto, que vão sofrer um tratamento radical sem retorno, o que obriga à criação de condições para que possam retornar.

 

E, dever cumprido, creio que mereceria o aplauso de quem, com a atenção que mereço, me estivesse a ouvir.

 

Isto diria eu, se ganhasse a vida a dizer coisas.


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2 comentários:
De Carlos Faria a 19 de Junho de 2013 às 12:56
Pois... agora percebo por que o Presidente do Tribunal de Contas com insígnias da Caritas ao pescoço e à porta de algo declarava na TV que o Tribunal de Contas iria fazer a sua obrigação perante os pagamentos das ppp... é o que dá estar sempre disponível para falar, mesmo que seja como convidado da Caritas.


De José Meireles Graça a 19 de Junho de 2013 às 15:30
"... à porta de algo..." Eheheh


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