Sexta-feira, 14 de Dezembro de 2012
por Francisca Prieto

Estando ciente de que este espaço blogosférico não deve usado para fazer publicidade, dado o cariz cultural e solidário da iniciativa, atrevo-me a pegar no megafone e berrar aos sete ventos que:

 

Amanhã e Domingo, o Déjà Lu estará na Feira Solidária da APPT21, no Centro Nacional de Cultura (Chiado) com muitos (mas mesmo muitos) livros NOVOS a 3, 4 e 5 euros, e também livros usados em bom estado a 1 e 2 euros. 100% das vendas revertem para a instituição. 
Sábado, das 11 às 19.30, Domingo, das 12 às 17h. Entrada pelo Largo do Picadeiro, porta mesmo ao lado do café do Chiado, em Lisboa.

 

Óptima oportunidade para fazer umas sensacionais compras de Natal ao preço da chuva.


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Terça-feira, 27 de Novembro de 2012
por Francisco Castelo Branco

Alguém sabe explicar porque razão Arménio Carlos vai convocar duas manifestações para o mês do Natal, em que todos estamos mortinhos para estar reunido com a família? Ou o secretário geral da CGTP quer um presente ou anda à procura de alguém para passar a consoada.....


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Segunda-feira, 26 de Dezembro de 2011
por Rodrigo Saraiva

depois da mensagem de Natal do primeiro-ministro lá vieram as reacções da oposição. O PCP disse o que diria tivesse Passos Coelho dito o que disse ou o seu contrário. O PS, que nunca fez contrição dos últimos seis anos, veio, sem pudor, pedir contrição de seis meses. O BE, talvez ainda de ressaca natalícia, disse só hoje reagir.


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Sábado, 24 de Dezembro de 2011
por Fernando Moreira de Sá

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por Constança Martins da Cunha

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Quinta-feira, 22 de Dezembro de 2011
por Ricardo Vicente

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Terça-feira, 20 de Dezembro de 2011
por Constança Martins da Cunha

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Domingo, 18 de Dezembro de 2011
por Constança Martins da Cunha

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Sábado, 17 de Dezembro de 2011
por Constança Martins da Cunha

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Sexta-feira, 16 de Dezembro de 2011
por Constança Martins da Cunha

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Quarta-feira, 14 de Dezembro de 2011
por Constança Martins da Cunha

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por jfd


Boas Festas!

sinto-me:
música: C'est Noël

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Terça-feira, 13 de Dezembro de 2011
por Constança Martins da Cunha

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Domingo, 11 de Dezembro de 2011
por Constança Martins da Cunha

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por Constança Martins da Cunha

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Sexta-feira, 9 de Dezembro de 2011
por Francisca Prieto

 

Há coisa de um par de anos, no meio de uma data de papelada, dei com uma carta que escrevi ao Menino Jesus quando andava na escola primária. A fórmula utilizada assentava no pressuposto de que Jesus, na azáfama natalícia, podia não perceber exactamente do que eu estava a falar e, para que não houvesse qualquer hipótese de equívoco, complementava cada pedido com indicações precisas, do estilo "quero uma corda de saltar igual à da Catarina Fernandes" ou "quero umas meias de quadrados azuis, como as da Mafalda Coelho".

 

Jesus, não obstante a sua omnisciência, acabou por me oferecer uma corda de saltar vagamente parecida com a da Sandra Fonseca, que estava longe de ter a categoria da da Catarina Fernandes. Na altura fiquei um bocado desiludida, mas nada que se parecesse com o que me aconteceu no ano passado.

 

Ora em Dezembro de 2010 já a crise tinha arrancado na pole position, de maneira que eu, tendo a sorte de ainda não ter sido atropelada pelos acontecimentos, generosamente roguei a Cristo que, em vez de me trazer bens materiais, me levasse uns quilos a mais. Quatro, salvo erro, implorava o pedido.

 

Passado o festim natalício, pouco a pouco, fui notando pequenas oscilações na balança no sentido descendente, de maneira que cedi em perdoar a velha história da corda de saltar e confirmei a minha crença nas boas intenções do Menino.

 

Até que, lá para meio do ano, por alturas da estreia do "Peso Pesado", comecei lentamente a voltar a deixar de conseguir apertar o botão das calças. Bem sei que o Natal já ia longe, mas era justo que o meu pedido tivesse validade de pelo menos um ano, com possibilidade de renovação de contrato. Afinal, se eu tinha prescindido de bens materiais, não era razoável que o meu apelo ficasse esquecido só porque tinha aparecido um grupo com carácter de emergência.

 

De maneira que, Menino Jesus, agradecia que este ano acertasses as nossas contas, com retroactivos. Pelo sim, pelo não, deixo-te uma carta à antiga, não vá o diabo tecê-las.

 

Querido Menino Jesus,

Este ano gostava muito que me oferecesses:

 

 - Uma assinatura da revista LER, como o João Gomes de Almeida também pediu (se só houver uma, guarda para mim, se faz favor, porque ele está farto de publicar sugestões no Forte Apache e uma delas é chocolates, o que é facílimo. Jovem João, com este tipo de pedidos, mais ano, menos ano, farás uma carta igual à minha do ano passado, mas isso é lá contigo).

 

- Um quadro da mãe da minha amiga Ana. Podes ser tu a escolher, desde que seja rectangular, na horizontal e assim para o grande, que o quero para cabeceira de cama.

A Ana diz que há para lá muitos no atelier, de maneira que não há grande justificação para não o conseguires meter no sapatinho (a desculpa de que só calço 38 seria uma gracinha patética).

 

- Gostava também que me oferecesses um curriculum como deve ser para me aceitarem no Social Entrepeneurship Programme do INSEAD. Parece que não chega pagar os olhos da cara (com as órbitas incluídas) por um curso que tem como objectivo tornar o mundo melhor. Parece que temos de provar com dados concretos que somos super dinâmicos.

Se fosses pessoa para agarrar na trapalhada da minha vida e listar uma coisa de jeito, ficava-te eternamente grata. Omite por favor que tenho quatro filhos porque não é líquido para esta malta que esse seja um factor que traga qualquer tipo de melhoria para o mundo (e, para te falar com franqueza, eu própria às vezes também tenho sérias dúvidas).

 

- Por último, agradecia-te que me concedesses rotinas de escrita, para eu não andar para aqui nesta anarquia que não leva a lado nenhum, senão ao intrincado mundo dos blogues (não desfazendo). Se há coisa enfadonha que aprendi num curso de escrita criativa é que é preciso ROTINA para ascender à glória literária, objectivo que prossigo sem sucesso desde as primeiras redacções da escola primária.

 

Agradecida pela tua atenção, sem mais delongas me despeço, acreditando firmemente que desta vez a minha voz será escutada.

 

Beijinhos, Menino Jesus, e parabéns.

(confesso que isto agora foi graxa)

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Quarta-feira, 7 de Dezembro de 2011
por João Gomes de Almeida

 

Já aqui tinha dito que o Miguel Esteves Cardoso em 1987 tinha razão sobre o que dizia da Europa - ontem ele próprio o veio afirmar, na sua habitual coluna no Público. Também ontem, o Diogo Freitas do Amaral, na SIC, referiu-se ao PPM da altura de Ribeiro Telles como "o pequeno partido que tinha sempre razão sobre as coisas e que não tendo votos, mesmo assim, conseguia convencer os outros partidos". Na verdade, o PPM conseguiu ser pioneiro de todas as verdades consensuais que hoje existem na política portuguesa relativamente à ecologia, à organização das cidades e à importância da agricultura. Ficou a razão, muita, e o proveito, pouco.

 

Na sessão de homenagem a Ribeiro Telles, em que Freitas do Amaral proferiu estas palavras, outro dos oradores foi Miguel Sousa Tavares. A determinada altura, prendeu-me a atenção com uma frase: "todos estamos a agradecer ao Gonçalo, mas todos nós, portugueses, devemos-lhe é um pedido de desculpas". A tónica manteve-se, Ribeiro Telles, e por consequência o seu PPM, tiveram quase sempre razão antes do tempo.

 

Nota-se agora que não foi só nas questões ambientais que o PPM teve razão. Realmente, quando o MEC foi candidato ao Parlamento Europeu, por duas vezes, também a visão de uma Europa que nos ia levar ao fim quase total da nossa soberania se revelou como um certeiro presságio. Hoje aqui estamos, com os olhos postos num eixo Franco-Alemão que nos garante quase tudo, menos a nossa existência enquanto estado, país e cultura independente.

 

Este livro, que aconselho vivamente para o Natal, é um conjunto de crónicas do MEC no "O Independente", as quais ele apelidou de "As minhas aventuras na república portuguesa". Aqui narram-se as duas candidaturas ao Parlamento Europeu e as duas respectivas derrotas tangenciais, fala-se também de amores, amizades, vícios e de uma unidade europeia que era vista com desconfiança. Merece ser lido e relido.

 

Hoje, como há umas décadas, faz-nos falta um "PPM" com aquela craveira intelectual e aquele pensamento à frente do seu tempo - certamente que daria um excelente contributo a esta AD que nos governa, na minha opinião bem, pelo menos dentro do possível nesta conjectura.


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Terça-feira, 6 de Dezembro de 2011
por João Gomes de Almeida

 

Quatro amigos, encabeçados por Manuel Fúria, decidiram um dia criar "Os Golpes". Misturaram rock com a música tradicional portuguesa, trouxeram o Rui Pregal da Cunha novamente à ribalta e fizeram bons covers dos Heróis do Mar.

 

Ouvi-os ao vivo apenas uma vez e fiquei imediatamente com a sensação de que algo de novo estava a acontecer no nosso panorama musical. Naquele som havia tudo o que de bom que o rock nacional dos anos 80 nos tinha deixado, com muito de Sétima Legião e de Rádio Macau, entre outros, em destaque naquela sonoridade.


No entanto, numa altura de crise nacional, "Os Golpes" tiveram também a coragem de mudar o discurso político da música portuguesa, como já não acontecia precisamente desde os anos 80. Manuel Fúria usou sempre a cruz de Cristo ao peito e mais uma vez ouvimos alguém cantar os feitos nacionais. Uma pedrada no charco neste país entristecido e pessimista.


Infelizmente "Os Golpes" vão acabar e deixam-nos apenas dois discos, o "Cruz Vermelha sobre fundo branco" e o "G". Este infeliz final acaba por ser ainda mais um motivo para oferecermos estes discos pelo Natal.


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Segunda-feira, 5 de Dezembro de 2011
por João Gomes de Almeida

 

O Rodrigo Leão apresentou na semana passada o seu novo trabalho no Grande Auditório do CCB e depois no Frágil, intitulado "A Montanha Mágica". Longe vão os tempos dos Sétima Legião e dos seus primeiros trabalhos a solo, que marcaram a música nas últimas décadas em Portugal - mas a vontade de fazer diferente e melhor continuam bem visíveis nos temas deste novo disco. Merece mesmo ser comprado.

 

Entretanto, chegam-nos boas notícias de que os Sétima Legião vão voltar em 2012. Desta vez, não só na versão anual habitual no Frágil, mas para comemorarem os 30 anos de carreira, com sete ou oito concertos a realizar entre Junho e Julho.

 

Até lá, temos o novo disco a solo do Rodrigo Leão para oferecermos e recebermos no Natal.


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Sábado, 3 de Dezembro de 2011
por João Gomes de Almeida

 

Sou fumador e adoro fumar de quando em vez o meu charuto. Sei que existe bastante preconceito quanto ao tabaco nacional, mas tenho-vos a dizer que aprecio bastante o tabaco açoriano (talvez por influência familiar). Os meus charutos portugueses favoritos são os Coroa, coronas feitos na Fábrica de Tabaco Estrela e aprecio também os Real Feytoria, produzidos na Fábrica de Tabaco Micaelense, aberta desde 1886.

 

Para quem acha que fumar charutos é uma coisa burguesa, fique sabendo que uma caixa de 5 charutos reserva Real Feytoria custa menos que dois maços de tabaco Marlboro. Querem melhor prenda de Natal para um fumador?


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por João Gomes de Almeida

 

Sou daquelas pessoas que gostam de receber chocolates no natal. Antiquado? Nem por isso. Oferecer chocolates é um gesto de ternura que cai bem numa altura como a que vivemos. Dar um chocolate é adocicar a vida daqueles que mais gostamos. Ferrero Rocher? Sim, são bons, mas o ideal é comprarmos português e oferecermos Regina.

Vindos directamente da fábrica Imperial, nascida em 1932, que adquiriu a marca Regina em 2000, estes chocolates partilham as bancas de produção com outras marcas bem portuguesas como as Pintarolas, as Bom-Bokas, o chocolate de culinária Pantagruel e as amêndoas Jubileu.

Podem ser comprados nos mais variados locais, mas quando não os encontramos o ideal é confrontarmos o comerciante: então e os chocolates Regina, não acredito que não tem?


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Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2011
por João Gomes de Almeida

Hoje parece que tirei o dia para falar de sabonetes. Mas se de manhã escrevi sobre os produtos Ach Brito e o seu enorme sucesso, não poderia obviamente esquecer-me de falar da "Saboaria e Perfumaria Confiança", nascida em 1894 também no Norte, mas desta feita em Braga. Obedecendo aos mais rigorosos critérios de qualidade, os produtos confiança continuam a ser produzidos com recurso aos métodos tradicionais de fabrico e têm uma linha de embalagens inspirada nos anos 20 e na Art Déco.

 

Os produtos Confiança podem ser comprados na sua loja on-line, ou ainda na loja "A Vida Portuguesa" da Catarina Portas, isto para quem vive em Lisboa, claro.

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por João Gomes de Almeida

 

Os produtos Ach Brito, dá fábrica Claus, produzidos no Porto desde 1887, marcaram a minha infância. Ainda hoje, sempre que vou ao norte, a minha Mãe mantém em casa os típicos sabonetes, principalmente os "Musgo Real", que figuram na imagem. De cheiro natural e característico mantêm uma produção artesanal e são vendidos em embalagens clássicas, que sugerem o requinte de outros tempos, em que eram uma marca líder no bom gosto da higiene pessoal.

 

Hoje em dia, a gama de produtos Ach Brito atingiu uma enorme notoriedade, principalmente no estrangeiro. A nova geração de gestores conseguiu reposicionar os seus produtos e nos últimos anos têm sido notícia as estrelas de Hollywood que se tornaram fãs e compradores da marca. Esperemos que este sucesso "made in Portugal" continue.


Esta é sem dúvida uma excelente prenda de Natal. Onde comprar? Muito simples, agora têm loja on-line.

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Quinta-feira, 1 de Dezembro de 2011
por João Gomes de Almeida

 

A Assírio & Alvim, políticas editoriais e sucessos económicos à parte, é a casa editorial de referência em Portugal. Numa época de grande crise, este pequeno grupo editorial mantém a coragem e a convicção de editar, por exemplo, boa poesia e ensaio, de autores portugueses, muitas vezes desconhecidos do grande público - maioritariamente embrutecido pela Casa dos Segredos e restante lixeira televisiva.

Todos os anos, a Assírio & Alvim lança o seu "Poemário" reunindo versos roubados aos livros por si editados no ano transacto e restantes anos. Ao folhearmos aquelas páginas, muitas vezes encontramos poemas quase esquecidos numa qualquer prateleira, que nos servem para alegrar o dia e termos a certeza que não somos os únicos a ter sentimentos. 

Podem adquirir o "Poemário 2012" nas mais diversas casas livreiras e também nas duas livrarias da editora, uma na Rua Passos Manuel e a outra no Pátio Siza, na Rua Garrett.


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por João Gomes de Almeida



A Tinta da China, no panorama português, é das editoras que títulos com maior qualidade lança para os escaparates das nossas livrarias - um destaque para a colecção de humor editada pelo Ricardo Araújo Pereira e a de viagens dirigida pelo Carlos Vaz Marques. Para este Natal, uma das grandes apostas é a biografia de Luiz Pacheco, escrita pelo João Pedro George, com o sugestivo título "Puta que vos pariu!" - para quem não sabe, esta foi a última frase que o Luiz Pacheco proferiu numa entrevista em 1995 à revista LER.


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Quarta-feira, 30 de Novembro de 2011
por Fernando Moreira de Sá

João, meu bom João, não sei se me vou antecipar. Que não te falte, no sapatinho, esta maravilha: bombons da Arcádia com Balvenie. Uma coisa de outro Mundo. Uma dupla perfeita!

A maravilha de chocolate do meu Porto aliada à perfeição da Escócia. Duas nações, um pedaço de paraíso.

 

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por João Gomes de Almeida



Andava aqui à volta deste interessante tema das prendas de Natal, eis se não quando me lembrei do jovem entrevistado pela revista Sábado que falava do "Miguel Arcanjo", que depois veio a público redimir-se e contra-atacou dizendo que até se considerava uma pessoa culta por "ler jornais gratuitos no caminho para a faculdade". Está visto que os jornais gratuitos não chegam.

Andei então a investigar um pouco sobre assinaturas de jornais e cheguei à conclusão que a grande maioria são demasiado dispendiosas - a não ser que optemos por versões e-paper para computadores ou mesmo tablets - lembro-me que em tempos o i chegou a ter um pacote de assinaturas interessante e económico, mas ao que parece foi descontinuado, é pena.

De todas as publicações que gosto de comprar, descobri uma mensal que tem uma modalidade de assinatura bastante económica e que ainda vem com uma oferta. Falo da revista LER, dirigida até há uns meses pelo Francisco José Viegas e que agora está nas mãos do João Pombeiro. O preço de cada edição é de 5€, mas para quem assinar a LER só terá que pagar 40€ por 12 edições e ainda recebe um livro do Bill Bryson. Podem saber mais aqui.

 

Aqui está uma prenda que adorava receber.


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por João Gomes de Almeida

 

A Viarco é a única fábrica nacional de lápis, localizada no Norte, em São João da Madeira, a minha terra natal. Para quem pensa que se trata de uma indústria atrasada e presa ao passado, fiquem sabendo que não se trata nada disso. Neste momento, encontra-se em obras de reconstrução do edifício e em conjunto com vários institutos culturais, promove imensos eventos ligados às artes plásticas.

Tem um Facebook e um site, onde se podem fazer compras on-line. A minha escolha pessoal recai para estes lápis "Soft Carbon", ideais para escrevinhar umas ideias ou desenhar uns bonecos - esta última opção só para quem tem jeito, claro. O preço é de 19,9€. Elegantes, não?

Para os mais entusiastas, que vivam ou visitem brevemente o Porto, podem saber mais aqui sobre a exposição "Um século, dez lápis, cem desenhos". Vamos lá consumir o que é nosso e faz parte da nossa história.

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Terça-feira, 29 de Novembro de 2011
por João Gomes de Almeida

 

Os "Capitão Fausto" são das melhores coisinhas que a nossa indústria discográfica lançou nos últimos anos - uma autêntica pedrada no charco no pop-rock português. Conheci-os por mero acaso, numa noite em que fui arrastado até ao Music Box, depois de um jantar de verão no Sr. Albino. Bendita noite e bendito bife com molhenga. 

 

Lançados pela editora Chifre, foram durante algum tempo ilustres desconhecidos. Depois de lançarem o primeiro álbum, "Gazela", o sucesso apareceu naturalmente, primeiro em rádios de vanguarda como a Radar, a novinha Vodafone FM e a velhinha Antena 3, depois através no famigerado YouTube e por consequência no Facebook. Agora já começam a ter páginas inteiras na imprensa.

 

Admiro jovens que sabem fazer música, mas acima de tudo admiro jovens que têm a coragem de se dedicarem à arte, numa altura tão complicada como esta. É nosso dever, como portugueses, apoiarmos este esforço e comprarmos o que é nosso - são só 10€ e é a prenda ideal para qualquer pessoa com bom gosto.

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