Quarta-feira, 24 de Julho de 2013
por jfd


Os trocadilhos têm sido por demais estes últimos dias! Não há imaginação que se esgote.

Aqui uma timeline da vida política e pessoal do senhor Weiner.


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Terça-feira, 9 de Julho de 2013
por Diogo Agostinho

 

 

Temos assistido a esta comédia internacional de alta espionagem. Declarações ainda tímidas perante um escândalo sem igual. Olho para isto tudo e só me vem ao pensamento: o que não seria se em vez de Deus na terra a viver hoje na Casa Branca estivesse George W. Bush? 

Certamente que o mundo estaria em histeria, as manifestações iriam suceder-se e toda a ala do politicamente correcto estaria em alarme social. 

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Segunda-feira, 15 de Abril de 2013
por Fernando Moreira de Sá

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Quinta-feira, 14 de Fevereiro de 2013
por Filipe Miranda Ferreira

 

 

Esta é a foto que capta o momento mais marcante da noite de terça-feira. Não o discurso de Barack Obama, não a reação de qualquer senador, mas sim a fuga de ecrã de Marco Rubio para beber água. A sua intervenção estava a ser muito boa, fazendo jus ao hype dos últimos dias, mas em comunicação estes erros são fatais. Toda a sua mensagem ficou para segundo plano, estando toda a gente nas redes sociais a comentar aquele estranho momento de sede.

Todos erram , mas só os grandes conseguem dar a volta. Aparentemente, Marco Rubio está no bom caminho...

 


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Quarta-feira, 13 de Fevereiro de 2013
por Filipe Miranda Ferreira

 

As primeiras impressões com que fiquei do discurso de Barack Obama  foram de alguma desilusão. Durante o dia surgiram notícias de que este discurso teria mais a a ver com um discurso de campanha do que com os anteriores SOTU. Estas notícias foram "plantadas" na imprensa por elementos do staff de Barack Obama e visavam colocar pressão nos republicanos e muito em particular em Marco Rubio.

Relativamente à forma, Barack Obama esteve muito bem, como quase sempre. Domina claramente a arte da retórica e o discurso teve alguns momentos mais "quentes", nomeadamente quando a temática abordou causas democratas mais tradicionais, como o "gun control", as alterações climáticas e a defesa do Medicare.

 

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Segunda-feira, 17 de Dezembro de 2012
por Filipe Miranda Ferreira

 

O antigo candidato democrata à presidência dos Estados Unidos John Kerry vai ser nomeado secretário de Estado durante o segundo mandato do Presidente, Barack Obama, segundo fontes oficiais citadas pela cadeia televisiva ABC.

 

Depois da novela Rice, que culminou com o seu pedido de retirada da short-list de possíveis nomes para o lugar de Secretário de Estado, Obama virou-se para aquele que sempre foi um dos nomes mais falados para este cargo, John Kerry. O ainda Senador do Massachussets tem uma longa carreira política que teve o seu ponto mais relevante na candidatura contra George W Bush nas presidenciais de 2004, conseguindo cometer a proeza de ser derrotado no auge da impopularidade de Bush.

Também são esperadas mexidas no Departamento de Defesa, onde Leon Panetta já demonstrou a sua indisponibilidade para continuar. O nome mais falado em Washington é o do ex-senador republicano do Nebraska, Chuck Hagel. A confirmar-se este rumor, é uma repetição do gesto que Obama teve em 2008 quando convidou Gates para continuar à frente do Pentágono. Espero para ver qual a reação do lobby judaico à escolha deste nome, quando são conhecidas as opiniões pouco ortodoxas deste ex-senador sobre a questão palestiniana.

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Sexta-feira, 14 de Dezembro de 2012
por Carlos Faria

Porquê?

 

Há coisas como esta que de facto não percebo

 

Tal como entendo ainda menos a razão de morticínios destes serem relativa e exageradamente frequentes nos Estados Unidos da América.

Não se pode comparar um ato isolado de um extremista ideológico como o que aconteceu na Noruega, com qualquer um dos vários que já nos vamos habituando a ouvir ocorrer na América, onde não há nada de racional e consistente que justifique tais comportamentos que nem num estado de guerra ou de crise económica seriam compreensíveis.

 

Porquê?

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Terça-feira, 6 de Novembro de 2012
por Pedro Correia

No habitual Frente-a-Frente da SIC Notícias, Carlos Zorrinho faz uma apreciação positiva do mandato do 44º Presidente norte-americano, mas deixa um lamento, aludindo à oposição em Washington: "É verdade que Obama, em muitas reformas, teve grandes bloqueios institucionais." Minutos antes, no mesmo espaço de opinião, o líder parlamentar socialista confirmara o "grande bloqueio institucional" do PS às reformas que o Governo procura lançar em consenso com o principal partido da oposição.


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por Pedro Correia

«Metade dos americanos nunca leram um jornal e metade nunca votou nas eleições presidenciais. Esperemos que se trate da mesma metade.»

Gore Vidal


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Sexta-feira, 2 de Novembro de 2012
por Alexandre Guerra

Inacreditável aquilo que o New York Times hoje descreve em editorial sobre financiamentos político-partidários no estado de Nova Iorque. É ler em Even Death Won´t Part Them Now.


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Segunda-feira, 22 de Outubro de 2012
por Pedro Correia

 

Não há paz sem liberdade. E não há liberdade sem esperança. Um político de excepção vislumbra motivos de esperança mesmo entres os clarins da guerra. Um desses políticos foi Abraham Lincoln, autor da mais memorável mensagem de esperança, proferida em plena Guerra Civil norte-americana, a 19 de Novembro de 1863.

Foi o chamado Discurso de Gettysburg: demorou apenas cerca de três minutos. Três parágrafos, 255 palavras - não era necessária nenhuma mais. As forças da União haviam ali derrotado quatro meses antes o insurgente exército confederado do Sul que se batia contra a abolição do esclavagismo, cortando amarras com a política humanista do Norte. Mas Lincoln, embora galvanizado por essa vitória militar recente, pôs de lado a retórica triunfalista e deixou no cemitério local um apelo digno de um estadista: "Compete-nos a nós, os sobreviventes, garantir que aqueles que caíram no campo de batalha não morreram em vão e que nesta nação, sob os auspícios de Deus, renasça a liberdade - e que o governo do povo, pelo povo e para o povo não desapareça da face da Terra."

Cem anos mais tarde, este discurso teria sequência num outro, proferido junto ao Memorial Lincoln, em Washington, por Martin Luther King. "Tenho o sonho de que um dia esta nação se erguerá e viverá o significado autêntico do seu credo -- termos por verdade evidente que todos os homens foram criados iguais. Tenho um sonho -- o sonho de que um dia, nas rubras colinas da Geórgia, os filhos dos antigos escravos e os filhos dos antigos donos de escravos se sentarão juntos à mesa da fraternidade", declarou o reverendo justamente distinguido em 1964 com o Prémio Nobel da Paz.

No tempo de Abraham Lincoln ainda não havia Nobel da Paz. Mas ele tê-lo-ia merecido, mais do que todos os presidentes americanos que viriam a ser galardoados no século e meio seguinte -- de Theodore Roosevelt a Barack Obama. Pela força inspiradora do seu exemplo. Pela eloquência dos seus vibrantes apelos em defesa da dignidade humana. Pela tenacidade e pela coragem de que deu provas no cumprimento de um ideal: nenhum ser humano merece ser condenado à escravatura. Um ideal que lhe custou a vida: Lincoln viria a ser assassinado em 1865. Mas o seu apelo de Gettysburg ainda hoje ecoa -- nos Estados Unidos e no mundo.

 

Imagem: Martin Luther King no Memorial de Lincoln, em Washington (1963)


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Segunda-feira, 24 de Setembro de 2012
por Alexandre Guerra

 

Os gráficos têm a virtude de oferecer uma leitura objectiva sobre a evolução de uma determinda variável. É verdade que estes mesmos gráficos pouco explicam ou enquadram, mas permitem dar uma percepção inequívoca a médio e a longo prazo da tendência do objecto de estudo.  

Por isso, torna-se muito interessante observar o percurso da dívida pública norte-americana desde os anos 60, altura em começa a descer para níveis históricos, curiosamente, durante a Guerra do Vietname. E é também interessante ver que durante os mandatos de Richard Nixon, Gerald Ford e Jimmy Carter, percepcionados por muitos como dos piores presidentes americanos do pós-IIGM, se conseguiu manter durante uma década a dívida pública estabilizada.

Sem grande surpresa e à boa maneira republicana, a dívida pública começa a disparar com Ronald Reagan, embora mantendo-se em níveis perfeitamente aceitáveis para os padrões actuais. George Bush segue essa tendência, mas mesmo assim deixa essa dívida um pouco acima dos 60 por cento do PIB.

Bill Clinton, bafejado pelos ventos da nova ordem mundial e da globalização, consegue fazer descê-la. Esta mantém-se controlada durante alguns anos, mas as duas guerras e a política fiscal de George W. Bush vão empurrar a dívida para níveis alarmantes.

Barack Obama continua nesse registo, já que, além de ter de continuar a "pagar" as duas guerras e a política fiscal do seu antecessor, implementa políticas dispendiosas, agravadas com uma das piores crises financeiras e económicas das últimas décadas.


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Quinta-feira, 6 de Setembro de 2012
por Fernando Moreira de Sá

As eleições americanas (USA). Sempre elas. Depois da convenção dos Republicanos, a dos Democratas. Mesmo sem ainda se conhecer o discurso de Obama, uma coisa é certa, pelo menos em termos de "comunicação política": o discurso de Michelle arrasou e o de Bill Clinton esmagou. No meio, uma surpresa chamada Clint Eastwood.

 

O realizador e o actor Clint Eastwood - confesso não conseguir escolher qual o melhor tal a grandeza de um e outro - consegue estar em dois momentos tão diferentes que marcam estas eleições. Um assumidamente comercial, outro absolutamente comercial. Ambos excepcionais e absolutamente contraditórios. Ele é, a exemplo de tantas outras coisas, uma das inúmeras razões pela minha paixão pelos EUA.

 

Obviamente, sou suspeito. Entre o Clint que o Nuno Gouveia adora e o Eastwood que eu admiro, vai uma grande distância. Eu prefiro o Eastwood assumidamente comercial que deu a voz e a cara por um dos anúncios publicitários mais fantásticos dos últimos anos e que, surpresa, representa um dos principais sucessos da política económica da presidência Obama: a salvação da indústria automóvel americana, a mesma que me acompanha apaixonadamente desde 2000. O Eastwood realizador de filmes tremendos, do bom gosto musical. Este é o Eastwood que eu gosto. 

 

O Clint é outro. Até lhe acho piada na forma como defende o indefensável (a livre venda de armas). Confesso que me fez sorrir naquele momento de actor na convenção democrática a falar para uma cadeira (genial). Só que, entre o achar piada e o admirar vai uma grande diferença. A mesma que distingue o Clint apoiante do aprendiz de Bush júnior do Eastwood que empresta o seu talento à publicidade da indústria automóvel americana.

 

O Nuno, eu sei, adora o Clint e aquilo que ele politicamente defende. Eu, não sei se por força da minha paixão pela Jeep, prefiro de longe este Eastwood:

 


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por Diogo Agostinho

 

 

Que grande momento ontem na Convenção Democrata. Bill Clinton em grande forma. E Obama agradece. Bem precisa...

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Quarta-feira, 5 de Setembro de 2012
por Pedro Correia

 

Pela primeira vez na História bissecular dos Estados Unidos, não há nenhum protestante branco entre os candidatos à presidência e à vice-presidência, o que constitui um significativo sinal dos tempos. No campo republicano, o candidato à Casa Branca, Mitt Romney, professa a religião mórmone. O seu braço direito, como candidato à vice-presidência, é Paul Ryan, um católico assumido - tal como Joe Biden, recandidato ao lugar de vice-presidente pelo Partido Democrata.

Mas o recuo dos protestantes na vida pública norte-americana tem muitos outros sinais visíveis. O democrata que preside ao Senado, Harry Reid, é mórmone. A Câmara dos Representantes tem um presidente republicano: John Boehner, católico. E entre os nove membros do Supremo Tribunal federal há seis católicos e três judeus. Algo sem precedentes nos EUA.

Resta nas hostes protestantes o próprio Presidente Barack Obama, que cresceu sem educação religiosa e se baptizou já adulto, em 1988, aos 27 anos. Mas por ser afro-americano também ele foge ao padrão clássico. Estamos muito longe dos tempos em que John F. Kennedy - primeiro e até agora único presidente católico dos EUA - teve de proclamar solenemente, num discurso marcante, que jamais se deixaria influenciar pelas opiniões de bispos ou até do Papa. E mesmo ele escolheu para vice-presidente o senador Lyndon Johnson, um protestante oriundo do sul do país.

A verdade é que o mapa sociológico norte-americano está a mudar rapidamente. Os protestantes não ultrapassam hoje 51% da população, a nível nacional, enquanto os católicos são já cerca de 25%, o que corresponde a quase 70 milhões de fiéis - a quarta maior comunidade nacional católica a nível mundial, após o Brasil, o México e as Filipinas. Mas assumem o primeiro lugar enquanto confissão religiosa autónoma, uma vez que as diversas igrejas protestantes estão muito fragmentadas. E em estados como Rhode Island e a Pensilvânia ultrapassam 50% da população.

"Acredito numa América onde a separação entre a Igreja e o Estado seja absoluta. Acredito numa América que não seja oficialmente católica, protestante ou judaica - onde nenhum membro da administração pública solicite ou aceite instruções do Papa, do Conselho Nacional das Igrejas ou de qualquer outra fonte eclesiástica", declarou o então jovem candidato Kennnedy nessa memorável alocução, proferida a 12 de Setembro de 1960, a menos de dois meses de derrotar Richard Nixon na corrida à Casa Branca.

Se fosse hoje, tenho a certeza, não precisaria de fazer esse discurso. Joe Biden que o diga. E Paul Ryan também.

 

Imagem: John F. Kennedy, o primeiro presidente católico dos EUA, em visita à Irlanda (Junho de 1963)


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Terça-feira, 4 de Setembro de 2012
por Filipe Miranda Ferreira

 


Um dos momentos mais altos da Convenção Republicana de Tampa foi, sem dúvida, o discurso de Ann Romney. Ela fez um excelente trabalho ao mostrar uma faceta diferente do seu marido, um lado mais familiar e comprometido com a sua comunidade. Michelle Obama não precisa de fazer essa apresentação, mas vai ser essencial para "amaciar" a desgastada imagem de Obama. Ela precisa de fazer lembrar aos eleitores indecisos porque é que eles gostaram de Obama em 2008.


E é assim que as narrativas se constroem...

(Texto disponível em http://eua12.blogspot.pt/)


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Segunda-feira, 27 de Agosto de 2012
por Judite França

Os republicanos deveriam olhar para o Isaac como um sinal - um mau sinal, claro, com os motivos óbvios à cabeça, seguidos pelo facto de a tempestade ter já levado ao adiamento do primeiro dia de trabalhos -  ou como uma possibilidade de ouro de organizar uma convenção mais pequena, mais fácil de controlar, em que os olhos dos media estarão concentrados, sobretudo, na cobertura da tempestade e não em eventuais disparates que podem sair de elementos do Partido Republicano como o candidato ao Senado, Todd Akin?

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Terça-feira, 21 de Agosto de 2012
por jfd

 

Estamos prestes a assistir às convenções dos dois maiores partidos políticos dos EUA. Aproveito a oportunidade para deixar aqui em jeito de recomendação que vejam os 6 episódios desta minissérie.

Basta que voltemos atrás no tempo. Que nos recordemos de Bill Clinton, da sua mulher e dos conhecidos casos daquele. Sendo esse vagamente o plot, basta juntar ingredientes sumarentos muitos mais próximos de 2012 - do que as distantes indiscrições do Presidente Clinton - et voilá! Bem escrita, bem interpretada; é uma série sobre a Casa Branca, Washington, os corredores do poder, a política internacional, a ambição e o jornalismo em declínio.

Uma nova forma de feminismo, um cenário alternativo de uma realidade que elegeu Obama, mas que na ficção viu uma Hillary tomar as rédeas contra o seu parceiro em 2012. Interessante, empolgante e com todos os elementos necessários para o sucesso de audiências.

Sigourney Weaver está excelente como Secretária de Estado, bem longe de Aliens, Macacos e afins. Ciarán Hinds mimetiza um Bill Clinton que fará parte do imaginário colectivo de muitos aficionados do género.

Esta mescla de West Wing com telenovela não foi bem recebida; o político até agora, na ficção, apenas o foi sem muito alarido. Dependência, alcoolismo, perturbações alimentares, sexualidade - nunca fizeram parte da receita. Agora foi diferente.

Aqui o jfd ficou satisfeito.

Comprovem (se possível)!

 

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Terça-feira, 24 de Julho de 2012
por jfd

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Sexta-feira, 20 de Julho de 2012
por Alexandre Guerra

O atentado no cinema em Aurora, um subúrbio de Denver, perpetrado por um jovem de 24 anos fortemente armado e que vitimou 12 pessoas e feriu outras 59, que assistiam à estreia do último fime da saga Batman, poderá trazer para a campanha presidencial americana o tão polémico tema da "gun violence".

 

Nalguns blogues e imprensa online americana o assunto da regulação das armas na sociedade já mexe, e caso se confirme a sua entrada na agenda política, será, à partida, um tema bem mais incómodo para Mitt Romney do que para Barack Obama. 


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Segunda-feira, 25 de Junho de 2012
por Rui C Pinto

Segundo o DN, algumas escolas cristãs do Sul do Louisiana decidiram refutar (talvez o uso deste verbo seja implicitamente absurdo...) a teoria da evolução das espécies com base na existência do monstro de Loch Ness. Espero que este livro esteja entre a bibliografia recomendada. 

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Quarta-feira, 20 de Junho de 2012
por Alexandre Guerra

Há uns dias, era escrito neste espaço que "uma das características do Flame é o seu grau de sofisticação, o que não faz dele um mero acto criminoso, mas sim uma acção deliberada de espionagem só ao alcance de entidades estatais". Apesar de se desconhecer a sua origem "todos os caminhos apontam para Washington ou não fossem os Estados mais afectados pelo Flame fontes de preocupação para a administração americana. Mas para já, está-se apenas no campo da especulação, sem confirmação oficial de qualquer parte". 

Hoje, o Washington Post confirma que o Flame (e também o Stuxnet) foi desenvolvido conjuntamente pelos Estados Unidos e por Israel, citando anonimanente fontes oficiais próximas do projecto.


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Sexta-feira, 1 de Junho de 2012
por jfd

Dedicado ao Nuno Gouveia

 

Info 


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Terça-feira, 29 de Maio de 2012
por Alexandre Guerra

 

Num extenso artigo publicado esta Terça-feira no New York Times ficou-se a saber que todas as semanas cerca de 100 elementos das várias agências de segurança e de “intelligence” norte-americanas se reúnem através de videoconferência, propondo e recomendando ao Presidente Barack Obama várias biografias de possíveis alvos terroristas a abater.

Destas reuniões, organizadas pela Pentágono, saem as “nomeações” daqueles que irã estar, eventualmente, na mira dos drones, algures no Iémen, no Paquistão, na Somália ou no Afeganistão. Diz aquele jornal que este processo selectivo é uma “invenção” da administração Obama, que tem demonstrado um apetite voraz para os assassinatos selectivos através de aviões não tripulados. Assassinatos, esses, que aumentaram consideravelmente em relação às administrações do antigo Presidente George W. Bush.

Antes de qualquer acção militar secreta, os “nomeados” ainda terão que passar pela aprovação final da Casa Branca, nomeadamente, de Obama. Neste processo cirúrgico, o Presidente conta com a ajuda de John O. Brennan, o seu principal conselheiro em contraterrorismo, para fazer aquilo que o próprio New York Times chama de um “cálculo moral”.

Um exercício que Obama assume como um desígnio moral e uma responsabilidade intransigente, sempre guiado pelo conceito da “guerra justa”. E o mais interessante, segundo alguns conselheiros do Presidente citados pelo New York Times, é que isto se deve a vários factores, nomeadamente, à influência do estudo do fenómeno da guerra nas obras de Santo Agostinho e São Tomás de Aquino.


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Domingo, 27 de Maio de 2012
por Alexandre Guerra

 Pat Bagley / Salt Lake Tribune 

 

Diz-se, pelo menos a julgar pelas palavras de Maureen Dowd no New York Times deste Domingo, que as deslocações dos Serviços Secretos americanos (não confundir com a CIA) são descritas pelos próprios membros da organização como “Secret Circus”. Uma forma jucosa de descrever o aparato envolvido em cada missão de acompanhamento ao Presidente dos Estados Unidos.

Uma logística que ficou bem patente nos cerca de 200 agentes que acompanharam Obama na polémica viagem à Colômbia no mês passado para participar na Cimeira das Américas.

Esta viagem teria sido mais uma a juntar-se a tantas outras, não fossem 12 desses 200 agentes terem-se dedicado a actividades nocturnas impróprias em Cartagena, com a contratação de alguns serviços especializados na indústria do prazer carnal. O escândalo rebentou e quando mete sexo pelo meio já não há nada a fazer, sendo a própria opinião pública americana a exigir o apuramento de responsabilidades e consequências rápidas.

Mark Sullivan, director dos Serviços Secretos, esteve no passado dia 23 numa comissão do Congresso. Daquelas à séria e não apenas um folclore mediático completamente inócuo.

Na Comissão de Segurança Interna do Senado, Sullivan fez o seu papel ao tentar defender a sua instituição o mais possível, embora não tendo desvalorizado o que se passou na Colômbia. Do outro lado, os senadores fizeram também o que lhes competia, encostando Sullivan às “cordas” e relembrando alguns casos do passado, mas não pedindo, para já, a sua cabeça. Pediram, sim, foi ao Departamento de Segurança Interno que fizesse uma investigação interna.

Entretanto, das 12 “maçãs podres”, como referiu o próprio Sullivan, e apenas num espaço de um mês, nove agentes já foram corridos dos Serviços Secretos: seis demitiram-se, dois foram despedidos e um reformou-se.

Não foram precisos meses de investigações da Procuradoria e de inquéritos judiciais e muito menos o avolumar de milhares de páginas de processos em tribunais. Esta é uma das virtudes da democracia americana, em que, por vezes, bastam os mecanismos internos das instituições e a vontade política para que a justiça (no sentido mais poético) seja consequente e as tais “maçãs podres” sejam deitadas para o lixo.


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Quarta-feira, 16 de Maio de 2012
por Judite França

Uma coisa é a regra Volker. Outra coisa é bom senso. E outra coisa ainda é que ninguém possa dizer de novo «oops, I did it again».

 


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Quarta-feira, 25 de Abril de 2012
por Francisco Castelo Branco

Newt Gingrich vai abandonar a nomeação republicana à Casa Branca. Sem hipótese de contrariar Mitt Romney, o ex-speaker anunciará o seu apoio ao mais forte de todos os candidatos. Gingrich prometeu muito com a vitória na Carolina do Sul, mas cedo se percebeu que a sua candidatura não fazia sentido nenhum.

A desistência de Gingrich deveria ter acontecido antes de Santorum se ter retirado. No entanto, nunca iremos saber se com o apoio de Newt, o ex-governador da Pensilvânia poderia ter ido mais longe.

A vitória de ontem de Romney em cinco estados arrumou a questão, deixando o ex-governador do Massachussetts a 300 delegados da nomeação oficial


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Terça-feira, 10 de Abril de 2012
por Francisco Castelo Branco

Mitt Romney vai ganhar a eleição republicana para a Casa Branca. Não que a eleição já esteja garantida, mas Rick Santorum desistiu da sua candidatura. Apesar de ter sido uma boa campanha e com resultados dignos, já não dava mais para Santorum continuar. Romney luta agora contra os mais fracos Gingrich e Paul.

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Quarta-feira, 4 de Abril de 2012
por Francisco Castelo Branco

Mitt Romney venceu as primárias do Wisconsin, Maryland e District of Columbia, aumentando assim a vantagem para Rick Santorum. A cada eleição que passa, o ex-governador do Massachussetts confirma que é o candidato melhor posicionado para enfrentar Obama em Novembro. No entanto, não é caso para Santorum se sentir envergonhado com a sua campanha, até porque o ex-governador da Pensilvânia ainda acredita que uma vitória em sua casa lhe dará esperança. Mesmo assim, será dificil alcançar Romney, quanto mais ultrapassá-lo.

Daqui para a frente será apenas uma questão de saber qual será o Estado que confirmará a nomeação.


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Terça-feira, 20 de Março de 2012
por Francisco Castelo Branco

Depois de anunciar ser contra a contracepção, Rick Santorum, no dia das eleições no Illinois, vem atacar a industria pornográfica. No seu site, fala de "casamentos e relações destruídas" por causa desta indústria, "mas também de alterações profundas no cérebro das crianças e adultos" .

Sem dúvida que estamos perante o mais conservador de todos os candidatos republicanos. A conquista da família norte-americana, através do combate a certas indústrias não desejadas e que destroem a mente dos mais novos, pode ser um trunfo para Santorum e assim conquistar votos a Romney, que tem o dinheiro do seu lado.

Rick Santorum aposta forte neste tipo de campanhas contra os poderes "sujos" dos Estados Unidos.

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