Segunda-feira, 1 de Abril de 2013
por Fernando Moreira de Sá

Nos últimos dias muito se escreveu sobre o putativo cenário de eleições antecipadas (ou um governo de iniciativa presidencial). Pensando com a máxima frieza e o distanciamento possível, aqui ficam as minhas dúvidas.

 

Temos cinco partidos (PSD, PS, CDS, PCP e BE) com votos e "máquinas partidárias" suficientes para elegerem deputados. Cinco. Desses, três defendem o caminho imposto pelos credores, a troika. São eles o PSD, o PS e o CDS. Os outros dois, PCP e BE dizem defender o caminho oposto. Os primeiros, independentemente de uma ou outra nuance (mais estratégica que outra coisa qualquer), entendem que Portugal deve permanecer no euro, na União Europeia e cumprir os seus compromissos com os credores. Os segundos, defendem a imediata saída do euro, em matéria de UE são suficientemente vagos para não se ter certezas e quanto aos compromissos com os credores... bem, entre renegociar, um perdão e o mais radical "não pagar" vai um pulinho. Isto, da forma mais reduzida e simplista possível. Bloco e PCP representam, a acreditar nas sondagens, menos de 20% dos eleitores. Pelo menos, por agora.

 

A receita que a troika nos prescreveu, como se está a ver, não resultou. Na minha opinião, a solução apresentada pelo Bloco e pelo PCP seria um desastre. Assim sendo, seria natural, perante o actual estado da nossa economia, que existisse uma alternativa. E que qualquer um dos três restantes partidos, a solo ou em conjunto, fossem os primeiros a apresentar um caminho alternativo. Mas não. As suas agendas estão desfocadas da realidade. As deles e as nossas. Aqui nossas significa: comentadores, bloggers, jornalistas e outros que tais (pedindo desde já desculpa pela generalização, algo sempre injusto). Por estes dias, com os números da economia profundamente negros, com a tragédia do crescimento constante do desemprego e as notícias aterradoras vindas do Chipre, o "planeta mediático nacional" discute o renascimento do comentador Sócrates, as palavras do CDS sobre a remodelação e as inacreditáveis fugas de informação do Tribunal Constitucional. Ou seja, estamos a falar uns para os outros, em circuito fechado. No Portugal "profundo" a discussão é outra: os que ainda guardam algumas poupanças nos bancos, perguntam a quem sabe (ou a quem julgam que sabe) o que fazer ao dinheiro (tirar do banco e meter em casa? Abrir conta no estrangeiro?). Boa parte dos jovens discute com os pais se partem já para Angola, Brasil, Moçambique ou qualquer outro país. Os mais velhos procuram sobreviver e os empresários evitam fechar perante semelhante esbulho fiscal. A esperança, essa, fugiu para parte incerta e o Portugal mediático transformou-se numa caricatura.

 

Uma verdadeira encruzilhada...

 

 

Nota: Aqui ao lado, em Espanha, fruto de mais uma bronca com dinheiros públicos, os ERE - Expediente de Regulación de Empleo, envolvendo políticos, empresários e sindicalistas (UGT e CCOO) colocou na agenda a questão da transparência dos dinheiros dos sindicatos. A UGT e a CCOO (a CGTP espanhola) receberam mais de 30 milhões de euros de dinheiros públicos sem terem realizado nenhum trabalho. Os números são incríveis: o governo da Andaluzia entregou aos sindicatos (a troco de garantir a paz social) mais de mil milhões de euros entre 2001 e 2010. As duas centrais sindicais receberam, só em 2011 e 2012, mais de 220 milhões de euros de dinheiros públicos sem qualquer controlo. A prisão de um sindicalista nos últimos dias, fez acordar a sociedade  civil espanhola para esta realidade. É caso para perguntar: e em Portugal, tudo normal??? 


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Quinta-feira, 24 de Janeiro de 2013
por Carlos Faria

Esta semana o Governo de Passos Coelho teve duas boas notícias: a venda de dívida nos mercados a juros baixos (ou pelo menos bem inferiores à última antes da troika ainda no tempo de Sócrates) e o défice público de caixa inferior aos 5% acordados com a troika (muito inferior aos mais de 10% herdados do tempo de Sócrates e que nos aceleraram para a bancarrota).

Gosto de receber boas notícias e depois de uma série de más, sobretudo, de um conjunto de previsões pessimistas, marteladas pelos opositores até à exaustão e replicadas com toda a força pelos OCS, sabe bem respirar um pouco casos de sucesso.

Todavia nada de euforias!

Nunca escondi que sou mais defensor de reformas nas despesas do Estado do que pela austeridade, mas nunca exclui a necessidade desta última. Na minha opinião, o Governo não só se atrasou demasiado nas primeiras, como exagerou na segunda. Apesar de tudo, reformar o Estado vai merecer a mesma intensa oposição que mereceu a austeridade, vinda de interesses instalados, das sanguessugas do setor público, dos oportunistas políticos e das esquerdas mais radicais. Hoje viu-se como procuram, sem qualquer benefício para Portugal, retirar méritos ao Executivo, desvalorizar e desacreditar os sucessos desta semana, como se não precisássemos destes para conforto psicológico e, sobretudo, para criar um clima e perspetivas económicas favoráveis ao investimento. Eles que se diziam pelo crescimento, tudo têm feito para ver se desmoralizam a sociedade e, consequentemente, o investidor

O Governo agora tem dois casos de sucesso para argumentar que não está tão errado na sua estratégia quanto muitos diziam, espero que os saiba utilizar a favor do País, mas ainda acontecerão coisas menos boas, veremos mais previsões pessimistas e ainda há um risco de uma entidade a não aceitar determinados valores do défice por critérios estatísticos que não são saldos de caixa e o risco de falhanço não desapareceu.

Acendeu-se uma luz no fundo do túnel, mas ainda muitos vão tentar abater o teto deste para que não haja sucesso para Portugal, pois há, uns por ideologia e outros por interesses pessoais, quem queira mesmo que Portugal não se reforme neste sentido ou faça força para que tudo fique na mesma e o País não ultrapasse os problemas que está a atravessar.


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Terça-feira, 18 de Dezembro de 2012
por Francisco Castelo Branco

Não sou um admirador de Relvas e acho que o Ministro já há muito se devia ter demitido. No entanto, considero inaceitável esta campanha contra o braço direito de Passos Coelho. Em momento algum a oposição tem o direito de colocar em causa a honorabilidade de quem quer que seja. Isto vale para todas as oposições mas também para todos os governos. No entanto, quem quer conquistar o poder tem sempre uma ajudinha da comunicação social. É pena que a nossa politica seja assim. 


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Segunda-feira, 17 de Dezembro de 2012
por Carlos Faria

Embora não esteja de acordo com tudo o que Passos Coelho e o seu Governo têm dito ou feito nos últimos tempos, pelo menos tenho de reconhecer o mérito de o atual Primeiro-ministro agir não com um espírito populista, mas sim de acordo com um projeto que considera ser o melhor para Portugal.

Este comportamento de Passos Coelho consegue unir por vezes campos opostos, quando uns estão interessados em obter dividendos políticos face a medidas impopulares do Governo e outros em defender regalias pessoais, de classe, de grupo ou mesmo de partido.

As palavras de Passos Coelho sobre as reformas mais elevadas tiveram o mérito de mostrar algumas pessoas de esquerda, várias a favor do rompimento dos compromissos com a troika e os credores que consideram injusto, agora a pôr em primeiro plano o respeito pela palavra dada, os compromissos assumidos e até a defender os direitos de alguns privilegiados num sistema de reformas que permitia reformas douradas dentro de pessoas que trabalharam nalgumas instituições públicas, no que antes mereciam oportunisticamente crítica.

Nem sempre é possível manter a coerência de discurso quando o oportunismo políticos impera em cada momento e se existem incoerências ao longo do tempo nas palavras de Passos Coelho, não existem menos do lado de alguns opositores e esta, infelizmente, nem sempre surge por razões de Estado ou de altruísmo ou defesa dos mais fracos.


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Segunda-feira, 26 de Novembro de 2012
por Fernando Moreira de Sá

 

 

No Chicago Tribune, podem ler um artigo bastante crítico a Hollande e aconselhando-o a seguir o exemplo do governo português. Não fiquei surpreendido. Como sabem aqueles que leram os meus últimos escritos sobre o governo e as medidas que estão a ser seguidas, continuo muito céptico das opções fiscais seguidas pelo ministro das finanças. Não tenho nem evitado nem escondido as minhas sérias dúvidas (ler os artigos "Matar o doente com a cura").

 

No último fim de semana, na TSF, tive a oportunidade de ouvir o discurso de Pedro Passos Coelho na Madeira. Salvo melhor opinião, esta foi a sua melhor intervenção dos últimos meses. Explicou com clareza e foi, finalmente, um discurso político. É raro ver um político assumir e defender um caminho que, obvimente, é impopular. O objectivo dos politiqueiros é ganhar sempre e a qualquer custo. Os políticos a sério e sérios preferem fazer o que ainda não foi feito e precisa de o ser, mesmo que seja impopular. A sua decisão terá, na minha opinião, consequências terríveis para o seu partido já nas autárquicas de 2013. A minha dúvida reside apenas num ponto e que ponto: será este o caminho correcto para endireitar o país? Será desta forma que vamos ter uma economia saudável? Não sei. Na minha opinião, a política fiscal seguida por Gaspar vai prejudicar toda a estratégia (o melhor exemplo é o IVA da restauração). Não acredito que com esta gigantesca carga fiscal se recupere as finanças e a economia. O IVA e o IRS podem representar a morte da já diminuta classe média. Vamos ver. Posso, espero, estar enganado. 

 

Contudo, os portugueses, demonstram a sua inteligência. A oposição, sobretudo o PS, não apresenta alternativas. O Partido Socialista está enredado numa pouco discreta luta interna de poder com Seguro a fazer verdadeiros "pactos internos com o Diabo" e Costa a somar apoios atrás de apoios, até nas hostes de Seguro. Hoje, para mal dos nossos pecados, temos um Secretário-geral do PS que sempre que faz uma intervenção política está a falar para dentro, a procurar retirar espaço aos seus opositores em vez de falar para o país e se constituir, a si e ao seu partido, como uma alternativa. Ironicamente, faz mais oposição ao governo o CDS (simulando estar fora quando está dentro, bem dentro) do que Seguro.

 

Neste ano e meio de governo PSD/CDS muito foi feito. Externamente somam-se elogios. Internamente pairam as dúvidas. A crise em Espanha é bem mais profunda do que se pensa. Os nacionalismos (Basco, Catalão e Galego) podem fazer implodir o nosso vizinho. O caminho que hollande está a trilhar em França é um prenúncio de desastre. E as eleições na Alemanha tardam...Numa Europa adiada é caso para concluir que nada ajuda. Nada. Fica a coragem de Pedro Passos Coelho.

 

Por estes dias, só espero que a teimosia fiscal de Gaspar não deite tudo a perder...

 


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Sexta-feira, 23 de Novembro de 2012
por jfd

 


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Sábado, 20 de Outubro de 2012
por Rui C Pinto

Acabei de ouvir o discurso de António José Seguro na convenção autárquica do PS, em Felgueiras. (os media nacionais entraram em modo de campanha eleitoral e there's no turning back. só assim se explica que tal acontecimento político seja notícia)

 

É notável que todo o discurso político alternativo do secretário geral seja assente na acção do Banco Central Europeu... O PS devia ser processado por se recusar a fazer um discurso credível, realista e alternativo.

 

Enquanto os Antónios Costas desta vida andam entretidos com experiências de trânsito, a oposição ao governo continua a fazer-se nas ruas por manifestações "espontâneas". 


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Segunda-feira, 13 de Agosto de 2012
por jfd

"O que o Partido Socialista espera é o que todos os portugueses esperam, que o primeiro-ministro anuncie medidas claras que possam criar emprego, que possam combater o desemprego, que anuncie medidas claras que fomentem o crescimento económico"

DE


O PS continua fechado numa falta de identidade latente. Até o cabeça de lista às Europeias já manda recados para dentro do grupo parlamentar. É gritante a falta de rumo, estratégia e de visão para Portugal. É tudo reactivo.


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Segunda-feira, 9 de Abril de 2012
por Rodrigo Saraiva

Imaginemos que um político do chamado "arco governativo" defendia a manutenção de um organismo público. Um organismo cuja manutenção não se justificava, quer por os custos serem elevados, como por a sua estrutura ser pesada ou por já não ter procura suficiente, existindo um organismo na mesma zona que dá resposta às necessidades.

 

Agora a isto somamos que a certa altura se descobre que a mulher desse político trabalha nesse organismo. E, apenas mais um ligeiro pormenor, que a mulher e o político residem bem perto desse organismo.

 

é fácil imaginar as parangonas em jornais e as vozes da oposição da esquerda radical, certo?

 

Pensemos nisto quando ouvirmos algumas críticas ao encerramento da Maternidade Alfredo da Costa.


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por Francisca Almeida

Esta semana o jornal Público deu conta que o coordenador do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, pretendia afirmar em Atenas  que - e cito - "a rebelião dos gregos é um exemplo para todos" e que "as praças gregas são a voz da Europa". Confesso que, apesar de estar já habituada ao conhecido radicalismo do BE, não fiquei indiferente a tais declarações. Porventura a televisão de Francisco Louçã não transmitiu as mesmas imagens da praça Sintagma que tive a infelicidade de ver na minha?! Porventura pretende o BE ver, às portas da Assembleia da República, carros em chamas, homens encapuzados e escaramuças com as autoridades? É essa a alternativa da esquerda ao actual estado de coisas? Ironia do destino, uma greve de controladores aéreos  em França impediu Louçã de apelar à greve e à rebelião, logo no berço da democracia.

Seja como for, é por estas e por outras que o BE não é, e por este caminho dificilmente será, visto como um partido de governação ou de oposição séria à governação.  Porque aposta na política das ruas, em detrimento das respostas democráticas no seio do Parlamento e do Governo.

 

Por outro lado, o actual Governo não encontrará também no inseguro PS de Seguro uma oposição forte e - mais importante - um parceiro de reformas estruturais de longo prazo. As divergências no seio do partido passaram de discretas a ostensivas e ganharam uma dimensão de "Golpe de Estado" com a recente revisão dos Estatutos. O Grupo Parlamentar reflecte e protagoniza essas divergências, pelo que já nem aí a actual liderança do Partido Socialista, e à cabeça o líder da bancada Carlos Zorrinho, consegue disfarçar o tremendo incómodo em que se tornou a vida interna do Partido.

Poder-se-ia contudo pensar que são os próprios os principais prejudicados. E seria, de facto assim, não fossem as excepcionais circunstâncias políticas, económicas e sociais em que vivemos.

 

No momento actual é fácil perceber que quem perde é o país, os portugueses e a democracia. Numa altura em que o caminho de espinhos que teremos de trilhar para sairmos da difícil situação em que nos encontramos demanda uma especial serenidade, a esquerda radical apela à rebelião nas ruas. Num momento em que se exigem reformas estruturais de longo prazo, o principal partido da oposição e do arco da governação põe-se de fora e deixa em carteira a possibilidade de, chegando ao poder, inverter - a pretexto de qualquer cedência eleitoral - esse caminho reformista, com claro prejuízo para o país e para os portugueses.

O centro das preocupações de todos nós deve, por isso, estar também - ou até em primeira linha - no estado da oposição, cujo papel é hoje mais importante do que nunca.

 

E por cá?

 

Por cá o centro da polémica esteve, esta semana, unido em torno de uma varandim dourado plantado recentemente no Toural. Apesar das inúmeras utilidades que já lhe foram atribuídas, nomeadamente nas diversas fotomontagens que circulam nas redes sociais, parece não há forma de dar a volta aos "guimaranenses" de Ana Jotta...

 

(Crónica - Rádio Fundação, Guimarães)

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Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2012
por jfd

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Quarta-feira, 8 de Fevereiro de 2012
por jfd

Sem muito mais que dizer, fazer, ou sugerir, deu-se ontem a oposição ao papel de sujar e manchar a opinião pública com a ajuda dos meios de poluição social.

Um discurso perfeitamente enquadrado, consequente e coerente como já afirmei aqui, foi totalmente desmembrado da sua natureza e contexto e talhado com o corte ajustado a cada provocador reaccionário desejante de 15 minutos de palco para a sua não-causa.

Atacar. Destruir. Dividir. Atiçar. Parecem ser estes os mantras de quem, não estando a favor das políticas do Governo, pretende dar novo rumo a Portugal - saberá Deus como!

Tanto que poderiam ter aprendido com o actual Governo e seu líder aquando do seu papel construtivo na oposição. Mas é difícil atacar caminhos necessários, correctos e com resultados no médio e longo prazo, ainda que com grandes (necessários) custos a curto prazo.

Governar é difícil. Governar com responsabilidade e confiança no futuro ainda mais. Agora destruir irresponsavelmente aquilo que se faz e se vai fazendo e ainda com a complacência dos meios de poluição social é simples e de efeito imediato. Mas, perdurará aquilo que interessará no futuro e para esse mesmo futuro. Lá diz o ditado; Os cães ladram e a caravana passa. E só assim posso classificar uma retórica que pega em tudo o que é dito por este Governo e seu líder e não olha a meios para deturpar e virar o povo contra si próprio e os seus sacrifícios.

Continuaremos a caminhar para o nosso objectivo, mas era totalmente desnecessário este fogo amigo ao povo português.

Que vergonha de oposição.


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Terça-feira, 7 de Fevereiro de 2012
por jfd

O fim-de-semana deu-nos um Tó Zé pouco seguro do acordo assinado pelo anterior Governo; distanciou-se como um socialista foge da renúncia aos subsídios estatais. Mas tão somente para depois se saber que o iria honrar. Eu, pouco dado a relembrar passados tristonhos, cinzentos e de má memória, não vou de todo recordar o que dizia Tó Zé durante a discussão do tal acordo, nem que oposição fez ao seu antecessor nem sequer lembrar quem nele votou em massa desta volta. Ups...

Tão dados que eles andam em ler o Wall Street Journal e o FT nas suas mil e uma análises ao caso português, será que hoje tomaram nota do The Guardian e a sua análise à falta de identidade da esquerda portuguesa?

 

António José Seguro, the current PS leader, can't be a strong voice as opposition since PS subscribed to the troika's demands.

 


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Sexta-feira, 3 de Fevereiro de 2012
por Rodrigo Saraiva

O governo apresenta para consulta pública a proposta da nova lei para o cinema e audiovisual, elogiada por João Botelho, mas os arautos da cultura preferem andar a discutir a aplicação ou não do acordo ortográfico numa fundação de direito privado.


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por jfd

Sem rumo, sem assunto, sem ideias, sem líder.

 


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