Segunda-feira, 29 de Julho de 2013
por Maurício Barra

A transferência da energia para o Ambiente entusiasmou Mexia, porque permitirá que continue a mexer na co-geração à moda de Sócrates. Com os Portugueses a pagar, claro. E, para “épater les bourgeois”, eventualmente aparecerá  um descontozito de 3 a 5% na factura para a indústria pesada.

Transformar a conta energética em factor de aumento da competitividade da economia nacional, isso, está de regresso ao Canadá. 


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por Pedro Correia

«O homem ideal é aquele que é capaz de dar o seu pedaço de pão de cada dia, já de si irrisório, e de o cortar ao meio para ajudar alguém que está numa situação física muito pior que a sua.»

Jorge Semprún


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Domingo, 28 de Julho de 2013
por Luís Naves

Por vezes, lembramos pedaços de romances que lemos no passado. Essas memórias podem ser caprichosas e levar-nos por associações impensáveis. É o tema do texto que podem ler aqui...


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por Alexandre Poço

"No caso dos políticos ansiosos por dar nas vistas, a solução não é tão simples. Tal como aconteceu há tempos ao Presidente da República, não seria adequado pedir a António José Seguro que, a fim de se livrar dos espiões imaginários de que suspeita, desista da liderança do PS. Aliás, é justamente por tanta gente sonhar com o seu abandono da dita liderança que o dr. Seguro decidiu jogar a cartada das "escutas", incluindo queixa à Procuradoria- -Geral. O resultado pretendido é óbvio, leia-se passar a ideia de que, se a direcção socialista é vigiada, a direcção é importante e "incómoda" (no sentido futebolístico do termo:

"Sabemos que o Moreirense incomoda muita gente"). O resultado obtido fica um bocadinho aquém: torna-se evidente que o dr. Seguro se sente acossado dentro do partido e, após a edificante rábula da "salvação nacional", pouco admirado fora dele.

 

Em vez de uma prova de prestígio, o imaginário Watergate do Largo do Rato sugere certo desespero. Isto se mantivermos os pés no chão e tomarmos a história pelo que vale: nada. Mas suponha-se, por dois minutos e mero absurdo, que as "escutas" do Rato existem de facto. Então, o caso assumiria enorme gravidade, exigindo intervenção eficaz e a detenção urgente dos perpetradores. Não para os punir, mas para os tratar. Se houvesse à face da Terra uma única criatura interessada em ouvir as conversas mantidas pelo dr. Seguro e respectivo séquito, esse infeliz careceria de ajuda especializada e imensa compaixão. Pelo amor de Deus: a cada intervenção pública do estado-maior socialista há militantes (nem me refiro aos populares desprevenidos) que, sempre que não adormecem, tentam cortar os pulsos. Que espécie de desarranjo mental seria necessário para espiolhar deliberadamente as intervenções privadas daquela gente? A medicina ainda não sabe. Se soubesse, o dr. Francisco George teria emitido um alerta a propósito."

 

Alberto Gonçalves no Diário de Notícias


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por Pedro Correia

«No combate entre ti e o mundo, secunda o mundo.»

Kafka


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Sábado, 27 de Julho de 2013
por Pedro Correia

«O mito é o nada que é tudo.»

Fernando Pessoa


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Sexta-feira, 26 de Julho de 2013
por Rodrigo Saraiva

Já há foto deles com o Manuel Pinho?


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por Dita Dura

Entrei na rede social Twitter há mais de três anos com o nome Dita Dura. Em pouco tempo comecei a ter algum sucesso e passados alguns meses já era uma das contas portuguesas com mais seguidores. Falando de tudo e de nada, misturando assuntos sérios com piadas sem sentido, desenvolvi um personagem assente num humor extremamente cáustico e assertivo. Tentei também provar que é possível ser crítico e concludente, sem fazer ataques pessoais ou insultos gratuitos. Penso que deixei a minha marca ao longo deste tempo e esta convicção deixa-me com o sentimento cumprido de ter divertido, entretido e suscitado reflexões.

 

Amanhã irei revelar a minha identidade, colocando no perfil o meu nome verdadeiro e fotografia. Sei que é um risco, porque acredito que grande parte do sucesso vem deste mistério, mas a verdade é que é um ciclo que se fecha. É uma marca que se foi esvaziando ao longo dos tempos e que não pode ser eterna. Até agora, nunca geri esta situação com planos elaborados e decisões pensadas, mas sim de forma intuitiva e rápida.

 

O meu objetivo foi sempre apenas o de provocar o riso, desviar a atenção dos problemas e sofrimentos da vida, parar um pouco para pensar de forma leve e espontânea. Durante esta viagem pude contar com a gentileza e simpatia dos elogios de uma quantidade infinita de pessoas, que foram a razão desta caminhada ter sido tão longa. A estrada não termina aqui, não conto mudar muita coisa, mas é muito provavelmente o princípio do fim.


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por Joana Nave

Não seremos todos nós um pouco assim: homens simples com gostos complexos?


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por Pedro Correia

«Nenhum homem se pode intrometer entre outro homem e o seu destino.»

William Faulkner


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Quinta-feira, 25 de Julho de 2013
por Alexandre Poço

No governo, em 2011, o PS negociou e colocou no memorando de entendimento a privatização dos CTT (ponto 3.31 do memorando). Hoje, ao fim de dois anos, o governo aprovou, em Conselho de Ministros, o processo de privatização dos CTT. De imediato, o Partido Socialista manifestou-se contra a privatização, afirmando que esta "lesa os interesses nacionais". Se o discurso é inovador, parece vindo do PCP ou da CGTP, a atitude é coerente. Coerente com o comportamento que o PS adoptou nos últimos 2 anos nas relações com a troika - que chamou - e com o memorando - que negociou, assinou e ainda, propagandeou. 


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por Carlos Faria

Desde o início das suas funções de Ministro da Economia que muitos se aproveitaram do seu estilo diferente para o achincalhar e até alguns dos seus críticos abstratamente defendiam o seu modo de ser político: não influênciável, humilde, independente, simpático e com formação reconhecida.

Certo que era evidente que em parte se desabituara ao discurso político que se faz em Portugal, mas bastou ser substituído e imediatamente foi tratado como vítima, reconhecido o seu trabalho e até elogiado por alguns dos seus detratores...

Só tenho pena de me ter sentido tão só quando o defendia no tempo em que ele ainda era ministro e percebia a sua linguagem, deve ser da minha naturalidade Canadiana, mas nunca preferi os elogios póstumos a quem os merecia receber no seu tempo...

Mas é assim Portugal...

 

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por José Meireles Graça

Sentença pr'àqui, sentença pr'à li, mas link é que nicles - só ficamos a saber que tem 180 páginas, mais do que alguns êxitos editoriais.

 

E eu tinha curiosidade de ler a coisa, nem que fosse em diagonal, a ver se percebo como pode justificar-se que um juiz se ache competente para suspender uma decisão política sob pretexto de que

 

"com a transferência para a Estefânia os utentes ficariam pior servidos, uma vez que os blocos operatórios e cuidados intensivos neonatais neste hospital, mesmo com obras, apresentam lacunas técnicas e de espaço. 'A reiterada expressão - divulgada nos meios de comunicação social - de que a MAC não cabe no HDE, refutada pelas requeridas, deixou de ser mera frase, pois o que se apura é que a transferência da MAC implica a redução de prestação de serviços, de que modo e em que circunstâncias, não se sabe', diz a sentença".

 

Vamos admitir que é assim, que há uma efectiva redução de serviços. Ainda que mal pergunte, o Governo não pode reduzir a prestação de serviços públicos, de Saúde ou outros, quando entenda que essa redução é necessária para assegurar a realização de outros bens - equilíbrio de contas públicas, afectação de recursos a outros fins que, erradamente embora, se estimem preferenciais, gestão mais criteriosa de meios e de espaços...nada? Se, por exemplo, o Ministério da Justiça entender amanhã que o tribunal xis deve mudar para instalações menos cómodas, ou mais longínquas, ou menos eficientes, os juízes não saem porque a oferta de Justiça, a que os cidadãos têm direito, pode piorar?

 

Não é isto uma mera decisão política? E, se é, precisamos da AR e do PR para quê? E do voto, e da opinião pública? Bastar-nos-iam os juízes, que não elegemos, para, em havendo interesses públicos ofendidos, segundo a opinião de alguns queixosos, decidirem quem está e não está no torto.

 

Entendamo-nos: eu acho que o cidadão precisa de quem o defenda do Estado e dos poderes de facto. E a única verdadeira garantia dessa defesa é a independência e irresponsabilidade dos juízes. O cidadão, não a colectividade. Que a vida desta é regulada pelo Poder Legislativo e Executivo, segundo regras que resultam de um complicado jogo de interesses, opiniões contraditórias sobre o que é o Bem Público, poderes e contra-poderes - chamamos a isso Política.

 

Que os juízes não deviam fazer. 


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por Fernando Moreira de Sá


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por Luís Naves

Dois excertos de um texto mais desenvolvido sobre o Império Galáctico, publicado aqui.

 

No início dos anos 50, o escritor americano Isaac Asimov (1920-1992) publicou três romances de ficção científica, a que chamou a série Fundação. A obra, com enorme impacto na cultura popular, começou na forma de oito contos publicados numa revista especializada, sendo mais tarde desenvolvido um conceito que pretendia criar todo um universo com cronologia coerente. Na ideia base, que influenciou muitos jovens do seu tempo, estava a “psico-história”, uma ciência nova, desenvolvida pelo matemático Hari Seldon, e que pretendia prever os desenvolvimentos sociais e a evolução histórica.
(...)

Na verdade, o futuro do império não é diferente daquele que espera um pequeno país disfuncional. A evolução parece andar ao contrário: quem esteve com os vencedores, perde; quem apostou nos perdedores, ganha, sendo inelutável a lei de que os interesses resistirão à necessidade de reformas. Enfim, o império apodrece, mas todos dizem que se revigora, e dizem com mais força quando ele apodrece com maior intensidade. Há demasiadas emoções à solta e mesmo assim as equações funcionam. As personagens não controlam o seu destino, mesmo que o poder dê a permanente ilusão da mudança, que é mais um sintoma da doença da ruptura, embora pareça resistência activa a essa ruptura. Temos neste império imaginário um curioso beco-sem-saída: se não mudar, cai; mas se mudar, acelera a queda. O estertor está iminente quando deixa de existir honra, quando a lealdade se torna um perigo para o poder (como demonstra o general Riose, naquele que para mim é o melhor episódio da trilogia).


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por Pedro Correia

«A demissão de Paulo Portas vem acabar de uma vez por todas com a possibilidade de este Governo prosseguir.»

«Pedro Passos Coelho deve demitir-se de presidente do PSD pois não tem condições de liderar o partido nas próximas legislativas [que devem ser marcadas para o dia das autárquicas].»

António Capucho, TVI 24, 2 de Julho

 

«O Governo já estava moribundo. A demissão de Paulo Portas é a estocada final. O Presidente da República deve convocar eleições para a mesma data das autárquicas.»

António Capucho, SIC Notícias, 2 de Julho

 

«O Governo já estava moribundo. Agora está ferido de morte, com a estocada final. Ou o primeiro-ministro é completamente irresponsável ou não percebe, de facto, que não tem condições para governar.»

«Passos Coelho não pode permanecer na liderança do PSD: deve demitir-se e convocar um congresso eleitoral.»

António Capucho, RTP i, 2 de Julho

 

«O Governo está neste momento muito coeso e unido, e a respirar fundo com esta nova dinâmica, porque o PSD tem no Parlamento um conjunto de deputados escolhidos a dedo por Passos Coelho e que se comportam muito bem e disciplinadamente.»

António Capucho, SIC Notícias, 24 de Julho


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por Pedro Correia

«Devemos ter a capacidade de ver que há coisas inviáveis e mesmo assim decidir executá-las de outro modo.»

Scott Fitzgerald


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Quarta-feira, 24 de Julho de 2013
por Fernando Moreira de Sá


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por jfd


Os trocadilhos têm sido por demais estes últimos dias! Não há imaginação que se esgote.

Aqui uma timeline da vida política e pessoal do senhor Weiner.


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por jfd

 

Com 11 anos esta senhora deparou-se com um vídeo de oito segundos no youtube com o título de mulher mais feia do mundo. Tinha mais de 4 milhões de visualizações e milhares de comentários negativos ensinando como se poderia matar e livrar o mundo da sua presença.

Esta senhora, como podem ver no inspirante discurso, deu a volta, dando a outra face. Foi difícil, como diz, mas dentro de si sentiu que Deus a ajudou dizendo - deixa e espera.

É um exemplo de fé, especialmente naquilo que ela é.

A senhora não é definida pela sua doença, mas sim pela sua personalidade e crença em Deus.

Fica aqui partilhado, numa altura em que o Papa visita o país mais católico do mundo. Vamos relembrar a Fé.

Tudo acontece por uma razão.

 

Discurso aqui.


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por jfd

Uma medida de 2007 foi finalmente enviada aos sindicatos, sendo negociada no final da semana. Desejo eu que seja aprovada sem muita fanfarra.

 

Todos os professores contratados vão ter de passar a realizar uma prova de acesso à carreira, a partir de Janeiro de 2014. Além disso, só os professores com mais de 14 valores na prova são considerados como aptos e podem dar aulas.

Economico


Deixo aqui dois pontos:
1) Obviamente que é uma medida que faz todo o sentido e não compreendo todo o ruído à sua volta. Velhos do Restelo, digo eu.
2) O que diz dos professores de carreira quando apenas os contratados têm de provar os seus conhecimentos? Fosse eu um deles, quereria também ser avaliado assim. Afinal a profissão é a mesma. Mas a distinção é apenas aquela que é o maior calcanhar de Aquiles da nossa sociedade - o vínculo laboral ao Estado.


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por Pedro Correia

«A luta do homem contra o poder é a luta da memória contra o esquecimento.»

Milan Kundera


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Terça-feira, 23 de Julho de 2013
por Luís Naves

No post seguinte é citado Rudolfo Rebelo, que tenta refutar a ideia de que os cortes na despesa terão um efeito recessivo equivalente ao seu dobro. Concordo com RR. Esta conversa já aborrece. Os multiplicadores orçamentais usados pelo governo têm sido adequados, como se pode ver nos gráficos do FMI e no relativo acerto nas previsões sobre crescimento, nos últimos dois anos.

A discussão é estéril e contaminada pela propaganda, nomeadamente pela ideia falsa de que todas as estimativas falham.

O Banco de Portugal rectificou as suas previsões sobre o crescimento em 2014 após introduzir o impacto recessivo dos cortes conhecidos. De 1,1% passou-se para apenas 0,3%. Ou seja, o efeito recessivo adicional das medidas em 2014 será de 0,8% do PIB (1,3 mil milhões de euros), a somar ao que já tinha sido incorporado nos cálculos.

O Banco de Portugal é uma instituição respeitável, independente e a melhor referência em previsões sobre a economia portuguesa. A realidade mostra que não existe nenhuma espiral recessiva, apenas a espiral do pessimismo militante e cego que continua a iludir a opinião pública.

 

Aqui, outro texto sobre a questão do protectorado e o verdadeiro dilema que se coloca a Portugal


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por Alexandre Poço

"Vem, a propósito, de um "comentador" que insiste em ser sociólogo, economista, politólogo e doutrinário, qual Mikail Suslov, junto dos socráticos socialistas. Diz esta alminha que o corte dos 4,7 mil milhões de euros é "economicamente estúpido" e invoca como testemunho um qualquer estudo para garantir que, em 2014, este corte provocará uma queda de 9,4 mil milhões de euros no PIB.
Bem, vamos ao que existe. Entre 2010 e 2012 a despesa orçamental foi cortada em mais de 11 mil milhões de euros. Dou de barato e ofereço mais um ano, o de 2013. Nestes anos, o PIB (ou seja, pela "óptica do rendimento" o somatório anual dos salários, lucros, rendas, juros ganhos, etc) não cairá 9 mil milhões de euros... Espanto?


Então, vejam: o PIB já cai desde meados de 2010, tendo a economia entrado em recessão no início de 2011, ainda com Sócrates em São Bento! Ou seja, mesmo com os 11 mil milhões de euros "em circulação" - agora "sugados ao consumo" - o PIB já estava a estatelar-se... e assim continuaria! O País falia, os cofres do IGCP estavam à míngua e tiveram de chamar a troika para pagar salários, pensões e reformas!
É isto que os socráticos nunca entenderão: injectavam gasolina e o motor... gripava. Descontrolados, bateram na parede.
Agora anuncia-se que no II trimestre deste ano a economia terá dado a volta, interrompendo dez trimestre recessivos (inicados por Sócrates, repito).
Os socráticos estão atarantados! Isto é demais. Então corta-se na despesa e a economia cresce? Mau...


Pois. Não digo que o corte da despesa não possua efeitos recessivos no imediato. A alteração do modelo estrutural da economia, com base em sectores exportadores ou de substituição de importações, é algo que demora a dar resultados. Mas, ao mesmo tempo, a despesa não reprodutiva que é subtraída à economia não gera mais défice orçamental e mais dívida pública do Estado, para além de ter efeitos benéficos nas contas externas. Ora, é isso que se está a assistir, com sacrifícios, diga-se."


Rudolfo Rebelo no seu perfil no Facebook


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por Pedro Correia

«Uma retirada a tempo é uma vitória.»

Napoleão


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Segunda-feira, 22 de Julho de 2013
por Pedro Correia

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análise política (parte 1)

a política portuguesa está transformada num conjunto de declarações hipócritas e carregada de promessas vãs. os deputados dão diariamente um espectáculo deplorável ao país com divergências e incompatibilidades que não conduzem a lado nenhum. o governo está morto só falta fazerem-lhe o funeral e é bom que isso aconteça rapidamente porque já não se aguenta o mau cheiro. as sucessivas trapalhadas condenaram o executivo ao fracasso ao ponto de todos sentirmos muitas saudades do santana lopes. ninguém percebe por que motivo o primeiro-ministro ainda não se demitiu. os políticos não conseguem apresentar uma solução coerente aos cidadãos. o presidente da república é um incapaz. enterrou o governo mas já se percebeu que não tem nada para dizer. ninguém percebe por que motivo o presidente da república ainda não se demitiu. ele e os outros todos só são capazes de fazer jogos florais. todos os partidos chegaram a um estado de degradação lamentável. a oposição também é péssima. a política falhou. a classe política enlouqueceu. ninguém percebe por que motivo os líderes dos partidos da oposição ainda não se demitiram. não há soluções boas nem más. agora só há soluções péssimas. o país já foi ao fundo.

salve-se quem puder.

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análise política (parte 2)

os políticos não conseguem apresentar uma solução coerente aos cidadãos. o presidente da república é um incapaz. enterrou o governo mas já se percebeu que não tem nada para dizer. ninguém percebe por que motivo o presidente da república ainda não se demitiu. ele e os outros todos só são capazes de fazer jogos florais. todos os partidos chegaram a um estado de degradação lamentável. a oposição também é péssima. a política falhou. a classe política enlouqueceu. ninguém percebe por que motivo os líderes dos partidos da oposição ainda não se demitiram. não há soluções boas nem más. agora só há soluções péssimas. o país já foi ao fundo. a política portuguesa está transformada num conjunto de declarações hipócritas e carregada de promessas vãs. os deputados dão diariamente um espectáculo deplorável ao país com divergências e incompatibilidades que não conduzem a lado nenhum. o governo está morto só falta fazerem-lhe o funeral e é bom que isso aconteça rapidamente porque já não se aguenta o mau cheiro. ninguém percebe por que motivo o primeiro-ministro ainda não se demitiu. as sucessivas trapalhadas condenaram o executivo ao fracasso ao ponto de todos sentirmos muitas saudades do santana lopes.

salve-se quem puder.

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análise política (parte 3)

ninguém percebe por que motivo o primeiro-ministro ainda não se demitiu. as sucessivas trapalhadas condenaram o executivo ao fracasso ao ponto de todos sentirmos muitas saudades do santana lopes. os políticos não conseguem apresentar uma solução coerente aos cidadãos. o presidente da república é um incapaz. enterrou o governo mas já se percebeu que não tem nada para dizer. ninguém percebe por que motivo o presidente da república ainda não se demitiu. ele e os outros todos só são capazes de fazer jogos florais. todos os partidos chegaram a um estado de degradação lamentável. a oposição também é péssima. a política falhou. a classe política enlouqueceu. ninguém percebe por que motivo os líderes dos partidos da oposição ainda não se demitiram. não há soluções boas nem más. agora só há soluções péssimas. o país já foi ao fundo. a política portuguesa está transformada num conjunto de declarações hipócritas e carregada de promessas vãs. os deputados dão diariamente um espectáculo deplorável ao país com divergências e incompatibilidades que não conduzem a lado nenhum. o governo está morto só falta fazerem-lhe o funeral e é bom que isso aconteça rapidamente porque já não se aguenta o mau cheiro.

salve-se quem puder.


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por José Meireles Graça

Boa tarde Sra. Dra. xxxxx xxxxx.

 

Antes de mais, os nossos penhorados agradecimentos pela resposta, tanto mais devidos e penhorados quanto o tempo decorrido (mais de 6 meses) nos levou a pensar que esse serviço teria sido, no âmbito das reformas do Estado, extinto, ou teria havido óbitos ou outros imponderáveis  que impedissem uma resposta tempestiva. Não foi, pelos vistos, assim, e pelo facto damos graças a Deus, no caso de todos se encontrarem de perfeita saúde, e à tróica, visto que a ANACOM ainda existe, para conforto dos clientes das operadoras de telecomunicações.

 

O incidente com a Vodafone foi já há algum tempo resolvido. Pedimos licença para narrar com indisfarçável satisfação o sucedido: Deu-se a feliz circunstância de, pouco antes de expirar o período de fidelização, a Vodafone nos ter abordado para efeitos de renovação de contrato. Significámos ao representante daquela prestigiada empresa a nossa relutância em renovar contratos com uma quadrilha de ladrões, ponto de vista porventura retórico e excessivo, mas que a Vodafone aceitou com equanimidade, visto que prontamente anulou os débitos que abusivamente vinha fazendo, tendo-nos creditado os que já havia feito e que foram objecto da nossa reclamação junto de VV. Exªs.

 

Tudo está bem quando acaba em bem. Não fora esse o caso e teríamos ainda que enviar cópias de documentação, conforme o que o e-mail de V. Exª agora nos diz. E essa obrigação causar-nos-ia algum embaraço, não porque a documentação não exista, mas por nos parecer que uma entidade de supervisão não tem que duvidar do que o consumidor lhe diz, o supervisionado é que tem que fazer prova de que o cliente está no torto, se estiver.

 

Mas, enfim, isto é mais uma peguilhice da nossa parte, reconhecemos. Onde iríamos parar se o Estado acreditasse, sem provas, no que dizem os cidadãos?

 

Renovando os nossos agradecimentos, aproveitamos para apresentar os nossos mais

 

Cordiais cumprimentos.

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por Maurício Barra

O compromisso a três permitia que o estreito caminho para Portugal não cair no segundo resgate tivesse duas vantagens: por um lado dava a Portugal mais força negocial para impor aos credores razoáveis alterações ao memorando actual devido ao compromisso alargado de cumprir o que ficasse acordado; por outro lado garantia uma estabilidade de médio/ longo prazo para as medidas consensuais que resultassem dessa negociação.

Objectivamente favorecia tanto o actual governo como um eventual futuro governo do PS.

Quando Seguro percebeu que assumir soluções para as actuais condições objectivas da economia portuguesa não seria aceite pelo projecto de poder de Sócrates (que domina o grupo parlamentar), não era compatível com a estratégia de António Costa (que quer o lugar de secretário-geral), teve sempre a oposição de uma parte da câmara dos lordes socialista, e sofreu todos os dias uma campanha de contra-informação brutal (que utilizava o Público e a SIC Notícias como órgãos oficiais), sucumbiu para não perder o partido que, oficiosamente, ainda controla.

Sucumbiu e perdeu eleitorado. Perdeu eleitorado socialista democrático, que está farto dos jogos de poder que os colocam sempre nas mãos da agitação e propagando do PC e do BE.

O PSD/CDS, se não tivessem feito o número infantil das demissões e, entre muros, discretamente efectuado as alterações que entendessem no Governo propondo-as ao Presidente da República, tinham evitado esta catarse nacional. E também tinham evitado um descrédito adicional, na proporção da sua irresponsabilidade.

Agora estão condenados a governar a sério. Sem mais tiros nos pés. Se forem inteligentes, juntam às suas as propostas exequíveis do PS e transformam o que seria um compromisso a três num compromisso a dois. Um novo compromisso a dois com os portugueses, numa nova política que negocie e evite os efeitos negativos do ajustamento na frágil economia portuguesa, sem capital para investir e criar emprego.

Um compromisso que estará permanentemente vigiado.

Vigiado pelo Presidente da República, que os salvou mas os vai manter com rédea curta.

E, sobretudo, vigiado pelos portugueses. Não desculparão, rigorosamente, mais nenhum disparate deste governo.


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por Pedro Correia

«Aquele que se eleva nas pontas dos pés não está seguro.»

Provérbio chinês


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Domingo, 21 de Julho de 2013
por Alexandre Poço

"Para espanto de alguns, e no meio de queixinhas à altura da gravidade dos protagonistas, o acordo imaginado pelo prof. Cavaco falhou. Para os que não chegaram anteontem à Terra, o acordo tinha de falhar. Do ponto de vista político, já era absurdo supor que PSD e CDS conseguiriam irromper num ápice com uma estratégia comum e credível, após dois anos em que partilharam o poder e discordaram todos os dias. Mas roçava o surreal presumir que o PS se comprometeria com um processo que, afinal, consistia em legitimar o Governo e os apertos que os socialistas acham facultativos. Subscrever o que quer que fosse seria, no que respeita ao dr. Seguro, o equivalente a renunciar de vez ao cargo de primeiro-ministro e, em breve, à liderança do partido. As ameaças da ala "bolivariana" do PS, i.e. o dr. Soares, os resmungos da tralha "socrática" e os exercícios de consagração de António Costa cuidaram que o dr. Seguro só acordaria a "salvação nacional" se estivesse a dormir. Contra inúmeros indícios em contrário, não está.


(...)


O que seria de Portugal sem Boaventura de Sousa Santos? Um país muito mais triste, com certeza. Não falo só por mim, que enquanto cronista tenho no exótico sociólogo uma preciosa ajuda ao meu ganha-pão e enquanto cidadão me divirto à grande com a criatura. Falo pelos inúmeros compatriotas meus que alegram os dias à custa de cada atoarda de BSS. Já dizia o Reader's Digest: rir é o melhor remédio, e nisto BSS vence amplamente a Aspirina e o Lexotan. Como vantagem adicional, não possui contra-indicações nem possibilidade de sobredosagem: B de SS nunca é demais.

 

(...)

 

Na recente comemoração dos 30 anos de existência de "Os Verdes", um dos seus dirigentes orgulhou-se de terem estado sempre "ao lado das pessoas e das populações". Em contrapartida, é complicado apurar se as pessoas e as populações alguma vez agradeceram o esforço, visto que nunca puderam expressar a sua opinião através do voto. De 1983 em diante que a simpática agremiação hoje chefiada pela dra. Heloísa Apolónia concorre a reboque do PCP, ou melhor da APU, primeiro, e da CDU, depois (convém esconder a palavra "comunista"). Os resultados eleitorais da agremiação avaliam-se apenas em função da proporcionalidade que o PCP lhe atribui dentro da coligação. Nas "legislativas" de 2011, o resultado foi de 55 mil eleitores, número que dificilmente "Os Verdes" conseguiriam sozinhos, mas de qualquer maneira um truque que lhes permite dispor de farto tempo de antena na Assembleia da República e, no que à presente semana diz respeito, apresentar uma moção de censura a um Governo que, sofrível ou péssimo, se viu escolhido por quase três milhões de portugueses."


Alberto Gonçalves no Diário de Notícias


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