Sexta-feira, 7 de Setembro de 2012
por jfd

 


tiro de jfd
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31 comentários:
De Joao Palmeira a 7 de Setembro de 2012 às 22:55
jfd,não sejas aldrabão,pá.


De Pedro Almeida a 8 de Setembro de 2012 às 00:22
Tenha um pingo de vergonha nessa cara, ó avençado!


De jfd a 8 de Setembro de 2012 às 00:29
Avençado? De? Em?
Caro Pedro, terei todo o prazer em discutir e refutar argumentos. Vamos nessa?

Ou fica-se por potenciais calunias?


De Pedro Miguel Rodrigues a 8 de Setembro de 2012 às 00:34
Esta imagem é de uma profunda... Enfim, nem comento... Oh Jorge, não pensava que entrarias neste jogo...


De jfd a 8 de Setembro de 2012 às 00:37
Qual jogo? O da verdade?
Explica-me?


De Angelo Silveira Pereira a 8 de Setembro de 2012 às 00:37
Exmo(a) Sr(a). jfd
Não é esta a forma de honrar a política portuguesa.
A res pública e o nosso país (nosso, de todos por igual) suplicam por elevação e humilde serviço daqueles que foram eleitos para tão nobre missão.
Cumprimentos

Angelo Silveira Pereira


De jfd a 8 de Setembro de 2012 às 00:41
Obrigado Exmo Angelo.
O meu nome é Jorge. O que aí está impresso em nada difere da verdade. Factual. Lamento que não lhe agrade.


De bush of god a 8 de Setembro de 2012 às 00:47
Então explica lá como é que um oportunismo do governo -concretizando a ansiada descida da Taxa Social Única - tem a ver com o que os merd*s da imagem pediram ao TC.

Se o corte de um subsídio dos privados revertesse, em linha reta, para as contas do Estado, ainda te poderia dar razão; agora, quando esse corte corresponde a uma descida das contribuições das empresas... vai lá embarretar outros.

Já agora, como é que tu podes apoiar uma medida que é inconstitucional?


De jfd a 8 de Setembro de 2012 às 01:04
Apoio medidas para o futuro das gerações vindouras. Essas que nada têm que têm que ver quer com os nossos excessos quer com uma constituição empoeirada e com teias de aranha....


De bush of god a 8 de Setembro de 2012 às 01:13
Generalidades! Bah!

Ainda assim, por caricatura, se considerares que a instauração de uma ditadura será benéfica para as gerações vindouras, vamos a isso!

Quando falas em «nossos excessos», deves estar a falar de ti e da tua família e amigos. Mas «excesso» tanto pode ser «para cima», como «para baixo».

Daqui a menos de um ano, cá estaremos com eleições no horizonte, ou com novas medidas engendradas para tapar a desgraça da recessão e do desemprego.


De jfd a 8 de Setembro de 2012 às 01:16
Nossas , ergo; desde os dinheiros comunitários da era Cavaco.
Generalizo ? Sim. Não estou a exaustar com fundamento num estudo ciêntifico.
E ditadura é escolha tua.


De bush of god a 8 de Setembro de 2012 às 01:19
«Estudo ciÊntifico»? «Exaustar»?

Já vi que estou a perder tempo contigo. Se és licenciado, seguiste o mesmo método do Relvas?


De jfd a 8 de Setembro de 2012 às 01:20
Que não seja perdido mais tempo então. Bom fim de semana.


De Zé da Tasca a 8 de Setembro de 2012 às 08:56
Como é bom justificar os erros e incapacidades com as asneiras dos outros, só não vê quem tal quer e o resto é treta.


De Zé da Tasca a 8 de Setembro de 2012 às 08:57
corrigido: Como é bom justificar os NOSSOS erros e incapacidades com as asneiras dos outros...


De Denis a 8 de Setembro de 2012 às 13:11
JFD, já que foste ao meu FB comentar as piadas, não percebi porque não comentaste este post também, com argumentos sérios e credíveis de um dos mais reputados comentadores financeiros de toda a TV:

http://sicnoticias.sapo.pt/economia/2012/09/07/estas-medidas-sao-um-erro-diz-jose-gomes-ferreira?fb_action_ids=10151025578121431&fb_action_types=og.likes&fb_source=aggregation&fb_aggregation_id=246965925417366


De jfd a 8 de Setembro de 2012 às 13:13
José Gomes Ferreira ???
Hhahahahahhahahahahahhahahahahaha


De Denis a 8 de Setembro de 2012 às 13:20
Hahahahahahaha parece-me um contra-argumento muito sólido, permite-me que contra-contra-argumente:

Hihihihihihihihihihihihi

E faça sobre-exclamatização, ao invés de sobreinterrogação:

JGF!!!!


De jfd a 8 de Setembro de 2012 às 13:24
jfd obrigado


De Pedro Miguel Rodrigues a 8 de Setembro de 2012 às 14:30
É o típico jogo da política degenerada, que se baseia em soundbites e que usam da oratória e revertem-na para a colocar em termos demagógicos. Lá se vai os velhos bons tempos da política ateniense e romana onde a retórica era o modus da Política. Enfim...

Já disse isto e direi sempre: a decisão do TC, juridicamente, é um perfeito absurdo e apenas prova a sua inutilidade prática. Em termos económicos e financeiros, é um desastre. Mas, daí a dizer que, por causa desta decisão, o PPC disse o que disse, é um exagero, não só de linguagem, como viola as regras do bom-senso. Uma decisão do TC não é fonte de Direito, não é lei, logo, pode perfeitamente ser violada (depois com as consequências naturais, enfim...) e não teria que ser seguida à letra. Depois, usar a decisão do TC como "guarda-chuva" para novas medidas de austeridade é, infelizmente, um erro gravíssimo, uma incúria incompleta.

Esta medida é absolutamente uma atrocidade clamorosa. Aumentar o desconto para a SS e descer a taxa social única? Isto é brincar com o pagode... Para além de que, e espero muito bem, o dinheiro seja APENAS para o orçamento da SS e não como forma transviada de reduzir o défice. O que são coisas bem diferentes...

No fundo, já sabes qual é a minha opinião: o Governo simplesmente não faz o que devia fazer, não vai tão longe como deveria ir. E, mais uma vez, mais uma solução através da receita (porque, quer tu queiras, quer não, isto é um aumento da carga fiscal, retirando dinheiro à actividade privada), e não uma solução através da despesa. E não vale a pena dizeres a ladaínha habitual (PP's, rendas. bla bla bla): despesa = funções do Estado. E aqui, nem uma linha...

Não, prefere-se criar imagens destas profundamente demagógicas. É por estas e por outras que emigrar é uma solução inteligente. Já não há paciência para esta choldra torpe.


De jfd a 8 de Setembro de 2012 às 17:07
Ora aqui está uma fundamentada opinião. Obrigado pela mesma!


De Pedro Miguel Rodrigues a 8 de Setembro de 2012 às 23:09
Se ainda respondesses à letra para desenvolver o raciocínio...


De Denis a 10 de Setembro de 2012 às 01:32
Ele só responde à letra quando as opiniões não são bem fundamentadas.

Ora, caro JFD, para te avivar a memória das menti... contradições do actual 1º:

http://www.youtube.com/watch?v=86BZjm0yU78&feature=player_embedded

Have fun!


De Denis a 10 de Setembro de 2012 às 01:55
E esta, hem?

https://www.youtube.com/watch?v=gNu5BBAdQec

SADOF... muito bom. Não repetir os erros do passado... SADOF.


De jfd a 10 de Setembro de 2012 às 09:22
Pedro não posso discutir contigo Direito. Tu és especialista eu sou um treinador de bancada.

Quanto às medidas tens razão naquilo que dizes. Mas como já aqui escrevi estamos a falar de pouco mais de um ano. Como se mudam vícios de uma jovem democracia em pouco mais de um ano?
Quando esses vícios , batotas e corrupção está mais que instalada?
Quando para mudar qualquer coisa que seja em PT tem quase de se pedir que o céu e a terra mudem de lugar?
PPC disse que se lixem as eleições, e muito bem dito.
E a prova está numa governação coerente com o contexto.

Podem-me disponibilizar mil links de coisas e promessas ditas. Eu vivo no agora e penso no depois. Claro que temos de aprender com o passado; principalmente com os erros. Mas está-se a fazer o que é necessário.

O discurso do presidente francês de ontem foi uma coisa indescritivel. Dia 28 apresentará o seu Orçamento. Vamos ver qual a receita certa.

No entanto, faz-nos o favor de continuar com o teu raciocínio que é apreciado.


De Pedro Miguel Rodrigues a 10 de Setembro de 2012 às 13:57
Caro Jorge, naturalmente que não vou discutir Direito contigo, não porque considere que não tens capacidade para tal, mas sim porque, naturalmente, ser-te-á mais difícil acompanhar o meu raciocinio sem teres a mesma formação. O que é algo normal, não é por ai e não te torna menos qualificado do que eu: que deixe isto bem claro.

Sim, é verdade, não se pode alterar num ano os problemas dos últimos 20 anos, ou melhor, se pensares de uma perspectiva cultural, já desde os Romanos que tiveram a esperteza de dizer sobre os Lusitanos: "não se sabem governar, nem se deixam governar" (mais coisa, menos coisa isto).

Mas o facto de ser mais de um ano, e ser o segundo orçamento da exclusiva responsabilidade de feitura e execução deste Governo (disclaimer: votei no PSD, se bem que contrariado, por falta de alternativas coerentes com o meu pensamento político), não serve de desculpa para fazer o que já devia ter feito, ou melhor, ter iniciado. Qualquer reforma profunda nunca tem efeitos imediatos, e quem pensa o contrário, ou é ignorante, arrogante, hipócrita ou demagógico.

Dizes-me para desenvolver o raciocinio: muito bem. O Estado Social está à beira da falência: acabou o belo mundo dos 60's, não há crescimento demográfico nem económico. O esquema actual da SS equivale a um esquema de Ponzi, ou em termos nacionais, o esquema da D. Branca, é tão claro quanto isto, por mais pormenores que se meta pelo meio. Com a pirâmide demográfica totalmente invertida, é uma questão de tempo até a SS explodir pela base. Três opções: fica como está e assiste-se à explosão, privatização parcial ou privatização total da SS.

SNS: o mesmo lógica se aplica, se bem que diferenças assinaláveis. Um sistema que se pretende gratuito, tem que ser um sistema baseado num crescimento infinito económico por parte do País em questão para que haja dinheiro suficiente para a sua sustentabilidade. Não havendo esse dinheiro, das duas uma: ou pede-se emprestado para continuar como está; ou diminiu-se os custos até um nível aceitável. De qualquer das formas, a diminuição da qualidade, infelizmente, é uma consequência inevitável.

Estado: total reformulação das suas funções, retirando-se de onde simplesmenta não faz falta. Leia-se, Economia. O Estado deve ser só meramente regulador e não produtor, deve assegurar o cumprimento mínimo das regras e, acima de tudo, respeitar algo que vem antes do Estado: a liberdade individual e a propriedade privada. Impostos: pessoalmente prefiro uma flat rate.

E aqui tens o desenvolvimento: ideológico, sempre, mas sem ideologia não se vai a lado nenhum.


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