Sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2013
por Fernando Moreira de Sá

Em 2010, o Bloco de Esquerda publicou um documento no qual entendia, a exemplo do PCP, PS e PSD, que a limitação decorrente do artigo 1º da Lei nº 46/2005, de 29 de Agosto é restrita ao exercício consecutivo de mandato como presidente de órgão executivo da mesma autarquia local.

 

Deixo para vossa leitura:


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Sexta-feira, 11 de Janeiro de 2013
por Dita Dura

Não sou militante de nenhum partido. Nunca fui e não me estou a ver como político, ainda mais com os partidos que temos: não seria capaz de apoiar o PS ou o PSD, os responsáveis pela desgraça em que vivemos. Depois há o CDS, dos submarinos, das trapalhadas, da incoerência, dos deputados que não defendem a vida e apoiam o lobby LGBT, o CDS muito PP e pouco democrata-cristão. Do outro lado, temos o BE que, embora defenda valores que não são os meus, tem militantes que sabem servir as causas e não eles próprios, que normalmente acreditam no que dizem e levam-no até ao fim, que não beneficiam de cargos, cunhas ou favores. Por exemplo, a coordenadora Catarina Martins, que é frontal e inteligente. E o Francisco da Silva, de quem esperamos grandes coisas e que nos faz querer voltar a acreditar nos políticos.

 

Não sou de direita ou esquerda, embora normalmente diga que sou de direita para desviar a conversa e escapar a explicações que a maior parte das pessoas não entenderia. Venho de uma família profundamente conservadora, com sólidos valores cristãos e assente em raízes tradicionalistas. No entanto, fui profundamente tocado na infância por uma tia de esquerda, assistente social e várias vezes enclausurada pela PIDE.

 

O propósito geral da direita é puro e inerente às necessidades e exigências da pessoa humana. O objectivo primordial da esquerda é mais artificial, mas é uma resposta às injustiças sociais e uma ambição fundamental inerente a todos os seres humanos. A direita foi corrompida por uma minoria que se apropriou dos seus valores para mascarar intenções individuais. A esquerda foi estragada por outro minoria, que se aproveitou da ingenuidade da maioria que jurou defender. Entre cada uma existe o centro, que é uma mentira que alguns escolhem acreditar. No final, quem perde são sempre os mesmos. É assim desde sempre.

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Segunda-feira, 1 de Outubro de 2012
por Judite França

Quando um amigo desesperançado encarar um qualquer acontecimento como algo perene e imutável, eu falo-lhe nisto. PCP e BE acertam estratégia conjunta de combate ao Governo In http://www.tvi24.iol.pt/aa---videos---politica/francisco-louca-jeronimo-de-sousa-louca-jeronimo-videos-tvi24/1379326-5796.html


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Segunda-feira, 9 de Abril de 2012
por Francisca Almeida

Esta semana o jornal Público deu conta que o coordenador do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, pretendia afirmar em Atenas  que - e cito - "a rebelião dos gregos é um exemplo para todos" e que "as praças gregas são a voz da Europa". Confesso que, apesar de estar já habituada ao conhecido radicalismo do BE, não fiquei indiferente a tais declarações. Porventura a televisão de Francisco Louçã não transmitiu as mesmas imagens da praça Sintagma que tive a infelicidade de ver na minha?! Porventura pretende o BE ver, às portas da Assembleia da República, carros em chamas, homens encapuzados e escaramuças com as autoridades? É essa a alternativa da esquerda ao actual estado de coisas? Ironia do destino, uma greve de controladores aéreos  em França impediu Louçã de apelar à greve e à rebelião, logo no berço da democracia.

Seja como for, é por estas e por outras que o BE não é, e por este caminho dificilmente será, visto como um partido de governação ou de oposição séria à governação.  Porque aposta na política das ruas, em detrimento das respostas democráticas no seio do Parlamento e do Governo.

 

Por outro lado, o actual Governo não encontrará também no inseguro PS de Seguro uma oposição forte e - mais importante - um parceiro de reformas estruturais de longo prazo. As divergências no seio do partido passaram de discretas a ostensivas e ganharam uma dimensão de "Golpe de Estado" com a recente revisão dos Estatutos. O Grupo Parlamentar reflecte e protagoniza essas divergências, pelo que já nem aí a actual liderança do Partido Socialista, e à cabeça o líder da bancada Carlos Zorrinho, consegue disfarçar o tremendo incómodo em que se tornou a vida interna do Partido.

Poder-se-ia contudo pensar que são os próprios os principais prejudicados. E seria, de facto assim, não fossem as excepcionais circunstâncias políticas, económicas e sociais em que vivemos.

 

No momento actual é fácil perceber que quem perde é o país, os portugueses e a democracia. Numa altura em que o caminho de espinhos que teremos de trilhar para sairmos da difícil situação em que nos encontramos demanda uma especial serenidade, a esquerda radical apela à rebelião nas ruas. Num momento em que se exigem reformas estruturais de longo prazo, o principal partido da oposição e do arco da governação põe-se de fora e deixa em carteira a possibilidade de, chegando ao poder, inverter - a pretexto de qualquer cedência eleitoral - esse caminho reformista, com claro prejuízo para o país e para os portugueses.

O centro das preocupações de todos nós deve, por isso, estar também - ou até em primeira linha - no estado da oposição, cujo papel é hoje mais importante do que nunca.

 

E por cá?

 

Por cá o centro da polémica esteve, esta semana, unido em torno de uma varandim dourado plantado recentemente no Toural. Apesar das inúmeras utilidades que já lhe foram atribuídas, nomeadamente nas diversas fotomontagens que circulam nas redes sociais, parece não há forma de dar a volta aos "guimaranenses" de Ana Jotta...

 

(Crónica - Rádio Fundação, Guimarães)

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Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2012
por jfd

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Domingo, 9 de Outubro de 2011
por Pedro Correia

"Nós não nos disfarçamos com retórica." Esta foi a frase mais frouxa da noite eleitoral de hoje. Uma frase proferida pelo maior frasista da política portuguesa, Francisco Louçã. Nem ele era capaz de disfarçar o estrondoso desaire do seu partido confirmado há poucas horas, na sequência da queda eleitoral registada nas legislativas de 5 de Junho.

Na Madeira, que noutros tempos foi um dos seus territórios eleitorais mais promissores, desta vez o Bloco, com apenas 1,7%, ficou atrás não só do CDS e da CDU mas também do Partido Trabalhista, da Nova Democracia, do Movimento Partido da Terra e (pasme-se!) até do Partido dos Animais. Ficando sem qualquer representante, nos próximos anos, na Assembleia Legislativa Regional.

Dois fracassos eleitorais em quatro meses. É tempo de os militantes bloquistas questionarem seriamente e sem tabus a direcção do partido, que parece não saber o que quer nem para onde vai.

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