Quarta-feira, 24 de Julho de 2013
por jfd

Uma medida de 2007 foi finalmente enviada aos sindicatos, sendo negociada no final da semana. Desejo eu que seja aprovada sem muita fanfarra.

 

Todos os professores contratados vão ter de passar a realizar uma prova de acesso à carreira, a partir de Janeiro de 2014. Além disso, só os professores com mais de 14 valores na prova são considerados como aptos e podem dar aulas.

Economico


Deixo aqui dois pontos:
1) Obviamente que é uma medida que faz todo o sentido e não compreendo todo o ruído à sua volta. Velhos do Restelo, digo eu.
2) O que diz dos professores de carreira quando apenas os contratados têm de provar os seus conhecimentos? Fosse eu um deles, quereria também ser avaliado assim. Afinal a profissão é a mesma. Mas a distinção é apenas aquela que é o maior calcanhar de Aquiles da nossa sociedade - o vínculo laboral ao Estado.


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5 comentários:
De kelly a 24 de Julho de 2013 às 16:59

Governo sério e rigoroso... o nosso novo ministro.

Foi uma das revelações com mais impacto no espólio de 800 telegramas da embaixada norte-americana em Lisboa revelados há dois anos pelo Expresso e que fazem parte do acervo de uma das maiores fugas de informação protagonizadas pelo Wikileaks.

Num relatório enviado a 15 de dezembro de 2008 para o Departamento de Estado em Washington pelo então embaixador dos EUA em Portugal, Thomas Stephenson, Rui Machete era arrasado pela forma como geriu ao longo de duas décadas a Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD), visto como "suspeito de atribuir bolsas para pagar favores políticos e manter a sua sinecura".

O embaixador norte-americano, nesse telegrama, argumentava que "chegou a hora de decapitar Machete" com base, entre outras coisas, no facto de a fundação "continuar a gastar 46% do seu orçamento de funcionamento nos seus gabinetes luxuosos decorados com peças de arte, pessoal supérfluo, uma frota de BMW com motorista e 'custos administrativos e de pessoal' que incluem por vezes despesas de representação em roupas, empréstimos a baixos juros para os trabalhadores e honorários para o pessoal que participa nos próprios programas da FLAD".


De jfd a 24 de Julho de 2013 às 22:16
Que pena que o comentário nada tem que ver com o post... Mas obrigado.
E opinião sobre o que eu escrevi?


De jo a 24 de Julho de 2013 às 23:31
Seria uma boa maneira de despedir à la carte. Crio um exame que versa sobre qualquer coisa tão vaga como cultura geral, e seguidamente despeço os que têm mais de 14.

Talvez saia esta pergunta de cultura geral:
Se um gestor tiver 3 vagas para colocar pessoal deve abrir um concurso para 45 000 candidatos?
Deve fazê-lo mesmo chamando candidatos que sabe não terem aptidões para o quadro?
Se se descobrir que o gestor abriu um concurso falso para enganar o público, deve ou não deve ser pessoalmente responsabilizado pelos custos do concurso?


De jfd a 24 de Julho de 2013 às 23:41
E o problema é?


De jo a 26 de Julho de 2013 às 15:22
O triste é que uma pessoa que se apresentou como o paladino do rigor antes de ser ministro, demonstra ser capaz de torrar dinheiro em concursos falhados e exames falsos para conseguir ganhos políticos.
O nosso ministro do rigor até hoje só conseguiu desmentir-se a si próprio.


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