Segunda-feira, 8 de Abril de 2013
por João Espinho

 

Foi a melhor e mais eficiente comunicação de Passos Coelho desde que é Primeiro-Ministro. Não deixou margens para dúvidas: “não há dinheiro!” Haverá muita gente que não entendeu a mensagem, pois estava à espera que Passos Coelho prolongasse a crise política. Sem referir detalhes, Passos Coelho anunciou:
- Despedimentos na função pública;
- Reduções das pensões;
- Subida das propinas no superior;
- Aumentos das taxas moderadoras;
- Diminuição nas comparticipações dos medicamentos.

 

Isto é para fazer já. O que vier depois, será ainda mais doloroso. Para os que aplaudiram as decisões do Tribunal Constitucional, a resposta não se fez esperar. Até o Seguro ficou mudo. Não era ele que queria eleições? Esperemos que haja juízo, para que o poço não seja mais fundo.

(também no Praça da República


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1 comentário:
De xico a 8 de Abril de 2013 às 22:30
Uma medida já para reduzir a despesa do estado: a retirada imediata daquelas sanefas horríveis da sala, e vendê-las na loja do Chinês de Campo de Ourique. Com o dinheiro comprava um pavão e comida, porque o que lá havia deve ter morrido de fome, pois não o ouvi durante o discurso do senhor PM. Os pavões são óptimos para exterminar os caracóis do jardim. É só poupança.


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