Terça-feira, 13 de Dezembro de 2011
por Ricardo Vicente

Já escrevi que o pior do pacto de estabilidade orçamental é não responder aos problemas actuais e presentes da zona euro. A parte relativa aos impostos (ainda que duvide e espere que acabe por não avançar) é também bera (o mesmo que "lixado" segundo a Porto Editora). O objectivo é reduzir a competição fiscal, isto é, forçar os países que felizmente ainda têm algumas taxas de impostos baixas a subi-las. Tudo com o fito em aumentar a competitividade relativa de uma Alemanha, França e Itália face, por exemplo, a uma Holanda, Irlanda ou Estónia.

 

O imposto sobre as transacções financeiras é um erro muito grande: em tempos em que a predominância relativa da Europa decresce, não se percebe mais este passo no sentido da menor competitividade. No mundo globalizado (desculpem lá o cliché), as regiões mundiais que mais proíbem e tributam são as que mais perdem (como já tinha escrito aqui a propósito de uma outra destas várias cimeiras).

 

P.S.: A soberania fiscal está em risco. Sobre isso, ler estes três textos.


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