Terça-feira, 16 de Julho de 2013
por Alexandre Poço

 


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Terça-feira, 11 de Junho de 2013
por Alexandre Poço

A sondagem publicada no Correio da Manhã durante o fim-de-semana para Oeiras traz excelentes notícias a um concelho que nos últimos tempos tem andado no lamaçal mediático. O estudo feito pela SGEST (empresa acreditada pela Entidade Reguladora para a Comunicação Social, ERC), revela que 34,7% dos eleitores votam em Francisco Moita Flores, seguido de longe pelos 17,9% que votam em Paulo Vistas, vice-presidente de Isaltino Morais, e ainda mais longe pelos 12,2% que votam em Marcos Sá, candidato do Partido Socialista.


Estes dados mostram que a candidatura mais agregadora e que une verdadeiramente os oeirenses é a do independente Moita Flores, que nesta jornada conta com o apoio do PSD, do PPM e do MPT. O perfil e a história de Moita Flores fazem com que tenha o voto de todos os grupos do eleitorado e que, em termos de alinhamento político, consiga ter naturalmente o voto da direita em Oeiras, mas também entre muito bem no filão da esquerda, fruto de um discurso coerente e verdadeiro no que toca aos problemas e desigualdades sociais, bem como, por ser um homem da cultura e das artes. 


Hoje, os objectivos para Oeiras já não são os lugares cimeiros dos rankings nacionais, o concelho deve procurar competir a nível europeu no que toca a educação, qualidade de vida, desenvolvimento sustentável, coesão social, inovação tecnológica, competitividade, empreendedorismo. Para tal, Francisco Moita Flores tem procurado transmitir esta ambição em todos os sítios do concelho a que se desloca, dos cafés às empresas, das escolas às associações e sociedades recreativas, dos clubes desportivos às instituições de solidariedade social. O programa eleitoral que está a ser construído visa estes objectivos, seguindo a máxima de pensar global, agir local. No seio da candidatura Nova Ambição estão a preparar-se as bases para que Oeiras fique mais próspera, coesa e desenvolvida, pensando numa lógica do município como parceiro, como agilizador e como impulsionador dos projectos que todos - os oeirenses e os das outras terras - querem fazer no concelho de Oeiras. Ora, os oeirenses estão em sintonia com esta Nova Ambição para Oeiras. Nas ruas, quando se fala com as pessoas, a candidatura de Moita Flores colhe a simpatia e o agrado de muitos. Esta sondagem vem apenas confirmar numericamente aquilo que temos assistido no dia-a-dia desta jornada por Oeiras. A candidatura de Moita Flores é uma lufada de ar fresco num concelho a precisar de energias novas para continuar na senda do desenvolvimento.

 

Quanto aos mais directos adversários, estes números parecem significar algo: a candidatura de Paulo Vistas não consegue passar a ideia que pretende, a de ser a continuidade de Isaltino Morais, pois os oeirenses sabem bem que Isaltino só há um e que por mais que se tente fazer a colagem, o partido do Isaltino - movimento criado em 2005 - só faz sentido com o seu mentor e inspirador. Isto que escrevo é também um factor de instabilidade dentro do próprio movimento de Isaltino, já com várias saídas de elementos com destaque nos últimos anos, por discordarem deste rumo que o projecto tomou. No que toca aos socialistas, em 2009, o PS apostou forte em Oeiras com Marcos Perestrello. Em 2013, o PS desistiu de Oeiras, não conseguindo trazer um bom candidato, limitou-se a escolher um homem da concelhia, alguém que a maioria dos oeirenses não conhece. Porém, sendo o objectivo da candidatura do PS mais interno, para os jogos de poder dentro do partido, do que externo, para um novo projecto em Oeiras, Marcos Sá não ficará totalmente surpreendido com estes números. 

 

Sendo apenas uma sondagem - devemos ter sempre isto em conta - os números são optimistas para quem deseja ver o virar de página em Oeiras. Francisco Moita Flores está a conseguir transmitir a sua mensagem de esperança aos oeirenses, tendo sido até ao momento o único candidato a apresentar propostas concretas, não tendo receio de dizer ao que vem, porque vem e com que objectivos. Uma candidatura bem estruturada, criativa e que pretende incluir todos, que não se fecha em capelinhas ou grupinhos. Um candidatura de esperança, optimista naquilo que todos são capazes de fazer por esta bonita terra. Uma candidatura em sintonia com os oeirenses. Em suma, uma candidatura que coloca Oeiras no Rumo Certo!


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Segunda-feira, 29 de Abril de 2013
por Alexandre Poço

A actual situação política no concelho de Oeiras não pode deixar de preocupar os oeirenses. Na semana passada, a prisão do Presidente Isaltino Morais veio alterar o consenso até então existente sobre a governação da câmara, garantida com o apoio dos vereadores do PSD, pois o grupo de cidadãos independentes criado por Isaltino Morais não tem maioria no executivo. A entrega dos pelouros por parte dos vereadores do PSD foi uma decisão sensata e justificável face ao sucedido. Actualmente, Oeiras é um caso excepcional - por maus motivos, ao contrário do que é habitual - entre os 308 municípios do país: o presidente da autarquia continua a gerir a câmara da prisão. Se é certo que "à justiça o que é da justiça, à política o que é da política" e nenhum partido deve pronunciar-se sobre as decisões judiciais, esta situação prejudica a imagem e a reputação do concelho, pelo que tem de ter consequências políticas. A entrega dos pelouros por parte do PSD é a decisão certa para defender Oeiras. O caso é ainda mais grave politicamente se constatarmos que Isaltino Morais é o cimento cola da coligação existente no executivo municipal, pois é na sua obra e no desenvolvimento que liderou em Oeiras que a esmagadora maioria dos oeirenses se revê e votou nas últimas eleições autárquicas. Na sua ausência, e nestes termos, não faz sentido manter o acordo no executivo, pois seria estar a lesar a reputação do concelho. Embora o mandato autárquico 2009 - 2013 esteja perto do fim, o que também coloca um ponto final numa situação que se arrasta, o entretanto é penoso e prejudicial para Oeiras. Esta situação, mesmo que por poucos meses, é insustentável. Oeiras e os oeirenses não merecem isto.


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Segunda-feira, 22 de Abril de 2013
por Alexandre Poço

O Partido Popular Monárquico (PPM) declarou hoje publicamente o apoio à candidatura independente de Francisco Moita Flores à Câmara Municipal de Oeiras. Depois do apoio do PSD e de históricos do PS, a candidatura Uma Nova Ambição soma e segue. A forma como o projecto tem sido recebido nas ruas do concelho pelos oeirenses é um bom augúrio para o difícil desafio do próximo Outono. Uma candidatura bem pensada e estruturada, em torno de um homem com valores, visão e experiência, que tem procurado envolver as pessoas na construção de um programa eleitoral à medida das ambições e dos sonhos de cada um daqueles que vivem, estudam e trabalham em Oeiras. Moita Flores segue para bingo!


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Segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2013
por Alexandre Poço

O vídeo mais viral das últimas semanas chegou às campanhas autárquicas para as eleições de Outubro. A campanha do Francisco Moita Flores, em Oeiras, deu o pontapé de partida. Uma forma engraçada de transmitir boa energia e de dar mais côr ao cinzentismo que tantas vezes marca as campanhas políticas. Chamem-lhe política-espectáculo, mas que alegra, alegra. Será caso único? O mais difícil seria sempre ser o primeiro, mas como esta ousadia já tem dono, parece-me que o mote está lançado.


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Segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2013
por Filipe Miranda Ferreira

 

 A Vimeca e a Scotturb, empresas de transportes na Grande Lisboa que actuam em exclusividade nos transportes rodoviários nos concelhos da Amadora, Oeiras, Cascais e Sintra, vão deixar de aceitar os passes sociais a partir de Abril.

 

 

Esta notícia "ainda" não explodiu nos media nacionais, mas ao nível local tem lançado o alvorço entre as populações afectadas. Milhares e milhares de portugueses, que têm o "infortúnio" de habitar ou trabalhar na Amadora, Oeiras, Cascais e Sintra vão ser privados ou pelo menos severamente condicionados na sua mobilidade. A decisão destas empresas de deixar de aceitar os passes sociais coloca em causa a coesão social e territorial da Área Metropolitana de Lisboa. É verdade que são empresas privadas, mas o serviço de trasportes é público e as consequências podem ser gravíssimas a nível social. Com este enquadramento a minha primeira pergunta é a seguinte. Onde anda a Autoridade Metropolitana de Transportes de Lisboa? Não devia estar a assegurar a defesa dos direitos dos cidadãos da Amadora, Oeiras, Cascais e Sintra?


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Quarta-feira, 13 de Fevereiro de 2013
por Alexandre Poço

Os tecnocratas são inúmeras vezes alvo de críticas pela distância com que actuam e decidem face às pessoas. Quase não há comentador ou político, de qualquer quadrante, que não aponte que é preferível ter um político a decidir em detrimento de um destes indíviduos que, segundo o imaginário colectivo, habitam nos recônditos gabinetes de um qualquer instituto público ou direcção-geral da nossa interminável Administração Pública. Na verve política, o tecnocrata é o culpado de todos os males. Provavelmente porque não tem rosto e a culpa morre numa categoria abstracta e confortável para todos ou porque como dizia Pirandello, "é próprio da natureza humana, lamentavelmente, sentir necessidade de culpar os outros dos nossos desastres e das nossas desventuras."

 

Isto a propósito da decisão da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) de Lisboa a propósito do Plano Director Municipal (PDM) de Oeiras, que se encontra em fase de revisão. Ora a CCDR chumbou o PDM de Oeiras, porque o executivo de Isaltino Morais queria classificar todo o território de Oeiras como solo urbano, eliminado assim todas as áreas de Reserva Agrícola Nacional (RAN). Para além de destacar no território do munícipio a "presença de solos de elevada capacidade agrícola" e de entender que "os objectivos da RAN devem prevalecer sobre as estratégias municipais, devendo estas coadunar-se àqueles objectivos", a CCDR não aceitou o argumento invocado pela câmara de Oeiras para classificar todo o terrítório como solo urbano: o crescimento populacional. E o parecer da CCDR parece óbvio, quando afirma que "a proposta de PDM apresentada identifica um potencial de crescimento, suportado na oferta de áreas residenciais, de 32.048 habitantes, quando entre 2001 e 2011 se registou um crescimento de 10.000 habitantes".

 

Ora se este argumento é mais do que válido, também não será dífícil de constatar que não existem, em Oeiras, necessidades de construir mais habitações, pelo simples facto de que existe uma oferta claramente superior à procura. Porém, aceitemos que a estratégia das câmaras para zonas habitacionais seja semelhante à feita com as auto-estradas e então, sim, liguem as máquinas e preparem o betão. Haverá concerteza muito insecto que, farto das auto-estradas, poderá querer passar uma estadia num confortável T3 com garagem, elevador e sala de convívio.

 

Por mais que procure exercitar a mente, colocando-a em modo de procura por um motivo plausível para esta alteração sugerida ao PDM de Oeiras, não consigo. Talvez o problema seja meu e o raciocínio não consiga desfazer as elementares evidências apontadas em cima. Não consigo compreender como é que num concelho que tem excesso de oferta de habitação se possa prever um crescimento das necessidades construtivas três vezes superior (3 VEZES) ao que ocorreu na última década, utilizando essa justificação para passar todo o território a urbano.

 

Desta vez, coloco-me ao lado dos tecnocratas da CCDR. Seria incompreensível aceitar uma alteração nestes moldes ao PDM de Oeiras. A liderança da câmara parece ter tido uma epifania inversa ao apresentar estas propostas. É caso para dizer que fica uma "dívida" por saldar com estes senhores sem rosto que, neste caso, fizeram mais pela população de Oeiras do que aqueles que são o poder político mais próximo das pessoas.


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Segunda-feira, 1 de Outubro de 2012
por Alexandre Poço

 

No topo da rua Cândido dos Reis, centro da vila de Oeiras, os telefones não param. No parlamento, nas câmara vizinhas, no Rato e quem sabe, em Paris, recebem-se as chamadas e invariavelmente, a resposta dada aos pedidos é “não”. Ora, o tempo passa e o impasse mantém-se: o Partido Socialista não arranja candidato à câmara municipal de Oeiras. E vem isto a propósito do quê? Adicionaram-me a um grupo do Facebook intitulado de “Partidos Políticos de Oeiras”, no qual têm sido colocadas várias imagens – uma delas apresenta-se em cima - que brincam com o actual momento do PS Oeiras. E porquê?

 

O PS em Oeiras, depois de anos a bradar para as paredes que marcaria o período pós-Isaltino e que assumiria o leme da edilidade, ao que parece transformou-se numa típica “Maria, vai com todas” que, ao invés de traçar o perfil para um candidato à câmara municipal, anda num frenesim à procura de um qualquer-ex-qualquer-coisa para poder afirmar que tem um candidato conhecido. Ainda não sei como é que o Luís Represas ou a Carolina Patrocínio ainda não foram sondados. Ou então, foram e também deram nega, pois parece que dar música também é alternativa para o PS.

 

A “oportunidade de ouro”, como alguns lhe chamam, de finalmente fazer o assalto ao poder em Oeiras e ficar com uma das câmaras mais apetecíveis do país está a começar da melhor forma. Se a escolha do candidato é assim, imaginem as restantes listas – ainda veremos o Santos Silva a candidato a alguma coisa. Por falar em tal personalidade, nunca é demais relembrar este ministro-polivalente, pois ele trabalhou com aquele que era esperança, o menino de ouro do PS Oeiras em 2009, Marcos Perestrello. O homem que queria “Oeiras a sério”, mas que preferiu antes “Secretarias de Estado a sério” ou para sermos mais actuais e justos, “Loures a sério".

 

Mas nem só o Perestrello, o dito salvador, foi sondado para voltar a fazer um frete ao partido (é de lembrar o pó que a estrutura socialista de Oeiras nutre por ele e vice-versa). O PS enquanto vem a público e sob a capa do anonimato no facebook lembrar as dívidas de outros concelhos do país (sim, leu bem, o PS que aumentou a dívida do país em 93% durante o período 2005-2011 anda a falar de dívida!) andou a estender a passadeira vermelha – com espinhos, isso só eles saberão – a outras personalidades. O azul-rouge, Basílio Horta, está farto de pular de galho em galho e rejeitou Oeiras. Da AICEP ao parlamento, parece ser o único caminho que o socrático Horta está disposto a fazer pelo seu (agora) PS. Os ministros da team-bancarrota, Vieira da Silva, Rui Pereira e Pedro Silva Pereira também não querem ouvir falar de Oeiras, provavelmente ainda estão em processo de expiação. Deixemo-los estar. Ou talvez não estejam, pelo que têm afirmado. Enfim. 

 

Vida difícil a do PS Oeiras que, a meses das autárquicas, ainda anda a bater a todas as portas para saber quem vem encabeçar a sua lista. Podiam recorrer à prata da casa e convidar o Presidente de Junta mais poderoso do país, mas a esse rotularam-no de oportunista e o pobre homem criou um movimento que mais parece um circo itinerante para se candidatar à câmara de Oeiras. No fim, pode ser que seja aconselhado a desistir ou então, oferecem-lhe um lugar de vereação e ele mete todo o ‘mov’imento na alheta. Assim vai o PS da minha terra e por ir assim mesmo é que se vê que tantas décadas na oposição não serviram para aprender nada. Ficaremos a aguardar as cenas dos próximos capítulos. 

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Segunda-feira, 10 de Outubro de 2011
por Ricardo Vicente

Como foi possível o PS Madeira não beneficiar nada com as perdas eleitorais do PSD Madeira? A minha explicação é esta: na perspectiva dos madeirenses, o PS é tão mau como o PSD só que o PSD, ao menos, tem obra feita. É a "mentalidade Oeiras". O elemento original destas eleições foi que o número de madeirenses apostados em castigar os dois maiores partidos superou o que é habitual. Aquela posição não é muito lógica: como seria de esperar que um partido que esteve sempre na oposição tivesse obra para mostrar? Mas também nunca ninguém disse que os eleitorados votam de maneira lógica - até porque "o eleitorado" enquanto entidade singular não existe na vida real e não é um objecto consistente na vida ficcional das ciências.


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