Sexta-feira, 19 de Julho de 2013
por Alexandre Guerra

Linha de chegada da 19ª etapa do Tour em Le Grand-Bornand, 19 de Julho de 2013/Foto: Le Tour

 

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Quinta-feira, 11 de Julho de 2013
por Pedro Correia

Escutei hoje com atenção a Antena Aberta, da RTP N. Escutei hoje com atenção a Opinião Pública, da SIC Notícias. Foi quanto bastou: adquiri a certeza de que o país está salvo.

Ouvi frases de esclarecidos "populares" como esta: "Um país tão pequeno com tantos deputados é um caos total." Ou esta: "Depois do 25 de Abril os políticos venderam o País completamente." Ou ainda esta: "É preciso um governo que faça recolher os partidos e os sindicatos às cavernas durante vinte anos!"

Com tal caldo de cultura - abençoado por uma certa intelectualidade lisboeta que não esconde o seu imeeeeenso horrrrrrror pela existência de estruturas partidárias - não admira que se multipliquem ocorrências deste género, sem encontrarem a resposta adequada dos que deviam figurar na primeira linha da defesa das instituições democráticas.

Quem grita "fascismo nunca mais" na Assembleia da República parece desconhecer que o primeiro passo de todos os fascismos é descredibilizar os parlamentos. O segundo é encerrá-los.

 

Nos fóruns da "democracia televisiva", os "populares" foram designando sem rodeios nomes de putativos chefes de um governo de "salvação nacional", correspondendo ao aparente desígnio do Presidente da República.

Fui anotando esses nomes, com minuciosa reverência: Bagão Felix, Adriano Moreira, Jorge Miranda, Vital Moreira, Silva Peneda, Guilherme Oliveira Martins, Rui Rio, Marcelo Rebelo de Sousa.

Pelo menos estes foram mencionados. Mas admito que haja muitos outros. Freitas do Amaral, que também poderia figurar nesta lista, aludiu num recente serão televisivo a "pelo menos quinze ou vinte".

 

Ditosa pátria que tantos salvadores tem.

 


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Terça-feira, 9 de Julho de 2013
por Fernando Moreira de Sá

Só posso dizer, é isto:


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Quarta-feira, 26 de Junho de 2013
por Alexandre Guerra

Michelle Brito festeja a vitória sobre Maria Sharapova em Wimbledon/Foto:STEFAN WERMUTH/REUTERS

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Domingo, 26 de Maio de 2013
por Alexandre Poço

"Ou, para usar o léxico em voga, os políticos não têm credibilidade. Ai, quanta saudade do tempo em que os políticos eram credíveis. Lembro-me como se fosse hoje de quando elegíamos gente cumpridora, unicamente preocupada com os célebres interesses do País e alheia quer a interesses partidários quer pessoais. Gente altruísta que sacrificava a popularidade a fim de servir o bem-comum. Gente ponderada, que nunca criaria as condições para entregar a nação ao FMI. Gente lúcida, que jamais permitiria a destruição, paga em cheque, do sector primário. Gente esclarecida, que sabia aplicar com rigor e parcimónia os "fundos" europeus. Gente determinada, que não cedia à atracção dos sindicatos pelo caos. Gente precavida, que se negou a autorizar o crescimento incessante da máquina estatal. Gente racional, que preferiu perder votos a alimentar a ficção de um assistencialismo desaconselhável e inviável. Gente insubmissa, que não sossegou enquanto não desmantelou uma Constituição devotada ao socialismo e acarinhada pelos comunistas. Gente avisada, que sempre preservou o equilíbrio das contas públicas. Gente decente, que combateu por dentro os naturais apetites do Estado para controlar a ralé desde o bolso até ao hábito. Gente democrática, que acautelou a probidade do sistema judicial. Gente visionária, que garantiu a exigência e a qualidade do ensino. Etc."

 

"Para os media e os "especialistas" da política e da economia, logo para a vasta maioria da opinião pública, a austeridade em que caímos é opcional. O Governo desatou a empobrecer os portugueses só porque retira farto gozo do exercício e não porque uma dívida descontrolada nos deixara próximos do colapso e em plena dependência da caridade (a juros) do exterior. Poucos se dão ao trabalho de notar que sem os apertos vigentes (e os que faltam) a troika não nos atura, que sem a troika os apertos serão imensamente maiores e que no mundo real não há descontos: os golos sofrem-se muito antes dos 92 minutos."


Alberto Gonçalves no Diário de Notícias


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Sábado, 6 de Abril de 2013
por Fernando Moreira de Sá

O país político e a imprensa parecem dominadas pelo vírus da bola.


Todos os dias temos um novo grande tema a debate, uma espécie de discussão se foi fora de jogo ou se o jogador A ou B vai ser transferido ou não. No meio de tudo isto, para surpresa minha, veio o Presidente da República dizer o óbvio: o governo terá de cumprir as decisões do TC; o governo nem a meio do seu mandato chegou; o governo acabou de ver chumbada uma moção de censura. Logo, naturalmente, vai ter de continuar a governar e a procurar resolver os problemas. Em suma, Cavaco Silva, afirmando o óbvio, procura serenar algumas mentes mais dadas a conspirações. A agenda mediática está completamente a leste da realidade.


Eleições??? O que a malta quer é viver, melhor, sobreviver a esta tempestade. Juízo!


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Sexta-feira, 5 de Abril de 2013
por Alexandre Poço

Durante anos, orçamentos deficitários que resultavam da escolha livre dos executivos não mereceram um aviso sequer do Tribunal Constitucional. Durante anos, manter um nível de despesa gigantesco sempre acima do nível de impostos e com isso, acelerar o caminho rumo à tragédia foi sempre constitucional. Há dois anos a esta parte, dois orçamentos que procuram retirar Portugal da situação de bancarrota em que entrámos na Primavera de 2011 são inconstitucionais. Chegar a este bonito estado respeitou sempre a Lei Fundamental, sair desta crise é claramente inconstitucional. Eis Portugal, no ano da graça de 2013. É portanto, um imperativo mudar esta Constituição, antes que ela acabe com o país primeiro (se é que já não acabou).


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Terça-feira, 2 de Abril de 2013
por Fernando Moreira de Sá

 

A Região Norte é a mais pobre de Portugal e uma das mais pobres da Europa. O seu PIB "per capita" situa-se nos 80% da média nacional e nos 60% da média europeia. Sendo, reparem, a mais especializada na produção de bens e serviços transacionáveis e a de maior orientação exportadora a nível nacional. Algo verdadeiramente espantoso.

 

Além disso, para piorar o cenário e contrariar algumas ideias erradas, é a região mais penalizada pela aplicação dos fundos estruturais. Agora reparem: a Região Norte apresenta persistentes excedentes da sua balança de bens e serviços (e esses excedentes são os maiores, em termos absolutos: 5 milhões de euros em 2012). Factos.

 

Por fim, a Região Norte continua a aguardar que o governo nomeie um presidente para a CCDRN (Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte). É verdade. O anterior presidente faleceu a 14 de fevereiro.

 

Factos. Apenas factos...


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Segunda-feira, 1 de Abril de 2013
por Fernando Moreira de Sá

Nos últimos dias muito se escreveu sobre o putativo cenário de eleições antecipadas (ou um governo de iniciativa presidencial). Pensando com a máxima frieza e o distanciamento possível, aqui ficam as minhas dúvidas.

 

Temos cinco partidos (PSD, PS, CDS, PCP e BE) com votos e "máquinas partidárias" suficientes para elegerem deputados. Cinco. Desses, três defendem o caminho imposto pelos credores, a troika. São eles o PSD, o PS e o CDS. Os outros dois, PCP e BE dizem defender o caminho oposto. Os primeiros, independentemente de uma ou outra nuance (mais estratégica que outra coisa qualquer), entendem que Portugal deve permanecer no euro, na União Europeia e cumprir os seus compromissos com os credores. Os segundos, defendem a imediata saída do euro, em matéria de UE são suficientemente vagos para não se ter certezas e quanto aos compromissos com os credores... bem, entre renegociar, um perdão e o mais radical "não pagar" vai um pulinho. Isto, da forma mais reduzida e simplista possível. Bloco e PCP representam, a acreditar nas sondagens, menos de 20% dos eleitores. Pelo menos, por agora.

 

A receita que a troika nos prescreveu, como se está a ver, não resultou. Na minha opinião, a solução apresentada pelo Bloco e pelo PCP seria um desastre. Assim sendo, seria natural, perante o actual estado da nossa economia, que existisse uma alternativa. E que qualquer um dos três restantes partidos, a solo ou em conjunto, fossem os primeiros a apresentar um caminho alternativo. Mas não. As suas agendas estão desfocadas da realidade. As deles e as nossas. Aqui nossas significa: comentadores, bloggers, jornalistas e outros que tais (pedindo desde já desculpa pela generalização, algo sempre injusto). Por estes dias, com os números da economia profundamente negros, com a tragédia do crescimento constante do desemprego e as notícias aterradoras vindas do Chipre, o "planeta mediático nacional" discute o renascimento do comentador Sócrates, as palavras do CDS sobre a remodelação e as inacreditáveis fugas de informação do Tribunal Constitucional. Ou seja, estamos a falar uns para os outros, em circuito fechado. No Portugal "profundo" a discussão é outra: os que ainda guardam algumas poupanças nos bancos, perguntam a quem sabe (ou a quem julgam que sabe) o que fazer ao dinheiro (tirar do banco e meter em casa? Abrir conta no estrangeiro?). Boa parte dos jovens discute com os pais se partem já para Angola, Brasil, Moçambique ou qualquer outro país. Os mais velhos procuram sobreviver e os empresários evitam fechar perante semelhante esbulho fiscal. A esperança, essa, fugiu para parte incerta e o Portugal mediático transformou-se numa caricatura.

 

Uma verdadeira encruzilhada...

 

 

Nota: Aqui ao lado, em Espanha, fruto de mais uma bronca com dinheiros públicos, os ERE - Expediente de Regulación de Empleo, envolvendo políticos, empresários e sindicalistas (UGT e CCOO) colocou na agenda a questão da transparência dos dinheiros dos sindicatos. A UGT e a CCOO (a CGTP espanhola) receberam mais de 30 milhões de euros de dinheiros públicos sem terem realizado nenhum trabalho. Os números são incríveis: o governo da Andaluzia entregou aos sindicatos (a troco de garantir a paz social) mais de mil milhões de euros entre 2001 e 2010. As duas centrais sindicais receberam, só em 2011 e 2012, mais de 220 milhões de euros de dinheiros públicos sem qualquer controlo. A prisão de um sindicalista nos últimos dias, fez acordar a sociedade  civil espanhola para esta realidade. É caso para perguntar: e em Portugal, tudo normal??? 


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Segunda-feira, 4 de Março de 2013
por Joana Nave

Há uma mania bem portuguesa de desvalorizar o que é nacional. Este enviesamento começa logo quando achamos que somos um país pequenino, que não temos pessoas capazes de almejar lugares de topo, porque erguemos a bandeira da dor e do sofrimento, em vez de nos focarmos nas características únicas que possuímos e que nos colocam a par dos grandes conquistadores do mundo.

Desde miúda que gosto de cantar e a música popular portuguesa foi aquela que sempre me soou melhor ao ouvido, por ser tão simples reproduzir as estrofes cantadas em bom português. Porém, sempre senti uma grande discriminação por parte das pessoas ditas cultas, que menosprezavam a música portuguesa em detrimento da estrangeira, que enalteciam pela sua melodia e letras tão profundas e sentidas. Claro que se alguém traduzisse uma dessas letras iria compreender que nada fazia sentido, mas ainda assim a justificação estava no facto de em português não soar tão bem.

Ao fim de três décadas de existência continuo a defender a língua portuguesa como a mais rica, mais vasta e mais bonita de todas as línguas, a sexta mais falada no mundo. Assim sendo, defendo que se escreva em português e, se da escrita se fizer música, ainda melhor. Na realidade, há músicos portugueses que escrevem letras lindíssimas e que entram facilmente no ouvido pela harmonia da música que lhes dá vida. Não é fácil agradar ao povo e, por isso, quem quer ter retorno monetário pelo seu trabalho tem de agradar às massas e criar músicas que encham as festinhas da aldeia, assim como participar nos programas da manhã e da tarde, que ocupam a vasta população de reformados e das muitas donas de casa que há por esse país fora.  Contudo, eu ainda defendo aqueles músicos que se dedicam a escrever letras elaboradas e consistentes, que agradam a um nicho com pouco potencial de vendas, mas que representa a boa música que é feita no nosso país.

Um exemplo bem recente de coisas interessantes que se fazem na nossa língua é a música “A Chata” dos Ultraleve. Com uma letra extremamente divertida, uma melodia que lhe confere ritmo e cor, pode muito bem funcionar como um ícone da música portuguesa, que não é só fado e bailarico, mas também bandas rock e pop e tudo o que faz furor lá fora, onde não se cultiva a história do desgraçadinho popularucho, tão tipicamente português.


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Domingo, 3 de Março de 2013
por Fernando Moreira de Sá

Ontem Portugal gritou.

 

Desta vez não foi um silêncio ensurdecedor.

Ontem, no Porto, em Braga, em Vila Real, em Coimbra, em Faro, Portimão, Castelo Branco, Évora, Lisboa e outras mais, os portugueses e as portuguesas desceram ruas e juntaram-se nas suas praças.

Para muitos comentadores e outros tantos desconhecedores da realidade em que Portugal e os portugueses mergulharam, foi uma manifestação contra a troika, o Governo e o Presidente da República.  Não foi tão redutor.

 

Os portugueses foram para a rua pelo desespero em que estão mergulhados. Vidas interrompidas. Os mais velhos por se verem espoliados de parte substancial da sua reforma a que tinham e continuam a ter direito. Os mais jovens por se terem apercebido de que não passou de uma miragem a oportunidade que lhes foi vendida pelo canudo obtido. A geração da minha irmã pela angústia de não saberem que futuro dar aos filhos e como sustentar o dia a dia. As crianças pelo desespero que sentem nos olhares dos seus progenitores. Os pequenos e médios empresários por estarem em pânico perante o esbulho fiscal que lhes retira qualquer esperança de recuperação. A minha geração por não saber, na realidade, se fica ou parte.

 

Todos estes portugueses, a esmagadora maioria dos portugueses, olha para a realidade quotidiana e ficam mudos de espanto: o ministro das finanças, na sua frieza imperturbável, não acerta numa previsão, num número que seja. Várias vozes o avisaram, publicamente, que quanto mais se sobe os impostos, mais diminuiu a receita. Nada. O resultado está à vista.  O completo desastre.

Gaspar faz-me recordar aqueles professores universitários, apelidados de génios deste mundo e do outro que, quando numa sala de aulas, falam para os alunos do alto da sua soberba e os estudantes, atónitos, não percebem palavra do que o homem diz. Metade desiste e a outra metade faz um enorme esforço. No final, a taxa de reprovação é esmagadora e a culpa, obviamente, não é do génio. São os alunos que não se esforçaram por aprender. O problema é que Portugal não é uma cadeira de uma qualquer licenciatura nem os portugueses uma mera turma de universitários.

 

Ao princípio pensei que o problema do Governo era a comunicação. Hoje, sinceramente e sem meias palavras, percebo o erro. A questão é outra. Temos um Governo, legitimamente eleito pela maioria dos portugueses que expressaram a sua vontade votando no PSD e no CDS, completamente refém de um ministro das finanças e sua “tropa de elite técnica” desfasados da realidade. Não conhecem o país, não conhecem os portugueses e do pouco que não ignoram, detestam profundamente. No fundo, no fundo, nós metemos-lhes asco. Para eles, somos nós que estamos mal, que estamos errados, que somos umas nulidades.

 

A maioria dos portugueses acreditou em Pedro Passos Coelho. Na suas ideias, na sua forma de estar e na esperança que transmitia. Foi nele que os portugueses votaram. Não foi em nenhum Gaspar. Foi nele que depositámos o nosso futuro. A esmagadora maioria dos portugueses sabia, perfeitamente, quem foram os culpados da situação em que Portugal se encontrava em 2010 e disso deram a devida nota nessas eleições. Os portugueses sabiam, que ninguém se iluda, que a situação que Pedro Passos Coelho iria encontrar seria bem pior do que aquilo que nos fora contado. Sabiam, não façam dos portugueses nem burros nem tolos. Até podem aparentar, fruto de cedo terem aprendido que, em relação a certas espécies, é conveniente alguma dose de manha. A Pedro Passos Coelho só se pedia seriedade e competência. Não era pouco. Era o necessário para salvar os dedos.

 

Por isso mesmo, a maioria dos portugueses que ontem foi para a rua, fizeram-no como um aviso. Um último aviso. A quem? À troika? Não, essa é menor nesta equação. Ao Governo? Não, esse não conta para este campeonato. Ao Presidente da República? Não, esse, para mal de todos nós, deixou de existir no dia em que se lamentou da sua reforma. Não, a maioria dos portugueses foi para a rua dar um último aviso a quem pode, ainda, resolver: Pedro Passos Coelho.

 

Os portugueses, a maioria, não quer eleições. Não acredita que Seguro seja solução e teme soluções radicais. Estamos mal, muito mal mas, felizmente, ainda estamos vivos.

 

Desta vez, foram pacificamente para a rua por ainda lhes restar um mínimo de esperança. A esperança de que Pedro Passos Coelho assuma que é ele o Primeiro-ministro de Portugal, que é ele que comanda a Nação e é dele a responsabilidade primeira. A ele cabe escolher ministros políticos para fazer política e técnicos competentes para auxiliar os políticos a executar as medidas necessárias para recuperar a economia e, com ela, a criação de postos de trabalho, de riqueza. Só dessa forma se pagam dívidas. E só dessa forma, quem nos emprestou volta a ter esperança de receber. O pior para os credores é o incumprimentos ou os perdões de dívida...

 

Caso contrário está tudo perdido. O Governo irá cair, Portugal mergulhará numa das piores crises políticas e económicas da sua história. Os portugueses não iriam perdoar nem ao PSD nem ao CDS e o castigo nas urnas, já em outubro, seria exemplar. Será o princípio do fim. Sem perdão.

 

 

 


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Sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2013
por jfd

Acho que deviam começar a cantar outras músicas e dar os NIFs de outras pessoas!

 

Moody's downgrades UK rating from AAA to AA1

Credit ratings agency Moody's downgrades UK from AAA to AA1, cites weak medium-term outlook

(...)

 

Ou será da Carne de Cavalo? Estou confuso...


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Terça-feira, 19 de Fevereiro de 2013
por jfd

Deve ter sido nos Latino/Greco/Irish Grammy's....

 


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Terça-feira, 22 de Janeiro de 2013
por Francisco Castelo Branco

Neste mês de Janeiro muitos clubes aproveitam para equilibrar as suas equipas com novos jogadores. Ao contrário do que acontece no defeso normal, é neste período que se efecutam as transferências mais caras e surpreendentes.

Será também neste mês de Janeiro que Portugal vai regressar aos mercados. Não o futebolístico, mas o financeiro. Parece que Portugal está de volta e com mais força........

E antes do previsto!


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Domingo, 20 de Janeiro de 2013
por Joana Nave

Pertencer a um determinado país enche-nos de orgulho, ter um território, uma língua, uma cultura, coisas que nos identificam e que nos caracterizam como sendo pertença de um lugar, como fazendo parte de um povo.

Um dia perguntei a uma colega da minha turma, que era estrangeira, qual era o país dela. Ela respondeu-me entusiasticamente que era da Ucrânia. A minha ignorância levou-me a tecer inúmeros pensamentos sobre como seria ser da Ucrânia. No seguimento desta conversa dei por mim a perguntar-lhe, com um certo desdém, se ela gostava do seu país, ao que ela me respondeu, estupefacta, “claro que sim, como é que alguém pode não gostar do seu próprio país”. Este diálogo ficou a marinar na minha cabeça. De facto, como é que alguém pode não gostar do seu país. Renegar o país que nos viu nascer e crescer é como renegar a própria família, e essa ideia é repugnante.

Numa altura em que vejo tantas pessoas a deixar Portugal para trás, pergunto-me que país é este que leva o seu povo a fugir, a abdicar das suas origens, da sua história, a atravessar países, continentes e oceanos na tentativa de encontrar um lugar melhor para viver.

Embora goste muito de viajar sei que o meu lar está em Portugal. Gosto de percorrer o mundo, mas voltar sempre para casa, para o conforto da língua, da comida, do clima, dos hábitos e costumes, da história, que é feita de homens e mulheres que partiram, mas que deixaram a saudade e a esperança que um dia iriam regressar.

Gostava de não ver tanta gente a partir, gostava de ver mais investimento neste meu querido país, mas não sei quando irei ler estas palavras e também eu invocar a saudade que deixo para trás...


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Terça-feira, 18 de Dezembro de 2012
por Alexandre Poço

Rui Rio afirma que deslocação do programa 'Praça da Alegria' para Lisboa demonstra visão paroquial do serviço público.

 

Menezes quer que serviço público de TV se concentre na RTP/Porto

 

Deputados do PS eleitos pelo Porto pedem audiência urgente com presidente da RTP


Na minha modesta opinião, devíamos ir a referendo para resolver o problema da localização da Praça de Alegria. Fica mais um contributo para a resolução deste problema.


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Sábado, 8 de Dezembro de 2012
por Fernando Moreira de Sá

Ao ler o post da Daniela dei por mim a pensar sobre o que os espanhóis pensam ou deixam de pensar sobre nós. 

 

Bem, procurar saber o que "os espanhóis" pensam de nós é, desde logo, assumir que existem "espanhóis". Erro. Meio erro, melhor escrito. Existem galegos, bascos, catalães e, dou de barato, espanhóis. Quanto mais conheço os habitantes de Espanha (assim contorno a questão dos "espanhóis") mais me apercebo que, sobre nós, eles pouco pensam. Lido, sobretudo, com as novas gerações e com vários universitários. Com imenso prazer, confesso. Espantado com o desconhecimento sobre o que se passa mesmo ao seu lado. Poucos sabem quem foi Camões ou Pessoa. Ignoram os nossos cantores, pintores, pensadores, etc. Falar com eles sobre os nossos políticos é verdadeira conversa de surdos. Bem, sabem quem é Pinto da Costa, Futre, Figo, Ronaldo ou Mourinho. E, claro, existem excepções. Que não deixam de o ser. Daí concordar com a Daniela. O ódio a Mourinho ou Ronaldo existe? Claro! Sobretudo dos adeptos de outros clubes. Os do Real, tirando meia-dúzia, idolatram. Enquanto um lhes der vitórias e o outro golos. Como em todo o lado. Olhem, eu, ainda hoje, não suporto o Figo nem pintado de azul e branco pois recordo-me quando o peseteiro insultou o meu Porto. E mesmo o Ronaldo, desde aquele golo de outro mundo no Dragão pelo MU, que não me passa da garganta...Coisas da bola.

 

Voltando ao tema: existe um profundo desconhecimento sobre Portugal. Em Madrid passo, invariavelmente, por galego. Em Barcelona já me aconteceu pensarem que era de castela (livra!) e no país basco já me olharam de lado. Em todos estes locais, depois de dizer que era português a reacção do outro lado foi...de alívio. Com excepção de Madrid onde foi, apenas, normal/natural. Só na Galiza percebem que sou português. Melhor, percebem que sou português do Norte de Portugal pois, para grande prazer meu (confesso o pecado) dizem-me que conseguem "perceber qualquer coisinha enquanto que com os de Lisboa não percebem nadinha". É raro encontrar um, excepto na Galiza, que conheça o Jornal de Notícias, o DN, o Expresso ou mesmo a SIC e a TVI. Enquanto muitos de nós sabemos bem (e até somos consumidores) que existe o El Pais, o Faro de Vigo, o La Vanguardia ou o ABC. Admiram a nossa facilidade em falar inglês, arranhar o castelhano (o velho portunhol) e, nas novas gerações, ficam espantados com a nossa forma de estar nos concertos - há dias, uns colegas referiam o seu espanto e admiração nos concertos em Portugal ao verem a multidão a cantar as músicas em inglês. Nos últimos tempos, por via do Brasil se ter tornado um novo "el dorado", já começam a querer aprender a nossa língua. Não por nossa causa, é certo.

 

Obviamente, os nossos vizinhos mais dados ao "nacionalismo regional", sobretudo galegos e catalães, costumam ser a excepção. Estão mais atentos ao que se passa por cá, estudam sobre alguns aspectos da nossa história e fazem gala em saber o máximo possível sobre Portugal. Sobretudo, nos meios mais universitários e intelectuais. Uma minoria. Por isso, pensar que "os espanhóis" são racistas para com os portugueses é uma enorme estupidez. Enorme. Não é esse o sentimento. O problema deles em relação a nós é outro: desconhecimento e/ou falta de interesse. Embora, fruto da crise, até se fale mais sobre Portugal agora do que antes de 2010. Só os motivos é que não são os melhores. 

 

Primeiro, olharam para nós do género: coitados, estão a ficar pobres. Passado uns tempos o olhar era outro: será que nos vai acontecer o mesmo? Hoje: "joder" estamos pior...

 

Contudo, é preciso dar algum desconto a Josep Pedrerol. Como é preciso dar, de igual forma, um certo desconto ao que escrevi. É que isto de generalizar, como dizem os nossos vizinhos, "es una mierda". 


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Terça-feira, 4 de Dezembro de 2012
por Alexandre Poço

1 ano e meio depois:

 

- Miguel Relvas continua como ministro.

- Álvaro Santos Pereira é dos ministros mais fortes.

- Não somos a Grécia.

 

Agora lembrem-se daquilo que era dito pelos comentadores por alturas do Verão de 2011. A Maya que não se ponha a pau, pois a astrologia é uma área com muito mercado em Portugal. Siga a festa!


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Sábado, 24 de Novembro de 2012
por jfd

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Segunda-feira, 19 de Novembro de 2012
por jfd

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Domingo, 18 de Novembro de 2012
por Fernando Moreira de Sá

Um tipo fica sem palavras. Ver até ao fim e ouvir os comentários dos jornalistas espanhóis:


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Domingo, 11 de Novembro de 2012
por Dita Dura

Sobre o vídeo "do" prof. Marcelo que promove o nosso lado pedinte, apenas digo que não peço esmolas a alemães. Prefiro comer Nestum todos os dias. 


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Domingo, 21 de Outubro de 2012
por André Miguel

Com mais um governo sob fogo cerrado e com a contestação nas ruas como há muito não se via começa a instalar-se a ideia de Portugal ser um país ingovernável.

Três falências em 38 anos de democracia não são para qualquer um e são motivo mais que suficiente para equacionar o epíteto de Estado falhado. Bem sei que o adjectivo é forte demais, mas um Estado no qual os seus cidadãos têm a sensação de que a justiça não funciona, onde há impunes, onde é quase impossível enriquecer sem as ligações certas, onde mais que cidadãos são tratados apenas como contribuintes sugados para a bancarrota e onde os seus salários são pagos de forma recorrente pelo FMI não merece ser considerado um verdadeiro Estado. Por muito que nos doa é hora de encarar a realidade: o regime não funciona. E não vale a pena vir dizer que as elites são fracas e as lideranças mais fracas ainda, que o são, mas foram paridas no seio do mesmo povo que governam, nasceram no mesmo país, andaram nas mesmas escolas e universidades que todos nós, e um povo que faz da selecção de futebol um desígnio nacional e do fado um estilo de vida tem as lideranças que merece. Já se disse que não governamos, nem nos deixamos governar. Nada mais longe da verdade, o problema é não nos interessarmos sobre como devemos ser governados. Quando a exigência e o mérito não são apanágio da prática diária de um povo é mais que normal surgirem lideranças fracas. E quando falo de exigência não me refiro a ir para a rua gritar palavras de ordem quando nos vão ao bolso, mas por exemplo manifestar um pouco de indignação quando um certo emigrante em Paris prometia o paraíso com dinheiro dos outros a troco de duplicar a dívida pública.

É por esta falta de exigência, este "deixa andar", este "depois logo se vê", que o país chegou a um estado perto do irrespirável, a um estado em que o chico-espertismo e o amiguismo levam a avante sobre o mérito e o esforço. Não por acaso nem um só político em Portugal se atreve a prometer trabalho, esforço e sacrifícios em campanha eleitoral e ele vê-se onde as facilidades e o progresso nos trouxeram... Só mesmo por manifesta ingenuidade muita gente ainda se pergunta porque quando emigramos mudamos tão radicalmente e lá fora somos excelentes em tudo o que fazemos. Nada mais fácil: o esforço recompensa, mesmo sabendo que nos espera muito trabalho. E em Portugal? Saberemos de que servirão os sacrifícios e o imenso trabalho de hoje? Se não, talvez seja hora de repensar de vez o sistema e recomeçar de novo.


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Sexta-feira, 19 de Outubro de 2012
por jfd

Manuela Ferreira Leite precisa de encontrar vergonha na cara.

 

 

Este tipo de declarações, opiniões ou verborreias cerebrais em nada ajudam Portugal e o seu futuro.

Além disso MFL e todos os que fazem parte da geração que nos $%$%&%$% e agora estamos a pagar, deviam era estar calados e aplaudir um Governo que não lhes prestam vassalagem mas sim se devotam ao futuro da Nação.

Tenha vergonha na cara Professora!

Eu quero que os barões do PSD se afoguem nas suas baboseiras


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Quinta-feira, 4 de Outubro de 2012
por Fernando Moreira de Sá

Posso até nem concordar com algumas das medidas. Posso até continuar a considerar que quanto mais se aumenta os impostos, mais se arrisca a diminuir a receita. Posso. Contudo, também não posso deixar de sublinhar que o governo cedeu e recuou na TSU. Que aumentou a equidade na distribuição dos sacrifícios e que até o Ministro das Finanças conseguiu comunicar/explicar melhor as medidas apresentadas.

 

E mesmo assim, o grupo do "estou contra porque estou sempre contra" continua a bater na mesma tecla. Não queriam a TSU e agora não querem o aumento de impostos. No fundo, não querem que se faça nada, não querendo também as consequências trágicas do nada se fazer. 

 

É preciso saber esperar e saber esperar é aguardar por 2015. Nessa altura, todos os portugueses serão chamados a votar. Nunca, como agora, se tornou tão imperioso para o país, para a sua sobrevivência, a existência de estabilidade política. Nunca. 

 

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Segunda-feira, 24 de Setembro de 2012
por jfd


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Domingo, 23 de Setembro de 2012
por André Miguel

O actual governo não serve, pronto. O povo saiu à rua, os senadores da nação falaram, os jornalistas escreveram, os comentadores comentaram e é ponto assente: este governo não serve.

Da mesmo forma que outro também não serviria. Guterres não servia, Durão não servia, Santana nem se fala, mas Sócrates até era fixe. E quem vier depois deste governo certamente vai lançar saudades de PPC. É infalível; a lusitana saudade adoça sempre o passado. E pessimistas como somos a coisa atinge níveis próximos da patologia, já que o imediato é tudo, o longo prazo não existe e o resultado final, não se vislumbrando, não existe. Em Portugal parece que nos importamos mais como o campeonato começa do que como acaba. Vai daí tomar medidas não é para qualquer um, procuramos um resultado futuro mas sem prejudicar os efeitos imediatos. Adoramos a equidade (seja lá o que isso for), pois temos que agradar a gregos e troianos. E toda a gente opina, toda a gente comenta, todos sabem como sair da crise, todos governam (é Tribunal Constitucional, é Conselho de Estado...), mas não nos sabemos governar e já pedimos ajuda três vezes.

Ora corta subsídios ora não corta subsídios, ora privatiza RTP ora não privatiza, ora mexe na TSU ora já não mexe na TSU... Bem sei que por vezes é necessário dar um passo atrás para de seguida dar dois em frente, mas Portugal além de dar o passo atrás (empobrecendo ou limitando-se à sua real condição) já anda em zig-zag, o que talvez seja mais perigoso, pois com tanta curva e contra-curva a malta acaba ainda mais desorientada e corremos o risco de despiste.


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Sábado, 22 de Setembro de 2012
por Rodrigo Saraiva

o que tem de ser escrito, deve ser escrito. É de ler.

 


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por Alexandre Poço

Para lá de qualquer manobra política ou indicador económico, fica o sentimento de que muito dificilmente se conseguirão realizar as ditas "reformas estruturais" daqui para a frente. Que a realidade me desminta doravante, pois seria para o bem de Portugal, mas será difícil efectuar alterações que rompam com o establishment nacional. Não se deve atirar a toalha ao chão, mas sendo realistas, somos forçados a constatar que eventuais alterações em grandes áreas da nossa vida colectiva terão sempre de respeitar os dictâmes da ideologia e cultura socialista vigentes, pelo que ficaremos sempre por alterações pontuais e não, pelas necessárias redefinições globais. O recuo por parte do governo na questão da Taxa Social Única (TSU) não significa apenas o abandonar de uma proposta, significa o início da renúncia a todo um programa que pretendia transformar de forma substancial a sociedade e o Estado, bem como, a forma de relacionamento entre ambos. 

 

PS - Cada vez acredito mais que o problema foi termos ficado apenas pela "pré-bancarrota" e nunca se ter batido verdadeiramente no fundo em Maio/Junho de 2011, como previa o então Ministro das Finanças, Teixeira dos Santos. Talvez tudo tivesse sido diferente daí para a frente. 


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Quarta-feira, 19 de Setembro de 2012
por Carlos Faria

Uma das causas mais invocadas da recessão económica em Portugal, além da austeridade, tem sido as restrições ao crédito às empresas que o pedem insistentemente e parecem estar a precisar de injeção de dinheiro rápido para investir como o pão nosso de cada dia.

Muitas famílias encontram-se endividadas porque lhes foi facultado, em excesso para as suas capacidades e de forma agressiva, crédito de que não precisavam.

Ainda hoje uma instituição bancária telefonou-me, como cliente não empresário, a disponibilizar-me um crédito com condições vantajosas que eu não solicitei, nem estou interessado que racionalmente informei que recusava.

Pelos vistos a Banca Portuguesa não está mesmo interessada em mudar o estilo de gestão de dinheiros que levou não só o Estado, mas também numerosas famílias à aflição da bancarrota e da insolvência. Assim, não saímos da crise!


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