Segunda-feira, 9 de Julho de 2012
por Francisco Castelo Branco

Miguel Pinheiro escreveu uma excelente biografia do antigo Presidente do PSD. Para além de ser uma biografia pessoal, o autor evoca também todas as peripécias do período revolucionário. 

Esta biografia de Francisco Sá Carneiro é uma oportunidade para conhecer um homem que lutou pela liberdade, mas acima de tudo, apostou no desenvolvimento económico e social do país. 

Nesta obra descobrimos o lado pessoal do fundador do PSD. Autoritário, conservador, teimoso mas igualmente convicto das suas ideias. Apesar das peripécias da revolução Sá Carneiro nunca mudou a maneira de ser, especialmente dentro de casa. Não se pode considerar que a sua vida tenha sido fácil. Os constantes problemas de saúde não o deixavam cem por cento disponível para a política e ainda por cima teve que lidar com a questão do seu divórcio numa altura de campanha eleitoral, o que poderia pôr fim à sua carreira política.

No que toca ao aspecto político, as qualidades mantêm-se. Rigoroso e convicto do caminho a seguir, tendo sido sempre o principal rosto contra o MFA e o general Ramalho Eanos durante o período 1976-80. 

Este livro tem bastantes curiosidades. Por exemplo, ficamos a saber as circunstâncias em que José Sócrates, Paulo Portas, Sousa Franco, Guilherme d´Oliveira Martins e Pedro Santana Lopes participaram na vida partidária do PSD. No entanto, só o último se manteve fiel ao seu partido, tendo os restantes seguido outras paragens ideológicas, como sabemos.

Ficamos indignados com o modo como Sá Carneiro morreu. Miguel Pinheiro fornece aos leitores algumas pistas em relação à tese de atentado.

 

nota: post corrigido. As desculpas pelo lapso na primeira designação da obra.


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Terça-feira, 21 de Fevereiro de 2012
por Constança Martins da Cunha

 

"Quantificar a crise parece-nos indispensável para termos uma ideia clara da sua gravidade e do seu tamanho." (Assembleia da República, 1976)


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Segunda-feira, 20 de Fevereiro de 2012
por Constança Martins da Cunha

"Ser democrata é precisamente saber usar o seu voto." (Comício, 1979)


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Sexta-feira, 17 de Fevereiro de 2012
por Constança Martins da Cunha

"Nós vivemos num país de inutilidade pública, inutilidade pública que custa caríssimo e que afinal, agora, querem que continue a proliferar, obrigando os particulares a suportar todo o peso da crise económica." (Comício, 1977)  


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Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2012
por Constança Martins da Cunha

"Portugal precisa de um apoio internacional generalizado e merece-o. Esse apoio, venha de onde vier, tem de respeitar a nossa independência e uma rigorosa não-ingerência nos nossos assuntos." (Imprensa, 1975)


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Segunda-feira, 13 de Fevereiro de 2012
por Constança Martins da Cunha

"É muito mais favorável lidar com grandes grupos económicos nacionais do que ficar subordinado a multinacionais." (Imprensa, 1974)


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Sexta-feira, 10 de Fevereiro de 2012
por Constança Martins da Cunha

"Não adianta às pessoas terem opinião sem a poderem exprimir livremente." (Coluna Visto no Expresso, 1973)


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Quinta-feira, 9 de Fevereiro de 2012
por Constança Martins da Cunha

"Quando tenho um minuto faço como o Mário Soares: vou ver galerias de pintura." (Imprensa, 1979)


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Quarta-feira, 8 de Fevereiro de 2012
por Constança Martins da Cunha

"Só existe liberdade de escolha e debate crítico das alternativas num clima de paz social, o qual supõe um mínimo de estabilidade económica." (Imprensa, 1974)


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Terça-feira, 7 de Fevereiro de 2012
por Constança Martins da Cunha

"Se alguém me quiser matar, não é por eu andar com vários homens à minha volta que vão desistir." (Correspondência particular, 1980)  


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Segunda-feira, 6 de Fevereiro de 2012
por Constança Martins da Cunha

"Os portugueses estão ansiosos por que se deixem os governantes de debate ideológico, de grandes discursos, para se aterem ao exercício singelo e discreto da sua função: trabalhar para resolver os problemas das pessoas, os problemas da nação." (Assembleia da República, 1980)


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Sexta-feira, 3 de Fevereiro de 2012
por Constança Martins da Cunha

“Mantém-se uma alta inflação, mantém-se, se não cresce, o desemprego. Os salários reais diminuem e avolumam-se as perspectivas negras de falências em série decorrentes das limitações do crédito. Portugal é hoje um país também crescentemente dependente dos seus credores externos.” (Assembleia da República, 1978)


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Quinta-feira, 2 de Fevereiro de 2012
por Constança Martins da Cunha

"A crise social agravou-se, sob a capa de uma aparente acalmia, durante os governos socialistas. Aumentou a insegurança das pessoas e dos bens, aumenta o surto da criminalidade. Portugal é hoje um país em que as pessoas vivem angustiadas quanto à sua vida, à sua segurança." (Assembleia da República, 1978)


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Quarta-feira, 1 de Fevereiro de 2012
por Constança Martins da Cunha

"Sem um crescimento económico não sairemos da actual situação de penúria que impõe, sobretudo às classes mais desfavorecidas, uma vida abaixo do nível a que se tem direito." (Imprensa, 1974)


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Domingo, 4 de Dezembro de 2011
por Constança Martins da Cunha

Trinta e um anos depois... Vale a pena recordar Francisco Sá Carneiro.

 


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