Quarta-feira, 3 de Julho de 2013
por Alexandre Poço

 

Pedro Passos Coelho


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Terça-feira, 2 de Julho de 2013
por jfd

Este dia ficará para a história. Pela loucura de comentadores, jornalistas e políticos. Pelo povo de boca aberta.

Amanhã continuaremos com a troika, com a necessidade de recuperação económica e financeira e a vital reforma do Estado.

De todos os atores de hoje destaco a hombridade, lealdade e seriedade para com Portugal e a sua missão como chefe do Governo de Pedro Passos Coelho. Conta comigo, eu acredito.

 

Pela negativa, e com muito asco, lamento o jornalismo e o ruído de fundo que temos neste Portugal.

 

Portugal está primeiro!

Espero que se tenha lembrado disso hoje.


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Quarta-feira, 15 de Maio de 2013
por Alexandre Poço

Passos em económica e Sócrates em executiva

 

"Tão perto e tão longe, o primeiro-ministro Pedro Passos Coelho viajou em classe económica, obrigado pela regra que impôs a todo o governo no início do mandato. Livre de tais constrangimentos, o ex-primeiro-ministro e comentador dominical da RTP, José Sócrates, viajou em executiva. Onde, aliás, era o único passageiro."


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Domingo, 3 de Março de 2013
por Fernando Moreira de Sá

Ontem Portugal gritou.

 

Desta vez não foi um silêncio ensurdecedor.

Ontem, no Porto, em Braga, em Vila Real, em Coimbra, em Faro, Portimão, Castelo Branco, Évora, Lisboa e outras mais, os portugueses e as portuguesas desceram ruas e juntaram-se nas suas praças.

Para muitos comentadores e outros tantos desconhecedores da realidade em que Portugal e os portugueses mergulharam, foi uma manifestação contra a troika, o Governo e o Presidente da República.  Não foi tão redutor.

 

Os portugueses foram para a rua pelo desespero em que estão mergulhados. Vidas interrompidas. Os mais velhos por se verem espoliados de parte substancial da sua reforma a que tinham e continuam a ter direito. Os mais jovens por se terem apercebido de que não passou de uma miragem a oportunidade que lhes foi vendida pelo canudo obtido. A geração da minha irmã pela angústia de não saberem que futuro dar aos filhos e como sustentar o dia a dia. As crianças pelo desespero que sentem nos olhares dos seus progenitores. Os pequenos e médios empresários por estarem em pânico perante o esbulho fiscal que lhes retira qualquer esperança de recuperação. A minha geração por não saber, na realidade, se fica ou parte.

 

Todos estes portugueses, a esmagadora maioria dos portugueses, olha para a realidade quotidiana e ficam mudos de espanto: o ministro das finanças, na sua frieza imperturbável, não acerta numa previsão, num número que seja. Várias vozes o avisaram, publicamente, que quanto mais se sobe os impostos, mais diminuiu a receita. Nada. O resultado está à vista.  O completo desastre.

Gaspar faz-me recordar aqueles professores universitários, apelidados de génios deste mundo e do outro que, quando numa sala de aulas, falam para os alunos do alto da sua soberba e os estudantes, atónitos, não percebem palavra do que o homem diz. Metade desiste e a outra metade faz um enorme esforço. No final, a taxa de reprovação é esmagadora e a culpa, obviamente, não é do génio. São os alunos que não se esforçaram por aprender. O problema é que Portugal não é uma cadeira de uma qualquer licenciatura nem os portugueses uma mera turma de universitários.

 

Ao princípio pensei que o problema do Governo era a comunicação. Hoje, sinceramente e sem meias palavras, percebo o erro. A questão é outra. Temos um Governo, legitimamente eleito pela maioria dos portugueses que expressaram a sua vontade votando no PSD e no CDS, completamente refém de um ministro das finanças e sua “tropa de elite técnica” desfasados da realidade. Não conhecem o país, não conhecem os portugueses e do pouco que não ignoram, detestam profundamente. No fundo, no fundo, nós metemos-lhes asco. Para eles, somos nós que estamos mal, que estamos errados, que somos umas nulidades.

 

A maioria dos portugueses acreditou em Pedro Passos Coelho. Na suas ideias, na sua forma de estar e na esperança que transmitia. Foi nele que os portugueses votaram. Não foi em nenhum Gaspar. Foi nele que depositámos o nosso futuro. A esmagadora maioria dos portugueses sabia, perfeitamente, quem foram os culpados da situação em que Portugal se encontrava em 2010 e disso deram a devida nota nessas eleições. Os portugueses sabiam, que ninguém se iluda, que a situação que Pedro Passos Coelho iria encontrar seria bem pior do que aquilo que nos fora contado. Sabiam, não façam dos portugueses nem burros nem tolos. Até podem aparentar, fruto de cedo terem aprendido que, em relação a certas espécies, é conveniente alguma dose de manha. A Pedro Passos Coelho só se pedia seriedade e competência. Não era pouco. Era o necessário para salvar os dedos.

 

Por isso mesmo, a maioria dos portugueses que ontem foi para a rua, fizeram-no como um aviso. Um último aviso. A quem? À troika? Não, essa é menor nesta equação. Ao Governo? Não, esse não conta para este campeonato. Ao Presidente da República? Não, esse, para mal de todos nós, deixou de existir no dia em que se lamentou da sua reforma. Não, a maioria dos portugueses foi para a rua dar um último aviso a quem pode, ainda, resolver: Pedro Passos Coelho.

 

Os portugueses, a maioria, não quer eleições. Não acredita que Seguro seja solução e teme soluções radicais. Estamos mal, muito mal mas, felizmente, ainda estamos vivos.

 

Desta vez, foram pacificamente para a rua por ainda lhes restar um mínimo de esperança. A esperança de que Pedro Passos Coelho assuma que é ele o Primeiro-ministro de Portugal, que é ele que comanda a Nação e é dele a responsabilidade primeira. A ele cabe escolher ministros políticos para fazer política e técnicos competentes para auxiliar os políticos a executar as medidas necessárias para recuperar a economia e, com ela, a criação de postos de trabalho, de riqueza. Só dessa forma se pagam dívidas. E só dessa forma, quem nos emprestou volta a ter esperança de receber. O pior para os credores é o incumprimentos ou os perdões de dívida...

 

Caso contrário está tudo perdido. O Governo irá cair, Portugal mergulhará numa das piores crises políticas e económicas da sua história. Os portugueses não iriam perdoar nem ao PSD nem ao CDS e o castigo nas urnas, já em outubro, seria exemplar. Será o princípio do fim. Sem perdão.

 

 

 


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Sexta-feira, 21 de Setembro de 2012
por Francisco Castelo Branco

Uma das qualidades que mais admiro em Passos Coelho é a sua honestidade. Tanto a nível pessoal como político. Às vezes é dificil despir o fato de Primeiro-Ministro e não mostrar o homem por detrás do político. No entanto, este PM tem revelado enorme autenticidade. Isso tem a ver não só com as suas origens mas sobretudo com o facto de acreditar em valores e princípios. O facto de o Governo estar a ir para além da troika pode ser perigoso, visto que ainda vivemos num país onde os brandos costumes socialistas perduram. 

Ao contrário do que acontecia com Socrates, Passos Coelho não tem uma atitude arrogante. É bom que se bata pelo que é melhor para o país, mas é igualmente importante que oiça os vários sectores da sociedade. Esta frase proferida no debate quinzenal de hoje é a prova que Passos Coelho está aberto ao diálogo. Penso mesmo que esta questão da TSU será resolvida em concertação social e de modo a proteger aqueles que têm menos rendimentos. Apesar de algumas medidas excessivas, é verdade que o Governo tem adoptado uma postura de preocupação relativamente aos mais fracos. O problema é que muitas iniciativas passam ao lado e não são sequer notícia. Por exemplo, não me lembro da esquerda ter dito uma palavra que fosse sobre os impostos sobre os grandes rendimentos e bens de luxo.


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Quinta-feira, 20 de Setembro de 2012
por Diogo Agostinho

Alguém tem o número de telemóvel ou e-mail do Paulo Portas que possa dar ao Passos Coelho? 


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Segunda-feira, 10 de Setembro de 2012
por Filipe Miranda Ferreira

 

O anúncio da última sexta-feira protagonizado por Pedro Passos Coelho foi um verdadeiro game changer político em Portugal. Se até aqui a Coligação PSD/CDS estava dependente apenas de si, a nível interno, e dos avanços e recuos europeus, a nível externo, desde sexta-feira que me parece que estamos perante uma nova realidade.

De uma só vez, afastou-se o PS do consenso necessário para que a aplicação do memorando da troika tenha sucesso, deu-se o pretexto para que a futura aproximação PS/BE seja uma realidade, conseguiu-se colocar contra o Governo a sua base eleitoral de apoio, abriu-se a porta para mais um parecer negativo do Tribunal Constitucional, aumentou-se a importância estratégica do PCP como última barreira à formação de uma maioria de esquerda e, last but not the least, deu-se um forte golpe na esperança dos portugueses, a quem se tem dito que o pior da tempestade já tinha passado e que estávamos a caminho de um porto de abrigo.

Continuo a acreditar que apesar das dificuldades este é o caminho que deve ser trilhado. A coragem de Passos Coelho de dar a cara a falar verdade aos portugueses deve ser louvada e é uma importante distinção dos anos de ilusionismo que todos queremos ver pelas costas. Importa agora esclarecer os portugueses sobre tudo aquilo que não foi falado com mais profundidade na intervenção de sexta-feira e acima de tudo, colocar o Governo, todo o Governo, a explicar aos portugueses o porque destas mudanças. Não pode existir espaço para hesitações. O momento é agora.


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Sexta-feira, 7 de Setembro de 2012
por Maurício Barra

A opção de Passos Coelho de ser ele "que dará as más notícias aos portugueses" começa a ter efeito.

Imediatamente após o BCE anunciar as novas disposições sobre a compra de dívida pública que, no caso de Portugal, poderão ser claramente vantajosas porque Portugal tem cumprido escrupulosamente o acordo com a troika - e só será elegível se o continuar a cumprir -, eis que aparece a dar a boa notícia... António José Seguro.

O PS que nos colocou na bancarrota tem a lata de "esquecer o passado" e aparecer como o informador de benefícios que são consequência da gestão do actual Governo. O Primeiro Ministro, esse, continua a dar-nos as más notícias das medidas que foi obrigado a impor aos portugueses para resolver que o PS nos deixou.

No Governo ainda ninguém reparou que não há percepção eficaz de uma política sem gestão eficaz de comunicação dessa política? 


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Terça-feira, 14 de Agosto de 2012
por jfd

"Há ainda quem pense que o regabofe pode voltar. Enganam-se"




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Sexta-feira, 3 de Agosto de 2012
por José Meireles Graça

Com perdão da snobeira, não me passaria pela cabeça passar férias na Manta Rota. Nem aliás em nenhum outro sítio onde seja preciso disputar cinco metros quadrados para estender uma tolha para nela frigir em grande desconforto, com sérios riscos de aumentar as probabilidades de cancro da pele, e com prováveis infiltrações de areia nas partes pudibundas. Isto enquanto as crianças gritam, os banhistas espadanam água alacremente e não se dá dez passos sem ter que evitar a inevitável bola dos inevitáveis desportistas.

 

Mas isto sou eu. Passos Coelho sempre foi, parece, para a Manta Rota em gozo de férias, pelo que presumo gosta. E pelos vistos gosta o suficiente para acrescentar ao incómodo que eu teria e ele não tem a curiosidade pública, os guarda-costas, as fotografias e filmagens indiscretas, e as reportagens tolas.

 

Numa destas reportagens, na Sic-N, uma popular insurgia-se contra a guarda policial, dizendo irada: Quem julga ele que é? Não é mais ca nós!

 

Olha, ó minha concidadã regateira: o teu "nós", pela aragem, deve ser o "nós" do BE ou do PCP. Porque confundes o teu direito de voto, que é como deve ser igual ao de Passos e ao meu ou qualquer outro, com o tratamento igual de situações desiguais: ninguém te quer agredir, ou insultar, ou atacar, ao contrário do que acontece ao PM.

 

Ignoro se Passos quis marcar um ponto político, dizendo ao eleitor comum: não sou diferente de ti. Ou insistir no seu direito a não alterar os hábitos por causa da sua nova condição.

 

Espero que não seja o primeiro caso, ainda que tivesse a minha admiração pelo sacrifício; no segundo tê-la-ia pela teimosia.


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Quinta-feira, 26 de Julho de 2012
por José Meireles Graça

Daniel Oliveira resolveu não querer compreender o que Passos Coelho disse, porque o disse, em que contexto o disse. Vai daí, lança-se numa extensa e desnecessária defesa da Democracia, que Passos não pôs, de nenhuma forma, em causa.

O exercício não me parece inteiramente honesto: fazer-se de parvo para ganhar um ponto a encher colunas de jornal pontificando sobre a irrefragável incapacidade de Passos, e portanto da "Direita", para entender o regime democrático é, entre outras coisas, pouco ... democrático.

Ia escrever sobre isto. No entretanto tropecei neste texto de uma Amiga e confrade, que explica a coisa superiormente. Dispenso-me assim de elaborar: nunca ninguém me viu a mudar um pneu se tiver ao lado quem mude pneus melhor do que eu.


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Quarta-feira, 25 de Julho de 2012
por Rodrigo Saraiva

E depois de mais uma tirada de Pedro Passos Coelho com uma linguagem, uns dirão corriqueira, mas eu prefiro corrente, lá surgem os arautos e virgens ofendidas a mostrarem-se escandalizados com tal léxico.

 

Percebe-se o seu nervosismo disfarçado de indignação. Não estão habituados a tal frontalidade. E sabem que é genuíno o que disse o Primeiro-ministro.

 

Mas dando de barato que alguns vociferem  o seu agastamento, não se percebe a falta de vergonha de outros. Ora vejamos quem – olha quem – veio criticar Pedro Passos Coelho dizendo que a sua frase «não é própria de um democrata». Cliquem à vontade que até tem vídeo.

 

E como tem vídeo, recordemos igualmente em vídeo um grande momento deste exemplo de democrata:

 

 

Há quem não tenha a palavra “decoro” no seu próprio dicionário.


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Segunda-feira, 25 de Junho de 2012
por Rodrigo Saraiva

"A moção de censura do PCP ao Governo é dirigida contra o mundo e a realidade"

 

"Quem nunca se deixou enganar pelo PCP foi o povo português"

 

Pedro Passos Coelho em resposta à moção de censura apresentada pelo PCP


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Segunda-feira, 14 de Maio de 2012
por Filipa Rilhas Reis

Ultimamente vejo os comentários às declarações do Passos Coelho, e só consigo lembrar-me daquelas garotinhas apaixonadas e cegas que distorcem o que se é dito, e só vêem o que querem ver.

Eu explico. Uma jovem apaixonada perde a lucidez. Ela sonha. Faz filmes. Desliga os reactores da razoabilidade e do bom senso. E quando em conversa o ser amado profere a palavra "branco", ela perde-se em grandes análises ao que foi dito. E faz um raciocínio do género: "ele disse-me branco, branco é a cor das paredes das casas, branco é paz, a neve é branca, logo o que ele disse foi -quero ir contigo para a neve em Pas de la Casa-".

Há pessoas que pensam assim. Juro. Igualzinho aos milhares de ouvidos moucos que tecem comentários por aí. O Passos Coelho diz piegas numa premissa contextualizada e acabam a dar-lhe uma conclusão sem nexo. O homem fala de novas oportunidades no desemprego, procurando ter um discurso positivo num congresso de empreendedores, e é um ai meu Deus, o malvado do pior que ele é.

Posto isto, queridos e queridas analistas de pacotilha, desejo para vós o mesmo que desejo a mocinhas apaixonadas que vivem fora da realidade, procurem ser bem amados. Um amor lúcido e sereno vai trazer-vos razoabilidade.


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por Francisco Castelo Branco

Passos Coelho foi ontem à Feira do Livro. Durante a sua visita informal, o PM foi vaiado por alguns manifestantes que se encontravam por lá, não a comprar livros mas talvez a descansar da manifestação do dia anterior.

A pequena contestação não tem importância sob o ponto de vista político, mas é notícia em qualquer diário.

Por mais insignificantes que sejam os assobios e/ou insultos, a imagem do PM pode começar a ficar desgastada quando ainda nem sequer completou um ano à frente do Governo. Infelizmente, são estes pequenos episódios que a comunicação social consegue transformar em algo de importante, e com isso prejudicar a popularidade de um PM. E neste momento, Passos Coelho necessita de manifestações de apoio.

Contudo, essas não são relatadas pelos órgãos de informação.

O Primeiro-Ministro devia resguardar-se mais neste tipo de eventos mais "informais".


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Domingo, 13 de Maio de 2012
por jfd

E a caravana passa.

Enquanto o Expresso faz das gordas o seu ganha pão, pouco eco se faz de uma das maiores batalhas ganhas por este Governo com menos de um ano, no que toca ao reformismo, exactamente pelas mãos do visado MAAP.

Num projecto que sempre disse não desistir, mesmo que o custo fosse a sua carreira política, o MAAP fez aprovar em Conselho de Ministros a reforma do Poder Local. Mexe com cerca de 200 empresas municipais e irão desaparecer entre 600 a 1200 chefias das mesmas de todo o espectro político. Todos os partidos se moveram. Mas este ministro e este Governo não vacilaram. Pois os sacrifícios que são pedidos aos Portugueses são-no em dobro exigidos ao pesado Estado.

Mas que interessa aos senhores pundits, opinioneiros e opinonalistas, sem falar na comunicação social, explicar isto a um povo que se alimenta de gordas e que para lá delas não quer sequer saber?

Este Governo, repito, fez mais em menos de um ano de poder, do que se podia esperar tendo em conta as adversidades. E nós, portugueses, teremos um futuro para o reconhecer. Mas que fique claro: o Governo não o faz sozinho. Tem os portugueses a acompanhar. E por mais que as franjas queiram colocar portugueses contra portugueses e portugueses contra o Governo e ainda todos os estrangeiros que escolheram Portugal para fazer a sua vida, o caminho é o certo.

Mas como eu disse esta é apenas uma batalha, e muitas mais virão. Portugal sério e justo. O prometido será cumprido. O fim da batota como tão bem colocou Pedro Passos Coelho desde que se apresentou a candidato ao PSD pela primeira vez.


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por jfd

Pois é, caros do Jugular. De facto, o Tiro pela Culatra.

Que bonito é brincar às frases e palavras e tirar as coisas de contexto.

Que bonito é não ver the big picture mas sim fazer análises de ocasião que servem de gasolina para uma fogueira que lentamente consumia o nosso país e que este Governo nada mais tem feito que, com cabeça estruturada e sustentada, atirado água.

Que bonito que é ver Seguro no seu novo discurso alimentado desde as pilhas novas compradas em Paris. Esqueceu rapidamente o antigo.

Que prestígio para aquilo que sempre foi, ao lutar com aquilo que agora é e terá de ser a bem de todos nós.

Pedro Passos Coelho falou. Para um novo Portugal. Para aquilo que temos de ser. Deixar de ser coitadinhos. E avançar para a frente.

Como pais, filhos, avós, netos, sobrinhos, temos um dever para com os nossos familiares e com o nosso futuro. Não baixar os braços e ao invés de ir pedir pelo fim do capitalismo, encarar os novos tempos como o mais corajoso dos forcados. Esta é a hora de acção e de mudança e não de repetição de fórmulas e discursos passados.

 

 

(...) Defendi que tudo deveríamos fazer para transformar as crises numa nova oportunidade (...)


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Sábado, 12 de Maio de 2012
por jfd

Não há paciência para este senhor e a irresponsabilidade de declarações que infelizmente são ouvidas e tidas como lei por tanta gente por esse Portugal fora.

O comentador político Marcelo Rebelo de Sousa avaliou hoje a intervenção do primeiro-ministro sobre o desemprego como "desequilibrada" e explicou que lhe faltou uma palavra de compreensão para o "lado negativo" do que é estar desempregado.

Em Guimarães para uma conferência subordinada ao tema "Solidariedade em Portugal 2012", o professor e comentador Marcelo Rebelo de Sousa afirmou no final à Lusa que Pedro Passos Coelho tem uma "deformação" por ser "muito explicativo".(...)

O ideal certamente é voltar aos vendedores de banha da cobra.

Faça-me o favor!


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por jfd

Oiço e leio em telejornais, revistas, jornais e demais notícias de um país desesperado e em crise. São histórias verdadeiras e às quais se deve dar a maior importância e relevância.

Oiço falar de um Governo que puxa para baixo e que não apresenta nem medidas nem mostra optimismo.

Gordas de semanários que com muita soberba, semana após semana, têm mais uma história para entreter quem ainda os compra.

Desta vez receber emails e SMS dá para vender jornais. Diga o que disser o MP ou fale ou não fale o já irrelevante PGR. O que interessa é lançar dúvida sobre o Governo, as suas pessoas e vender mais dois ou três jornais. Depois lá virão os de sempre falar e afirmar, opinar e sentenciar.

Claro que o facto de que existe disponibilidade imediata para responder no Parlamento a qualquer questões dos representantes do Povo não tem já muito valor, o que interessa é mesmo imprimir as gordas, fazer grandes oráculos ou belos separadores nas rádios.

Pelo meio vem o PM exaltar por alguma positividade numa verdadeira e preocupante crise de desemprego. Que seja este, que é preocupante, encarado como não o fim mas sim como uma oportunidade para algo que poderá vir mais tarde que mais cedo, mas que virá.

O ministro das Finanças vê o número do desemprego com preocupação, o PM quer que se veja o desemprego não como um estigma mas sim como uma oportunidade. E pronto lá se foi o Carmo e a Trindade; é uma grande contradição. E os jornalistas, os sérios e os menos sérios, os seniores e os juniores lá vão a percorrer a não notícia como uma sanguessuga procura sangue para se alimentar.

Pedro Passos Coelho? Foi ofensa. Não sabe da vida dos portugueses. É insensível.

Não dá para andar em frente num país onde a miséria e a desgraça vende e alimenta e ainda dá prazer a quem dela sobrevive.

Que se respeitem as pessoas que estão a puxar pelo país: os Portugueses. Com a vital ajuda de um Governo pragmático e sem discursos de circunstância nem cenários de oásis secos e castanhos.


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Segunda-feira, 30 de Abril de 2012
por jfd

Como é que se entra na história?

Falando sobre tudo e mais alguma coisa, dormindo trinta minutos por ano e fugindo a tudo o que é desafio que implique sufrágio?

Não percebo.

O que disse outro grande pensador, Bush o segundo, sobre a história?

 

"One of the things important about history is to remember the true history." -- George W. Bush, Washington, D.C., June 6, 2008


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Sexta-feira, 27 de Abril de 2012
por Sérgio Azevedo

Seguro hoje na Assembleia da República: "Sr. Primeiro Ministro, escolheu o seu caminho. Boa viagem, vai sozinho!". Isto é como diz o ditado, "antes só que mal acompanhado".


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Terça-feira, 17 de Abril de 2012
por Rodrigo Saraiva

Alberto da Ponte é daqueles gestores que se admiram, pelo percurso e resultados. Em tempo de balanço da sua liderança na Central de Cervejas, em que colocou a Sagres a liderar o mercado, dá uma entrevista ao Diário Económico onde também são abordados outros temas. Gosto particularmente das respostas com a sua opinião sobre Pedro Passos Coelho e António Pires de Lima, sendo que destaco a relativa ao Primeiro-ministro:

 

“é provavelmente o melhor primeiro-ministro desde Francisco Sá Carneiro. Ambos têm uma coisa extraordinária: um equilíbrio perfeito entre a inteligência emocional e a inteligência pragmática. Passos Coelho é um homem frio, mas ao mesmo tempo sabe comunicar e ser humano. Sou adepto dele, tenho confiança nele, mas não tem a ver com cor política, é um homem que admiro.”


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Quinta-feira, 8 de Março de 2012
por jfd


(...)As partículas carregadas que hoje irão “bombardear” o nosso planeta foram expelidas pelo Sol no início desta semana, à velocidade de 7,2 milhões de quilómetros por hora, devido a uma tempestade solar(...)


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Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2012
por jfd


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Quarta-feira, 22 de Fevereiro de 2012
por jfd

Que interessante é assistir à malta rosa toda excitada com as intenções do Governo de direita britânico tão somente para poder colocar em causa o primeiro-ministro português.

Só não é mais interessante de tão triste que é...


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Segunda-feira, 20 de Fevereiro de 2012
por jfd

O Portugal da comunicação social está estúpido. Parvo. Atónito. Espantado.

Continua sem saber como reagir a um Primeiro-Ministro que é responsável, consequente, tranquilo, eloquente, empenhado e preocupado. Quando fala de improviso, diz o que pensa e pensa no que diz, falando para o país e para o mundo. Fala para os políticos e para o povo. Quando é necessário e quando convém.

O Portugal da comunicação social quase se assemelha a uma conversa de café de quaisquer pundits de terceira linha ou qualquer timeline reaccionária desejosa de fogo posto, vidros partidos e desordem geral nas nossas ruas.

Faz confusão a ordem reinante. Faz confusão o aceitar de sacrifícios. Faz confusão que se diga que ainda vamos piorar mais antes de melhorar de facto. Faz confusão que, como já disse, não se tenha alterado o fado deste país em menos de um ano de Governo. Fado esse que já tem centenas de anos. Governo este que nem oito meses tem.

O Portugal da comunicação social quer é casos. Comporta-se como líderes sindicalistas de linha dura mas com a k7 convertida em digital.

É o apupo, a manipulação, a manifestação, a segurança reforçada, a retenção retroactiva, o desafio, a clivagem, o desespero, a desgraça, o abuso. É sempre o ponto, nunca o contraponto. É sempre o mau, nunca o bom. É sempre o esforço, nunca a recompensa.

É sempre animar, entreter, cativar, vender e explorar. 

Felizmente a caravana, e a bem de todos nós, vai passando.


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Terça-feira, 7 de Fevereiro de 2012
por jfd

(...)"Mas caramba! Não pode ser sempre a sorte. Quando as pessoas percebem que o que estamos a fazer está bem feito; então devemos persistir, ser exigentes, não sermos piegas e não termos pena dos alunos, coitadinhos,  que sofrem tanto para aprender. Nunca conheci um aluno que anos mais tarde louvasse os professores que facilitassem ou que não tivessem cumprido devidamente a sua missão."(...)

 

 

Quem quer entender, entende. Quem quer fazer mais filmes, assobiar para o lado e fingir que não tem de se responsabilizar com o seu futuro, continua com o circo.

 

Pedro Passos Coelho fez um discurso consequente, coerente, e de esperança. Os que lhe são críticos devem-no ouvir de fio a pavio e depois sim, contextualizar toda a histeria das redes sociais e dos jornais e afins. É duro ser este Primeiro-Ministro. Mas dá-me gosto e orgulho apoiar sem reservas e sem vergonha.

 

*alterado com frase corrigida


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Quarta-feira, 1 de Fevereiro de 2012
por Mr. Brown

Gerou-se alguma celeuma no twitter por causa das declarações de Passos Coelho em que este garante que vai cumprir o acordado com a troika «custe o que custar». Para começar não é nada de novo em relação ao que foi o discurso de campanha que o levou ao poder: existem promessas não cumpridas, mas neste caso a honestidade foi total e ninguém votou ao engano. E depois vamos lá ver se nos entendemos: o que esperam que o primeiro-ministro diga, que não quer cumprir o que foi acordado? A partir do momento em que assinamos o memorando, assumindo que estávamos de boa fé - não sei se todos os que o assinaram estavam -, temos de demonstrar vontade de o cumprir. E o primeiro-ministro em público deve bater sempre nessa tecla: é nossa firme intenção cumprir o acordado. Mas será possível cumpri-lo, é realista, ainda para mais sabendo que as circunstâncias terão mudado? Talvez não. De igual forma, parece-me totalmente irrealista que Portugal tenha «o objectivo de voltar aos mercados em 2013» e ainda assim Passos Coelho não pode ter outro discurso. É que repito: devemos deixar evidente e absolutamente claro lá para fora que se por algum motivo o que estiver acordado falhar, nunca será por falta de vontade e empenho nosso.

Também por isso, se alguma correcção de rota for necessária, ela deve ser discutida à porta fechada, nas reuniões privadas com a troika, nunca na praça pública. Ou não foi possível chegar a entendimento com a troika sobre a questão da TSU? Foi, provando que nem o Governo, nem a troika, ignoram que alguns ajustamentos podem e devem ser necessários. Mas é bom recordar que quando se trata de renegociar as metas para o défice e os prazos estamos sempre a falar em ir pedir mais dinheiro. E o quê que tem acontecido aos gregos sempre que têm necessitado de mais dinheiro? Novas e mais pesadas condições, isto para não falar na ameaça de uma limitação, ainda maior, da sua soberania. Logo, nós até podemos acabar como os gregos, a precisar de novo empréstimo e de um "perdão" da dívida, mas não devemos passar lá para fora a ideia de que, tal como eles, nunca tivemos grande vontade em cumprir o acordado.

E chamo a atenção para isto, que tem passado algo despercebido: «se, por razões externas que não tenham que ver com o cumprimento do programa, Portugal ou a Irlanda, não estiverem em condições de regressar ao mercado na data que está fixada, o Fundo Monetário Internacional e a União Europeia manterão a ajuda a estes dois países». Por isso, interessa lá que Passos diga que tem como objectivo voltar aos mercados em 2013 ou não. Se é isso que os alemães querem ouvir, é isso que Passos deve dizer. Entretanto, óptimo mesmo seria chegar a 2013 com a garantia de que lá fora dariam como certo que tínhamos cumprido o que acordamos. Até porque, repetindo uma ideia minha, o sucesso deste Governo não se medirá pela existência ou não de um segundo resgate, mas sim pelas condições que nos forem impostas aquando desse mesmo resgate. É bom que se perceba isso.


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Quarta-feira, 23 de Novembro de 2011
por Ricardo Vicente

Portugal: Pedro Passos Coelho: Reestruturar a dívida já.

Grécia: Lucas Papademos: Reestruturar a dívida já.

Irlanda: Enda Kenny: Reestruturar a dívida já.

 

Ou ainda vão continuar à espera que o Sarkozy e a Merkel vão a eleições? Já chega de tanto esperar! E aqueles dois miseráveis nem sequer as vão ganhar!

Durão Barroso tem razão: é preciso eurobonds. MAS só como instrumento da reestruturação e NÃO para altos vôos federalistas que não têm suporte democrático nem desejabilidade eleitoral nem realismo político.

 

P.S.: Ler mais nos seguintes linques: default/reestruturação, default "no" Forte, default "no" Albergue, to default or not to default.


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por Ricardo Vicente

Há em Portugal treze feriados (a Páscoa não conta para estas contas porque ocorre sempre ao Domingo). Desde que se dê valor aos seus vários significados, aquele número não é exagerado. O problema está nas pontes e tolerâncias de ponto do sector público - e na pouca importância que o país atribui a alguns deles. O fundamental não é pois o seu número mas o seu valor. E que valor têm?

 

Os feriados relevam para a identidade nacional, o que está num plano superior ao das considerações económicas. Daí ser triste que este debate surja agora a propósito de uma crise. A identidade nacional está ou deveria estar antes da economia. Este é pois mais um daqueles temas que são em primeiro lugar políticos e históricos e só depois económicos (como por exemplo o do serviço público de televisão).

 

Atendendo aos significados e à identidade portuguesa, concordo com a proposta do Governo de abolir o Cinco de Outubro e o Primeiro de Dezembro. Quanto ao feriado da República, pouco ou nada merece celebração do que se passou entre cinco de Outubro de 1910 e vinte e cinco de Abril de 1974. E o que aconteceu a partir desta última data já tem feriado próprio. O Primeiro de Dezembro merece ser abolido não pelo seu conteúdo mas porque há muito que deixou de gerar qualquer adesão popular. A nossa total independência face às aristocracias espanholas está mais do que garantida; os factos daquele feriado estão mais do que sedimentados; para a nossa identidade nacional já não releva a nossa oposição ou diferenciação face à Espanha. Justifica-se pois o fim deste feriado por bons motivos.

 

Se a crise pudesse justificar a abolição de um feriado, esse só poderia ser o Primeiro de Maio. Foi a expansão irrealista, desmesurada e populista do Estado social que levou à crise do endividamento. Muito do Estado social foi empolado pelas "narrativas" dos direitos do trabalho. Muitas eleições foram ganhas com a promessa de o Estado criar empregos na administração pública: empregos de produtividade duvidosa em troca de votos. Enfim, muito da actual bancarrota se deve aos "direitos adquiridos", estando uma boa parte deles cristalizados no Direito do Trabalho português.

 

Finalmente, só no fim, pensar "economicamente" os feriados. Será que eles afectam alguma coisa? É possível dizer que os países falidos têm significativamente mais feriados do que os Estados com finanças sólidas? Há estudos sobre o assunto? A minha intuição é que o número dos feriados não é significativamente determinante de coisa nenhuma.


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