Domingo, 26 de Maio de 2013
por Fernando Moreira de Sá

Os socialistas e as contas de somar e "sumir"....


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Sexta-feira, 24 de Maio de 2013
por Carlos Faria

O Governo de Passos Coelho não tem sido fértil em medidas de crescimento económico, aspeto que foi aproveitado pelo PS de Seguro para usar a bandeira do crescimento como estratégia política.

Infelizmente, Seguro parece usar esta bandeira apenas como objetivo eleitoral, pois logo que surge uma medida vinda do Governo para apoio à economia, o imediato comportamento do PS é desvalorizar o impacte dessa medida, como acontece mais uma vez com os benefícios fiscais ao investimento em Portugal anunciados ontem.

Se a injeção de dinheiro nos consumidores pode ser uma ferramenta para o crescimento, pelo que a austeridade tem efeitos recessivos, (diferente do Estado ter mesmo de cortar nas despesas apesar de os socialistas não querem falar disto) a esperança não é uma ferramenta menor, mas já se percebeu que se for necessáriao confiança dos investidores, credores e consumidores em Portugal nada pior que este PS, logo que surge uma medida ou um indicador positivo este só pensa em destruir os seus potenciais efeitos na economia sem se preocupar com o crescimento.

O PS age neste domínio contra o crescimento económico, esquecendo-se que em primeiro lugar deve estar o País e não a estratégia eleitoral do líder da oposição e nisto Passos Coelho já deu provas que é muito mais estadista que José Seguro.


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Segunda-feira, 8 de Abril de 2013
por Carlos Faria

Que confiança merece um político que quer ser Primeiro-ministro num futuro mais ou menos próximo para resolver os problemas de Portugal se no presente diz "Quem criou o problema que o resolva", como se as vítimas deste problema não fossem o País e o Povo que ele pretende governar?

Que autoridade moral tem um político que diz "Quem criou o problema que o resolva", quando critica governos estrangeiros ao não serem solidários com os países resgatados como Portugal, eles que consideram que os Estados sujeitos à troika devem corrigir-se no presente e à sua custa dos erros do passado?

Que credibilidade merece um político que diz "Quem criou o problema que o resolva" e a seguir tem como solução alternativa renegociar um acordo assinado por um governo vindo do seu partido com instituições internacionais criando um problema de cumprimento ao País, enquanto a outra parte não dá sinais de pretender renegociar melhores condições (antes pelo contrário) nem criou o problema nacional?


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Sábado, 23 de Março de 2013
por Carlos Faria

O PS teve o cuidado de salvaguardar-se perante a troika que esta moção de censura ao governo não quer dizer que o partido pretenda deixar de honrar os compromissos do Estado.

Como estamos mesmo comprometidos é com a governação imposta pela troika através do memorando e sabendo nós da abertura da troika a vias que não sejam de austeridade, estamos conversados sobre a alternativa de António José Seguro: Existe, mas é apenas para Português ver, não a troika!


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Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2013
por Alexandre Poço

Seguro anuncia recandidatura contra o “regresso ao passado”

 

Mais vale tarde do que nunca: bem-vindo a bordo, camarada!


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Domingo, 27 de Janeiro de 2013
por Carlos Faria

Após o discurso populista de António Costa na abertura do Congresso do PS-Açores na Horta, que recebeu um elogio rasgado de Carlos César e uma grande ovação dos congressistas, eis que um Seguro, inseguro, agastado e desnorteado faz um triste discurso no encerramento do congresso, que, como mandam estas festas transmitidas em direto para a TV, lá teve os aplausos dos presentes no Teatro Faialense que se haviam comovido com Costa.

Seguro começou no seu novo tom de quem se sente injustiçado a tentar agarrar a máquina do partido nos Açores: elogiou José Contente (o tradicional homem do aparelho regional e seu anterior apoiante) como candidato à câmara de Ponta Delgada; o Vice-presidente do Governo (o homem das finanças do executivo açoriano), o ex-presidente César (que já dera o sinal para o apunhalarem na abertura) e o novo líder do PS-Açores e atual Presidente do Governo Regional.

Depois virou-se a atacar o Primeiro-ministro, sentiu-se pioneiro no pedido de alargamento do prazo de maturidade do empréstimo à troika, repetindo o erro de ter sido ele quem falara de mais tempo para consolidar as contas públicas, mostrando que nem ainda compreendeu o que Gaspar pediu.

Falou que teria reestruturado os fundos comunitários para apoio ao investimento, como se estes não tivessem sido definidos pelo PS no tempo de Sócrates e como se no final do QREN e com Portugal falido se conseguisse mudar rapidamente a rota iniciada e até propôs a repetição de uma receita rosa.

Assegurar o crescimento com a construção de via férrea para Madrid, mostrando persistência na veia das obras públicas para tirar Portugal da recessão como se não tivesse sido esse o caminho que nos levou à bancarrota.

Claro que ele teria dinheiro 5000 ME, vindos da ajuda e destinada à banca e outras coisas afins, só não está disponível para a reforma do Estado, pois para ele tal é só cortar no Estado Social...

Deu para compreender o desespero dos socialistas com este líder, mas foram eles que o escolheram e ainda não vi ideias de fundo alternativas vindas de quem o está a apunhalar internamente.


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Sábado, 26 de Janeiro de 2013
por Carlos Faria

No momento em que se previa que José Seguro apostava nas autárquicas que lhe pareciam favoráveis e seriam a sua salvação para potencialmente caminhar para Primeiro-ministro de Portugal, eis que muitos membros da máquina do seu partido logo lhe espetam facas nas costas, iniciando uma revolta interna, pedem eleições e lança-se um estratega como homem de confiança: António Costa, e este surge como que a liderar a traição.

A verdade é que esta revolta no PS surge de um núcleo que se comporta como traidores que esfaqueiam o seu líder inseguro quando pressentem que um desafio eleitoral lhe poderia dar segurança… e provavelmente são estes traidores, oportunistas que lhe querem roubar a liderança que amanhã assumirão o papel de alternativa salvadora de Portugal.

Contudo, como é que um grupo que ascende ao poder dum partido através de traições públicas aos seus camaradas e sem nenhuma estratégia política que os distinga, exceto faro oportunista, pode ser para o Povo um exemplo de pessoas de confiança?


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Quarta-feira, 23 de Janeiro de 2013
por Carlos Faria

Ontem Seguro foi o único líder político a remar contra a maré. Inesperadamente, nem o BE, nem o PCP pareciam tão descontentes com o regresso de Portugal aos mercados como o PS.

Seguro ontem só tentou apagar a possibilidade de sucesso deste regresso aos mercados, como parece estar a acontecer no terreno neste momento, ao esforçar-se por transformar em derrota a estratégia do Governo com o pedido de alargamento do prazo de pagamentos à troika.

Sempre se soube que para Portugal superar os problemas da bancarrota a que nos levou o Governo de Sócrates a via não era fácil, mas Seguro, depois de uma contenção populista inicial, procurou cavalgar o descontentamento popular, não só aceitando os conselhos da via socrática do partido que nunca reconheceu os erros das suas opções políticas, mas também esperando uma rotura dentro da coligação e, sobretudo, apostando num falhanço deste governo ao nível das finanças.

É cedo para cantar vitória, até por que muitas coisas difíceis são ainda precisas de ser implementadas, mas já começaram a ser evidentes a todos os portugueses alguns sinais altamente promissores de que Passos e a sua equipa poderão ter mais sucesso do que previa Seguro.

Agora internamente no PS, com um António Costa que matreiramente não se pôs ao fogo da frente da luta política durante a crise, enquanto espreitava a estratégia do líder do PS a desmoronar-se na sua aposta externa, Seguro ontem só tinha motivos para se sentir infeliz e daí aquele tom de Calimero que adotou, mas não tem razões para dizer "è un'ingiustizia però".


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Sexta-feira, 11 de Janeiro de 2013
por Carlos Faria

Não sei se é por incompetência, defeito de ambos os líderes socialistas ou pelo facto do atual grupo parlamentar do PS ser proveniente maioritariamente da ala socrática, mas a verdade é que com o tempo cada vez mais José Seguro se assemelha a José Sócrates: um estilo inteletualóide e um tom  de arrogância crescente que dá lições ao dizer coisas ocas que demonstram um vazio de ideias e a falta de uma estratégia para o futuro de Portugal que me aterroriza.

Passos tem responsabilidades por ter deixado este PS libertar-se das culpas pelo que estamos a passar, permitindo assim que Seguro diga impunemente que tem uma via diferente com slogans gastos, mas que continuam a soar bem, embora sem terem condições técnicas de serem postos em prática num País sob o jugo da dívida.

O Governo está mesmo obrigado a cortar 4000 milhões de euros, através do número de Funcionários Públicos, no Estado Social, na redução de vencimentos ou outra via por descobrir. Assumo, nenhuma das referidas me agrada, mas uma coisa é certa, Seguro não sabe mesmo onde o Estado pode cortar esse montante e limita-se a dizer: Ali não! por ser popular e por saber que ninguém lhe ousa perguntar: Então... Onde? 


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Domingo, 4 de Novembro de 2012
por Sérgio Azevedo
Mesmo não concordando completamente com o conceito, desconfio até que nunca tal coisa foi equacionada (pelo menos na sua tradução literal), um "Estado low-cost" para os contribuintes pressupõe ser um Estado barato! Ora, se é barato significa, julgo eu, que é promotor de menos contribuições, ou seja, de menos impostos. É isto que Seguro não quer?


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Quarta-feira, 31 de Outubro de 2012
por Dita Dura

A estratégia do Seguro é ficarmos todos com pena dele e acabarmos por votar no PS.

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Domingo, 21 de Outubro de 2012
por Rui C Pinto

Está instalado o folclore. Os media nacionais já vivem em modo de campanha eleitoral. António José Seguro saiu do armário, conjugou o verbo negociar, visitou Hollande e puf!, fez-se um programa político e, de caminho, eleitoral. 

 

O governo português não é patrótico porque vai às reuniões do conselho europeu e não rasga as vestes nem se atira ao chão a chorar. É inaceitável que o primeiro-ministro português, representante da nossa miséria colectiva, não se humilhe perante os pares dando voz ao nosso desespero. 

 

Entretanto já esquecemos, em Portugal, o que nos conduziu a esta crise. Já esquecemos a década de estagnação económica aliada aos sucessivos défices que potenciaram uma dívida insustentável. O problema é, agora, a austeridade imposta pela Europa e o FMI. E, portanto, a solução para os nossos problemas é negociar. É impor na agenda europeia o diálogo sobre as medidas de austeridade e as saídas alternativas para a crise. Pressupõe-se, portanto, que António José Seguro participará nas eleições para o Bundestag em 2013. O PS, o grande partido da construção europeia como apregoava José Sócrates nas últimas eleições europeias, está absolutamente disponível para trazer a Europa ao debate interno. Assumir a austeridade como causa (e não consequência) da actual crise financeira e imputar a resolução desta crise à negociação com os parceiros europeus é convidar ao populismo anti-europa. 

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Quarta-feira, 10 de Outubro de 2012
por Francisco Castelo Branco

O líder do PS está cada vez mais na corda bamba e nenhuma proposta lhe sai bem. Seguro vem defender a redução de deputados, numa altura em que o país discute o Orçamento de Estado. Ora, o secretário geral socialista fazia melhor se apresentasse alternativas às medidas do governo e que ajudasse a resolver os problemas do défice, porque foi também para isso que assinou o memorando da troika. 

Estar nesta altura preocupado com o corte de deputados não me parece de bom senso. Além do mais, ao propôr esta medida está a abrir as portas a uma revisão constitucional desejada pelo PSD. Seguro está a dar a possibilidade ao PSD de "alterar" a Constituição à sua medida. 

Enquanto que António Costa avança no terreno fazendo ouvir a sua voz, Seguro está cada vez mais perdido ao tentar inovar em cada proposta que faz. 


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Segunda-feira, 6 de Agosto de 2012
por Carlos Faria

Podem ser estratégias oposicionistas propor que se enfrente a crise mais devagar a ver se não dói tanto para agradar os insatisfeitos das consequências da opção do Governo de lutar contra a crise rapidamente e propor deixar algo como está sempre que alguém protesta uma mudança implementada pelo Executivo.

Contudo, alguém se lembra mesmo de alguma proposta ou ideia original de Seguro para Portugal de modo a se resolverem os problemas do País?


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Sábado, 4 de Agosto de 2012
por Sérgio Azevedo

António José Seguro afirmou hoje, a propósito da possível privatização da TAP, que "a TAP não é do Governo, a TAP é do país". O que me leva a perguntar:

 

De quem eram os 454 milhões de euros atribuídos, entre 2008 e 2010, à Fundação para as Comunicações Móveis?

De quem eram os 16.800 milhões de euros de divída do sector dos transportes?

De quem eram os milhares de euros gastos em inaugurações de troços de estradas negociadas sob a forma de PPP que depois deram no que deram?

 

Do Governo ou do país?

 


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Segunda-feira, 30 de Julho de 2012
por Alexandre Poço

Seguro critica extinção de freguesias por 'uns míseros euros'

 

Há uns dias atrás, o inseguro mas ainda líder do PS, Seguro, voltou à carga com a retórica hipócrita sobre a extinção de freguesias, enquadrada na reforma do mapa administrativo do país. Hipócrita, porque António José Seguro conhece muito bem a realidade do poder local e talvez ainda melhor a relação entre partidos e órgãos de poder local. Faço uma declaração de interesses, penso que o governo - que ambiciona cortar cerca de 1000 freguesias - está a ser modesto nesta área. Poderia ir mais longe, quer em freguesias, quer em câmaras, através da fusão ou extinção de algumas dezenas de municípios. António José Seguro levanta questões que parecem ser de alguém com sensibilidade como o acesso a serviços públicos por parte dos cidadãos. Mas todos sabem qual é a verdadeira preocupação daqueles que se opõem a esta reforma (e também os há no PSD): a disputa e exercício de poder, tanto na câmara como nas secções locais dos partidos que vivem "concentradíssimas" na conquista do poder nos órgãos autárquicos. E este poder externo - público - influencia posteriormente o poder interno e Seguro sabe bem que os seus aparelhistas não podem ficar sem prato para comer, ainda por cima em tempo de crise. Estar contra esta reforma, para mim, e chamem-me radical ou o que for, é ser conivente com a partidocracia local. O país não pode - de uma vez por todas - continuar a ser gerido de acordo com os interesses partidários, sejam eles do PS ou do PSD. O PSD e o PS talvez necessitem de 308 municípios e de 4 mil e tal freguesias para ter poder para distribuir pelos militantes que se destacam em cada edilidade. O país e os portugueses, esses, é que não precisam de certeza. 


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Sexta-feira, 27 de Julho de 2012
por Carlos Faria

Já fui sinistrado de uma catástrofe natural e como tal compreendo a dor das vítimas em muitos dos acontecimentos que se passam em Portugal e  sei qual é a sensação da necessidade de socorro a curto prazo.

Mas muitos dos efeitos de catástrofes, naturais ou não, podem ser mitigados e prevenidos à priori, tal como existem mecanismos de minimização das consequências e ainda sistemas de seguros para muitos dos riscos a que estamos sujeitos, embora nestes nem tudo seja aceite ser coberto ou previsto, pois há situações imponderáveis e imprevisíveis difíceis de controlar.

Contudo, a comunicação social neste País deixa passar uma imagem onde é normal que seja o Estado a ter de remediar e de compensar tudo a todos quando algo de mal lhes acontece e ainda consegue criar a sensação que, por princípio, deve ser mesmo assim.

Deste modo, sem incluir nesta reflexão o papel da proteção civil, parece que todas as vítimas de inundações (mesmo que teimosamente tenham construído as casas nos caudais de cheia em desrespeito às cartas de riscos disponíveis), de incêndios (mesmo que cercadas por floresta e sem preocupação de efetuar a limpeza dessas matas ou criar um perímetro de segurança), de intempéries ou outras catástrofes para as quais é possível tecnicamente diminuir o perigo ou cobrir os riscos com seguros, é exigido através dos OCS que o Estado lhes cubra os prejuízos que por opção não colocaram no seguro, nem se precaveram.

É verdade que o Estado deve assegurar e intervir em prol do bem estar de todos, inclusive nos acidentes, mas há muitos mais atores que deveriam também estar no sistema, reservando-se os dinheiros públicos principalmente para os imponderáveis difíceis de cobrir por outra via. Contudo, a democracia alimentou nas pessoas a tal extremo a ideia do Estado Providência que lhes modelou o comportamento e estas, naturalmente, reagem como se os dinheiros públicos fossem um reserva ilimitada para cobrir tudo.


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Domingo, 8 de Abril de 2012
por jfd

Genial momento de televisão. no comentário do Professor que me fez preocupar com a tvi, o Seguro, e até o Direito por quase vinte minutos... Será que aquelas amêndoas. tinham mesmo.licor tia ?


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Quinta-feira, 5 de Abril de 2012
por Sérgio Azevedo

"Só apocalipse afastará Seguro das legislativas."

 


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Quinta-feira, 29 de Setembro de 2011
por jfd

Agora sim, isto vai dar a volta! Yes!

 

(...)chegou a altura de a banca portuguesa devolver o esforço à economia  e aos portugueses que os portugueses e o Estado fizeram quando a banca portuguesa  há dois anos precisou desse apoio(...)

 

(...)os bancos têm que ter um sentido de responsabilidade social e perceber  que têm que colocar à disposição das empresas portuguesas mais crédito(...)

 

 


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