Terça-feira, 6 de Dezembro de 2011
por Fernando Moreira de Sá

Para tristeza minha, não sou militante do PSD no Porto. Se fosse, o meu voto seria, sem qualquer sombra de dúvida, para o Ricardo.

 

O Porto precisa de se renovar, de olhar para o futuro. Para o fazer é fundamental mudar de protagonistas. Nos anos noventa, quando fui dirigente estudantil universitário disse, a uma jornalista do Público, que o Ricardo Almeida era, na minha geração, uma das pessoas em quem mais apostava em termos futuros. Na altura, o Ricardo, era Presidente da AE da Faculdade de Engenharia do Porto. Passado algum tempo, foi eleito Presidente da Federação Académica do Porto (FAP) e esta viveu dois dos seus melhores anos de sempre. Mais tarde, foi eleito deputado na AR. A seguir, avançou para a Porto Lazer e a ele muito se deve um dos maiores eventos que a cidade já viu: Red Bull Air Race. Recentemente, passou a liderar a Gaianima e o seu trabalho é já visível em tão poucos meses (redução substancial do passivo). Pelo caminho obteve duas licenciaturas, ambas em Engenharia (Engenharia de Minas e Engenharia do Ambiente), foi professor, gestor de empresas privadas e activo militante do PSD no distrito do Porto. Trabalhou com Rui Rio e trabalha com Filipe Menezes. Conhece todos os autarcas, boa parte dos militantes e, mais importante, respira "Porto" como poucos. É o homem certo, no momento e lugares certos.

 

Li no blog "Pau para toda a obra" que Filipe Menezes considera que a cidade do Porto precisa de uma liderança forte. Se precisa. Está na hora de o Porto ter à frente dos seus destinos alguém que ame verdadeiramente a cidade, que a governe com total dedicação e empenho e não, nunca, como um meio para atingir um fim a ela alheio: rumar a Lisboa. Recentemente, o Ricardo não teve dúvidas e preferiu ficar. Agora escolheu um novo desafio: liderar a concelhia do Porto do partido que actualmente dirige os destinos da cidade. Terá uma tarefa complicada: ajudar a escolher o sucessor do actual Presidente da Câmara Municipal do Porto. As pontes que sempre soube construir entre as duas margens do Douro serão fundamentais no seu trabalho. Estou certo que saberá levar a bom Porto esta Nau. 

 

Dizem as más-línguas que ele é o candidato apoiado por Filipe Menezes contra Rui Rio. Da mesma forma que outros afirmam o contrário. Só quem não o conhece acredita nestas fábulas. A grande virtude do Ricardo, considerada enorme defeito para muitos, é saber ouvir e pensar pela sua cabeça. É por isso que se eu fosse militante do PSD no Porto não tinha dúvidas e votava em Ricardo Almeida e no projecto "O Porto sempre em primeiro".

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Quarta-feira, 23 de Novembro de 2011
por Ricardo Vicente

tenha a amabilidade de respeitar a última gota de paciência que nos resta e proceda à dissolução da Assembleia Legislativa Regional da Madeira assim que o prazo constitucional o permitir e nem mais um segundo.

 

Muito obrigado


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Segunda-feira, 14 de Novembro de 2011
por Fernando Moreira de Sá

O Miguel Pinto Luz é candidato a Presidente da Distrital do PSD de Lisboa. Temos alguns amigos em comum e todos me dizem o mesmo: "o Miguel é um tipo genial e trabalhador". Acredito. Porém, o mais importante, na minha opinião de quem está fora, é o facto de representar uma nova geração. O PSD, tal como o PS e os restantes partidos, precisa de renovar as lideranças nas suas diferentes estruturas internas. É um bom sinal que o PSD está a dar em Lisboa.

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Domingo, 9 de Outubro de 2011
por Pedro Correia

 

Adolfo Mesquita Nunes numa intervenção certeira.

(via Luís M. Jorge, do Delito de Opinião)


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Sábado, 1 de Outubro de 2011
por Ricardo Vicente

Enquanto assistimos enojados à telenovela Isaltino Morais à tarde e à telenovela Alberto João Jardim de manhã e enquanto pensamos que o primeiro mantém-se presidente de câmara municipal e o segundo mantém-se e prepara-se para ser reeleito presidente do governo regional da Madeira em nome do PSD, há uma figura desse mesmo partido que vem à mente: Marques Mendes.

 

Marques Mendes teve um acto de coragem histórica ao dissociar Isaltino Morais e Valentim Loureiro do PSD. Essa enorme coragem e sentido de decência poderia, porém, ter ido ainda um pouco mais longe. Mas acabou por não chegar à Madeira.

 

Parece que Passos Coelho não irá à dita ilha apoiar Alberto João Jardim. Não apoiar, não ir, não fazer: é pouco. Pouco por omissão.


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Terça-feira, 20 de Setembro de 2011
por jfd


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Terça-feira, 6 de Setembro de 2011
por Pedro Correia

 

José Sócrates tomou posse do cargo de primeiro-ministro, sucedendo a Pedro Santana Lopes, a 12 de Março de 2005. Imaginemos, por momentos, o seguinte cenário: decorridos apenas 78 dias, a 29 de Maio desse ano, três antigos secretários-gerais do PS surgiam em público a disparar críticas contra o Governo socialista. Vítor Constâncio, por exemplo, contestaria num artigo de jornal a diminuição das deduções fiscais com palavras deste género: «O que se ganha com a diminuição das deduções não compensa o que se perde em tributação de rendimentos.» António Guterres saía a terreiro, num canal televisivo, afirmando o seguinte: «Um dia destes não temos classe média.» E Ferro Rodrigues, para não ficar atrás dos outros dois, denunciaria - também numa televisão - as alegadas "provas de insegurança e de fraqueza" dadas pelo Governo.

Claro que nada disto aconteceu: nos momentos decisivos, o PS funciona sempre como um partido coeso. E nenhum momento é tão decisivo como o início de funções de um Governo. Seja o anterior, seja o actual - que tomou posse há 78 dias.

A propósito de datas: José Sócrates faz hoje 54 anos. Muitos parabéns, senhor engenheiro.


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por Rui C Pinto

O Marcelo já criticou. E também o Pacheco, a Ferreira Leite, o Vasco Graça Moura, Marques Mendes. Um festim de baronetes. Horas, muitas horas, dias! Depois somam-se às criticas Rui Rio e Morais Sarmento, claramente vitimas de jet lag crítico. Pois é, nesta coisa da rentrée não se pode vacilar... Perderam aqui uns pontinhos. Aguardamos, todos, serenamente, a crítica já tardia de António Capucho. É que isto de criticar ou se faz logo de início para se ficar com os méritos ou depois é uma bronca...

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por João Gomes de Almeida

 

Somos o espelho do nosso país: tentamos esquecer o passado e seguir em frente, com novas políticas, novos protagonistas e novos objectivos. A diferença, substancial por certo, é que nós acreditamos que é possível.

Sabemos que o caminho não é fácil, aliás nunca o foi, mas temos o ónus de cedo termos alertado para o facto de que um fraco líder faria fraca a forte gente. O velho líder fugiu para Paris e nós aqui ficámos, a defender a forte gente - aliás, nunca negámos  sermos o lado negro e sofredor da pátria. A diferença, por certo, é sermos verdadeiramente patriotas.

 

Obrigado por aqui estar e um abraço a todos os amigos. Aos Abrantes deixo um recado: vocês sabem que eu sei que nós sabemos que vocês sabem que o povo não se esquece que foram vocês que colocaram o país no charco. O povo é livre, não se esqueçam.

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Segunda-feira, 5 de Setembro de 2011
por Ricardo Vicente

Há sinais de estar em curso uma guerra meio tépida entre PSD e CDS. Se a coligação de governo se quebra e deixa de ter apoio no parlamento, não servirá de nada que o PSD lembre ao CDS e ao PS que também esses partidos são signatários do acordo com a tróica: na prática, sem coligação fica garantido o boicote à implementação do acordo.

 

Por outro lado, só muito dificilmente a direita ganhará umas eleições legislativas antecipadas. Deixar o plano da tróica a meio e enfrentar eleições antes do fim da legislatura é entregar o poder numa bandeja aos socialistas.

 

Assim sendo, deixo dois conselhos a Pedro Passos Coelho: primeiro, uma coligação governamental é tempo para apaziguamento entre os partidos que a constituem: logo, o cessar-fogo deve durar pelo menos uma legislatura, até porque, em Portugal, o poder da direita é frágil  - e raro.

 

Segundo: dizia o outro que o bem deve ser feito aos poucos e espaçadamente, enquanto que o mal deve ser feito todo de uma vez e o mais rapidamente possível. Então, para quando os cortes na despesa? Os cortes a sério, não os remediozinhos que só trazem impopularidade e não alteram essencialmente nada do que interessa.


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