Terça-feira, 2 de Julho de 2013
por jfd

Este dia ficará para a história. Pela loucura de comentadores, jornalistas e políticos. Pelo povo de boca aberta.

Amanhã continuaremos com a troika, com a necessidade de recuperação económica e financeira e a vital reforma do Estado.

De todos os atores de hoje destaco a hombridade, lealdade e seriedade para com Portugal e a sua missão como chefe do Governo de Pedro Passos Coelho. Conta comigo, eu acredito.

 

Pela negativa, e com muito asco, lamento o jornalismo e o ruído de fundo que temos neste Portugal.

 

Portugal está primeiro!

Espero que se tenha lembrado disso hoje.


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7 comentários:
De jfd a 2 de Julho de 2013 às 20:47
DECLARAÇÃO DO PRIMEIRO-MINISTRO AO PAÍS
02.07.2013

O País foi surpreendido pelo pedido de demissão do sr. dr. Paulo Portas, Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros e Presidente do CDS-PP.

Eu próprio tenho de manifestar a minha surpresa. Quando ontem propus ao sr. Presidente da República a dra. Maria Luís Albuquerque para Ministra das Finanças, e os seus Secretários de Estado, que incluem um membro do CDS e que tinha sido confirmado pelo dr. Paulo Portas, os acontecimentos de hoje eram evidentemente impensáveis.

É agora claro para todos os Portugueses que a ameaça da instabilidade política, nas atuais circunstâncias, comporta riscos para o País que ninguém pode desejar e que teria consequências muito pesadas.

Seriam dois anos de um grande esforço de todos, de sacrifícios que todas as famílias conhecem, que seriam deitados por terra.
Seria recusar incompreensivelmente os primeiros sinais de viragem que estão finalmente a chegar de forma ainda tímida mas consistente.

Por tudo isto, e pelo facto de o sr. Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros ser Presidente de um partido que suporta o Governo, seria precipitado aceitar esse pedido de demissão. Não pedi, portanto, ao sr. Presidente da República a exoneração do sr. Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros.
Numa democracia madura, um Governo de coligação que goza do apoio de uma forte maioria dos representantes do povo não pode ser posto em causa a não ser por divergências de enorme gravidade.

Desde o início que sempre tentei transmitir a todos os Portugueses e a todos os agentes políticos a necessidade imperiosa de colocarmos a prudência, a cabeça fria e o sentido de Estado acima de tudo o resto. Quando começámos este caminho a situação era muito difícil, e as dificuldades ainda não terminaram. Talvez agora todos estejam mais conscientes das exigências que circunstâncias tão delicadas como as nossas impunham. Mas são precisamente esses momentos definidores que mais apelam à serenidade.

Da minha parte poderão contar sempre com essa serenidade. Lucidez nos momentos de crise não é insensibilidade, mas um dever político comum a todos. Comigo o País não escolherá um colapso político, económico e social. Há muito trabalho pela frente e temos de colher os frutos do que semeámos com tanto esforço. O País está primeiro. Esta é uma questão de consciência e de convicção. Os tempos não exigem menos do que isto. E aqui o Primeiro-Ministro representa a esperança de todos os Portugueses de fechar o Programa de Ajustamento e construirmos uma sociedade mais próspera e mais justa.

Quero também dizer-vos que precisamos de clareza. Isso significa que assumo como minha a missão de esclarecer todas as condições de apoio político junto dos partidos que suportam o Governo. Não depende apenas da minha vontade resolver definitivamente este problema. Mas ambos os partidos têm a obrigação de não desiludir o País. Em conjunto, teremos de esclarecer o sentido do pedido de demissão do Ministro de Estado e

dos Negócios Estrangeiros no contexto mais amplo possível: no contexto do nosso projeto comum e no contexto dos perigos que conseguimos evitar.

Essa clareza é também fundamental para manter a credibilidade e confiança internacionais que já conquistámos. Por essa razão irei manter a minha participação amanhã num encontro em Berlim que conta com os chefes de Estado e de Governo da União Europeia e onde continuarei a lutar pelos interesses de Portugal.

Nas próximas horas procurarei junto do CDS clarificar e garantir todas as condições de estabilidade para o Governo e para o País para prosseguirmos a estratégia de superação da crise nacional, agarrarmos um novo ciclo de prosperidade que os Portugueses merecem, e darmos sentido ao grande esforço e sacrifícios de todos. É minha convicção que, sejam quais forem as divergências que estão na base da atual crise, saberemos ultrapassá-las em nome do interesse de Portugal. Estamos cientes de que um Governo de coligação é um compromisso permanente.

É dessa clareza que falo e é essa clareza que espero.

Assumo essa missão com a mesma determinação que desde a primeira hora confrontei todas as adversidades.

Nesse sentido, também eu serei claro. Não me demito. Não abandono o meu País. Abraço, como sempre abracei, o serviço ao meu


De falcão a 2 de Julho de 2013 às 22:29
Uhf, que azáfama! O pai à espera dele em Vila Real, e o ingrato, Não!, Não vou, pronto. Quero ser primeiro ministro, não andei tantos anos a estudar pra isto… Ó pai, ó mãe, o Gaspar é mau, o Paulo não gosta de mim, mas eu quero brincar, pronto. Se não for com eles brinco sozinho. Mas daqui não saio. Não saio, não saio, não saio, pronto!
- Ó filho, não sejas malcriado. Anda pra casa e depressa, ou ainda levas dois tabefes, ãh!?!?


De jfd a 2 de Julho de 2013 às 23:08
Idiota!
e antes de responder consulte o significdo....


De jo a 3 de Julho de 2013 às 00:17
Veja com atenção.
Não foram jornalistas que se demitiram por não terem confiança no governo. Foram ministros.
Não foram os jornalistas que inventaram que em três dias se demitiram quatro ministros. Foram os ministros que se demitiram.
Pretender que está tudo bem e continuar como se nada fosse não será negar a realidade?


De jfd a 3 de Julho de 2013 às 00:23
Quer mesmo falar sobre isso?
Foram os jornalistas e os comentadores que alimentaram os não assunto. Tem duvidas?


De margarida soares franco a 3 de Julho de 2013 às 00:50
A CS nem tem nada a ver com isto, pois não ???


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