Quarta-feira, 24 de Julho de 2013
por Fernando Moreira de Sá


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Terça-feira, 9 de Julho de 2013
por Fernando Moreira de Sá

Só posso dizer, é isto:


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Segunda-feira, 17 de Junho de 2013
por Fernando Moreira de Sá

É sempre uma boa notícia saber que o Pedro Abrunhosa voltou ao que melhor sabe fazer. Aqui fica o seu novo trabalho:


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Quinta-feira, 30 de Maio de 2013
por Fernando Moreira de Sá


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Sábado, 20 de Abril de 2013
por Alexandre Guerra

The Dark Side of The Moon (1973)


A iconografia é uma forma elevada de comunicação, onde a arte materializada numa imagem é o meio escolhido para passar uma determinada mensagem. Pode ser num quadro, num poster, num cartaz, numa fotografia, até mesmo num rótulo de uma garrafa ou numa embalagem de bolachas. Tudo depende da mensagem e do designer gráfico que a concretize artisticamente. 

Algumas das imagens mais emblemáticas e sofisticadas podem ser encontradas em capas de álbuns de música. Basta recordar o Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band dos Beatles, o The Velvet Underground & Nico dos Velvet Underground, o Sticky Fingers dos Rolling Stones, ou o Born to Run de Bruce Springsteen

Mas, nenhuma imagem será tão icónica como a célebre capa do Dark Side of The Moon dos Pink Floyd. A imagem de fundo negro com um prisma a reflectir um feixe de cores foi criada pelo designer gráfico britânico Storm Thorgerson, que esta Quinta-feira morreu aos 69 anos.

Em comunicado, os Pink Floyd lamentaram a perda de um "amigo", "colaborador" e "génio gráfico" da banda.

Thorgerson, que em 1960 fundou a Hipgnosis, foi o principal responsável pelas famosas capas dos álbuns dos Pink Floyd (e também de outras bandas como Led Zeppelin, Muse ou do músico Peter Gabriel). Além do The Dark Side of The Moon, outros álbuns tiveram capas míticas, como o Atom Mother Heart, o Wish You Were Here ou a espectacular imagem do The Animals com o famoso porco voador. 

Numa entrevista à BBC, em 2009, Thorgerson explicou o conceito simples que esteve por detrás da capa do The Dark Side of The Moon:"It's a nice but simple idea. Refracting light through a prism is a common feature in nature, as in a rainbow. I would like to claim it, but unfortunately it's not mine!"

Quando há genialidade, a simplicidade basta para se fazer uma obra de arte e um transcendente momento de comunicação. 

 

Atom Heart Mother (1970)


Wish You Were Here (1975)


Animals (1975)


Texto publicado originalmente no PiaR.

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Quarta-feira, 10 de Abril de 2013
por Fernando Moreira de Sá


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Sábado, 2 de Março de 2013
por Fernando Moreira de Sá


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Sábado, 16 de Fevereiro de 2013
por Fernando Moreira de Sá


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Sexta-feira, 8 de Fevereiro de 2013
por Fernando Moreira de Sá

... e eu já estou em pulgas!


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Terça-feira, 1 de Janeiro de 2013
por Fernando Moreira de Sá
Já passaram três anos. Saudade...



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Terça-feira, 11 de Dezembro de 2012
por Fernando Moreira de Sá

Bem, parece que o mundo acaba amanhã. Se assim é, que seja em grande estilo e com um grande som:

 


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Domingo, 9 de Dezembro de 2012
por Fernando Moreira de Sá


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Domingo, 25 de Novembro de 2012
por Alexandre Guerra

 

Para muitos era a oportunidade de recordar em palco uma das bandas mais importantes na cena musical rock (e não só) dos últimos quarenta anos. Para outros, abria-se a possibilidade de ver pela primeira vez um mítico grupo que quase tudo o que criou foi de excelência e inovador (poucas bandas ou músicos alcançaram esse patamar desde o final da década de 60, destacando-se nomes como Jimi Hendrix, Pink Floyd, mas poucos mais. Nem mesmo os Rolling Stones lá chegaram).

Não é por isso de estranhar que o concerto de reunião dos Led Zeppelin de 10 de Dezembro de 2007, na O2 Arena, tenha batidos recordes na velocidade (e preços) a que foram vendidos os bilhetes. Era um momento histórico e um autêntico "Celebration Day" numa altura em que a indústria musical padece de falta de criatividade, estética e técnica. 

De tal forma que as editoras não se têm poupado a "reviver" gigantes da música de outros tempos. E assim, (felizmente) foi lançado há dias no mercado (incluindo Portugal) os CD's e os DVD's daquele concerto, que este arregimentado já tem (uma muito oferta generosa) e ouviu (foi também lançado um filme em Outubro em várias salas de cinema por todo o mundo, mas Portugal não foi incluído).

Uma das ironias quando se ouve "Celebration Day" é podermos ser confrontados com a rebeldia, a criatividade e a qualidade genuínas que não encontram paralelo nos tempos actuais, marcados pela superficialidade criativa e, sobretudo, pela ausência de estatura musical dos seus "artistas".  

É, por isso, uma autêntica "celebração" ouvir o registo de um concerto dos Led Zeppelin, realizado quase 20 anos depois de terem acabado, mas mesmo assim, com a sua virtuosidade, aliada à espontaneidade, ainda conseguem romper com o "status quo" e agitar as águas, obnubilando tudo o resto à sua volta. 

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Sábado, 24 de Novembro de 2012
por Fernando Moreira de Sá


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Sábado, 6 de Outubro de 2012
por Alexandre Guerra

A versão integral da música Skyfall já está disponibilizada no site oficial 007.

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Segunda-feira, 1 de Outubro de 2012
por Fernando Moreira de Sá


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Sábado, 1 de Setembro de 2012
por jfd


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Sexta-feira, 20 de Julho de 2012
por Fernando Moreira de Sá

Sons para acompanhar com o verão:

 

# Hot Chip - In Our Heads

 

# Angus Stone - Broken Brights

 

# Saint Saviour - Union

 

# Beach House - Bloom


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por Fernando Moreira de Sá

O novo trabalho dos XX está previsto para 10 de setembro. Chama-se "Coexist". Para já, o tema de lançamento, Angels:


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Quinta-feira, 12 de Julho de 2012
por José Meireles Graça

Começa assim: "Neste espetáculo, quisemos enfatizar o potencial da vontade." A gente fica à espera do resto, realmente na música acontece com frequência enfatizar-se o potencial, tanto em Quim Barreiros como em Tchaikovsky. E continua:


"Este espetáculo é, acima de tudo, o resultado da relação entre a parte e o todo." Mau - se a parte for detestável e o todo horrível, a declaração é pouco tranquilizadora. Bom, mais um bocadinho não custa:


"Não entendemos, no entanto, conceitos como arte ou política na perspetiva da especialização que tende para a noção da intelectualidade enquanto um desafio posto às elites, e cuja racionalidade tentam impor à sociedade." Confesso: não entendo o que não entendem; aliás, não entendo nada.


No resto, fala-se de "motor propulsivo do pensamento político", nas "potenciais formas que poderemos construir para a organização coletiva do quotidiano", no "edificar a sua vida individualmente" e na "relação dialética entre o indivíduo e a sociedade."


Não, não vou ver o espetáculo, hei-de conseguir aguentar-me no devir. Nas palavras dos promotores: "Este espetáculo não segue, por isso, a dialética hegeliana na sua aspiração à síntese, pretende apenas deixar um contributo que possibilite manter em devir a discussão.”

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Segunda-feira, 11 de Junho de 2012
por Fernando Moreira de Sá

Terminou o Optimus Primavera Sounds. Altura para conclusões.

 

O programa das "Festas" prometia e na maior parte dos casos cumpriu. Grandes concertos: Yann Tiersen, Rufus Wainwright e Flaming Lips. Um ambiente, a todos os níveis, fantástico. Desde logo, o espaço. O Parque da Cidade do Porto é excelente para eventos e este não foi excepção. O público teve um comportamento exemplar procurando evitar, de todas as formas, o impacto no meio ambiente. A organização, pelo que me apercebi, esteve à altura. Um sublinhado surpreendente: o número de estrangeiros era, no mínimo, ela por ela - desconfio mesmo que estavam em maioria. Outra nota relevante: nem se deu pelos "seguranças", algo raro e que se aplaude.

 

A principal "queixa" que vi/li nas redes sociais foi o preço dos bilhetes. Não eram baratos? Não. Nem podiam: 60 bandas, quatro palcos, um espaço enorme (com todos os problemas/custos de segurança e logistica que tal implica). Contudo, foram em linha com os restantes festivais que se realizam em Portugal. Não quero nem vou entrar em polémicas mas...alguns que vi/li criticar os preços costumam ir ao futebol. Ora, quanto custa ver ao vivo quatro bons jogos de futebol? Provavelmente, um pouco mais, não? Também vi/li lamentos ao facto de ser num espaço público (mais uma vez colando à questão do preço dos bilhetes). Reina alguma demagogia e hipocrisia nalgumas almas. Quantos eventos são organizados por entes públicos, com dinheiros públicos, em espaços públicos e que obrigam a investimentos elevados com pouco ou nenhum retorno? Lembro-me de alguns festivais de música, de teatro, de dança, etc. O Optimus Primavera Sounds foi um investimento privado, com dinheiros privados e que teve, surpreendentemente (ou não), um retorno elevado para a hotelaria, a restauração e para o turismo do Porto e arredores.

 

Desde 1997 e o Imperial ao Vivo (Alfândega, Porto) que sou "cliente" de festivais de música. Desde Paredes de Coura passando pela Zambujeira e sem esquecer o Músicas do Mundo de Sines. Já assisti a grandes concertos e maiores desilusões nestes eventos. Contudo, confesso, nunca vi tantos estrangeiros, tantos turistas num festival de música em Portugal. Ainda por cima, mesmo ao pé de casa! Falo por mim, no geral, foi o melhor festival a que assisti até hoje. Pelo espaço, pelo cartaz, pelo público e pela forma como todos, dos oito aos oitenta, tiveram a oportunidade de usufruir de um grande evento. Só espero que para o ano se repita.

 

Esclarecimento: Não conheço os organizadores nem, infelizmente, são meus clientes. Não me devem nada nem eu lhes devo nada - a não ser um obrigado por terem escolhido o meu Porto para o evento.

 

Optimus Primavera Sound 2012 Porto from OSTV on Vimeo.

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Domingo, 10 de Junho de 2012
por Maurício Barra

 Alan Jackson


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Quinta-feira, 7 de Junho de 2012
por Fernando Moreira de Sá

Caro Yann, vamos tomar um cimbalino no Optimus Primavera Sounds. Pode ser?


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Sexta-feira, 1 de Junho de 2012
por Alexandre Guerra

 

Lenny Kravitz, músico talentoso e multi-instrumentista, dotado de um "feeling" que combina o Soul, o R&B e o Rock como poucos o conseguem fazer, contava ao USA Today, em Setembro do ano passado, que se revoltou quando viu um documentário no qual algumas pessoas não aceitavam a eleição do Presidente Barack Obama, por causa da sua cor de pele, e que queriam o seu País de volta, fosse de que maneira fosse.

Kravitz sempre soube que havia racismo nos Estados Unidos, no entanto, diz que a forma como aquelas pessoas se expressaram no documentário, de forma crua e dura, afectou-o de tal forma que o inspirou para o álbum Black and White, lançado no Verão de 2011.

Como o próprio refere, este seu último álbum, que surgiu de um momento de inspiração, é uma afirmação cultural e política contra aquela América racista e discriminatória que está bem viva.

Neste trabalho, Kravitz faz referência aos seus pais que, no início dos anos 60, eram um casal defensor da multi-racialidade. Martin Luther King é igualmente referenciado como um símbolo de integração e de luta pelos direitos humanos.

Kravitz deixa bem claro o seu entusiasmo com Barack Obama, não tanto pela questão política, mas pela sensibilidade que o residente da Casa Branca veio demonstrar.  Já em 2008 tinha dito sobre Obama: "It was a great validation, to hear someone who had perspective on both sides. Because I knew what he was talking about. Race in this country is still the elephant in the room that no one wants to discuss."

Seguramente, esta noite será um Lenny Kravitz mais político e interventivo que subirá ao Palco Mundo (neste que é o segundo fim-de-semana do Rock in Rio Lisboa 2012), já que longe vão os tempos do Let Love Rule (1989).


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Segunda-feira, 28 de Maio de 2012
por Fernando Moreira de Sá

Para primeira música...promete. 


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Sábado, 26 de Maio de 2012
por Fernando Moreira de Sá

Em 1995 fui surpreendido por uma banda americana liderada por Josh Haden chamada "Spain" e que tinha acabado de lançar o álbum "The Blue Moods of Spain". Procurando não exagerar, sou capaz de afirmar que cinco anos depois ainda ouvia músicas como "Ten Nights" ou "Untitled #1", "World of Blue" que era uma das minhas preferidas. Sem esquecer "Spiritual". 

 

Foram semanas, meses e anos a saborear este trabalho fabuloso. Aliás, desde 1995 que nunca mais os "Spain" conseguiram, pelo menos para mim, repetir a gracinha. "The Blue Moods of Spain" estará sempre na minha tabela de álbuns de sempre. Pela obra, por aquilo que ela me recorda, por tudo. Ainda recordo, como se tivesse sido ontem, uma viagem nocturna pelo Alentejo profundo e quente ao som deste trabalho de Josh Haden. Ou ouvir sem parar "World of Blue" à porta do Sahara:

blue is the color of the sky

blue is the color of her eyes

blue is the color of the mountains

of the sea

 

blue is such a cold shelter

shelter

shelter

Passados estes anos, os Spain regressaram, "The Soul of Spain" é o novo trabalho lançado a 11 de Maio. Não é o primeiro depois do Blue Moods. Porém, é o único digno de lhe suceder.

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Quarta-feira, 23 de Maio de 2012
por Francisca Almeida

O que era evidente tornou-se ostensivo: temos vindo a adoptar uma estratégia errada seguramente deste 1985, altura em que sabia de cor as melodias delico-doces do Festival da Canção.

O mais próximo que estivemos disto foi a brilhante actuação desses ícones do panorama artístico e musical que são os Homens da Luta. Mas isto supera tudo aquilo a que estamos habituados! As décadas passam e o festival da Eurovisão não deixa de surpreender!

 

http://expresso.sapo.pt/avozinhas-russas-sao-as-favoritas-do-festival-eurovisao=f728041


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Sábado, 19 de Maio de 2012
por Sónia Ferreira

 

A melhor estação de rádio na internet: www.jazzradio.com


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Terça-feira, 8 de Maio de 2012
por Fernando Moreira de Sá


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