Sexta-feira, 2 de Agosto de 2013
por Fernando Moreira de Sá

Era uma vez um Secretário de Estado das Finanças que, no exercício das suas funções participou activamente nas negociações e decisão de atribuição de 160 milhões de euros à Galp para a modernização das refinarias de Sines e Matosinhos. Passado poucos anos (menos de três, o que viola a lei) foi trabalhar para a......adivinhem....exacto: GALP. Para a Comissão Executiva da mesma.

 

Engraçado, não??? Ora adivinhem lá de quem estou a falar. Uma pista: nos últimos dias andou pelos jornais e pela AR...

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Terça-feira, 30 de Julho de 2013
por Fernando Moreira de Sá

 

 

"É como brincar aos pobrezinhos", explicava Cristina Espírito Santo na revista do Expresso. Confesso que mal li a coisa, no sábado de manhã, virei-me para quem estava comigo e avisei: "isto vai dar confusão e da grossa".

 

Não é preciso ser bruxo para o saber. Toda a reportagem (excelentemente bem feita, por sinal) tinha tudo para gerar invejas, sobretudo nas redes sociais. Obviamente, a Espirito Santo do momento colocou-se a jeito. A facilidade com que alguns endinheirados deste país cometem o erro de falar para a imprensa como se fossem íntimos da maralha costuma dar asneira. Confundem entrevistas nos jornais/revistas com as conversas no Gigi entre flutes de Moet. Na nossa vizinha Espanha é natural esta ligação umbilical entre jornalistas e jet-set. Abundam as revistas e os programas de televisão que fazem qualquer português normal corar de vergonha. Confesso que, nestas matérias, me sinto como o tolo no meio da ponte. Acho um piadão ao estilo descontraído e meio doido espanhol e considero uma enorme hipocrisia a nossa forma de ser perante estas banalidades.

 

Quando era miúdo costumava ouvir a comparação entre um português e um americano perante o Ferrari do vizinho. O meu pai, procurando educar-nos para a matéria, repetia-a vezes sem conta: o americano olha para o ferrari do vizinho e diz: "Vou trabalhar tanto que vou conseguir ter um carro como o dele" enquanto o português preferia outro caminho: "vê-se logo que anda metido no tráfico de droga". Somos assim e não vale a pena andar a lamentar. Porém, somos assim por uma razão tão grave e séria que nem o 25 de Abril conseguiu alterar: um americano que se esforce, que trabalhe de sol a sol consegue. Um português na mesma situação acaba por desistir pois não o consegue - é mal pago, não é reconhecido e vê histórias como as do BPN/BPP a desencorajar o seu esforço.

 

Eu até posso perceber o que queria dizer a Espirito Santo. O que não entendo é como ela foi tão "inocente". No fundo, tenho de concluir que ela, a exemplo de tantos outros compatriotas, desconhece profundamente o país onde vive. É pena e é um mau sinal.


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Quinta-feira, 25 de Julho de 2013
por Fernando Moreira de Sá


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Quarta-feira, 24 de Julho de 2013
por Fernando Moreira de Sá


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Terça-feira, 9 de Julho de 2013
por Fernando Moreira de Sá

Só posso dizer, é isto:


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Sábado, 6 de Julho de 2013
por Fernando Moreira de Sá

 

Muitos dos meus amigos que militam no CDS-PP, volta e meia, ficam zangados com os meus escritos. Dizem que sou sempre mais duro a criticar o CDS que os partidos de esquerda. Não concordo. Embora respeite. Porém, hoje, não posso deixar de sublinhar o sentido de responsabilidade que a grande maioria dos militantes e dirigentes do CDS-PP demonstrou nos últimos dias.

 

Por aquilo que se sabe e se lê nas entrelinhas, foram eles que conseguiram obrigar Paulo Portas a recuar. Provaram que, afinal, existe CDS para lá das ambições pessoais de um líder que se julga escolhido pela divina providência. Foram eles que evitaram o abismo, que colocaram o interesse nacional acima do interesse pessoal. Este é o CDS-PP que respeito. E fico orgulhoso por ter visto muitos desses meus amigos na primeira linha do combate a este momento de insanidade política.

 

Que grande lição para Portas. Provavelmente, a maior lição da sua vida política. 


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Quarta-feira, 3 de Julho de 2013
por Fernando Moreira de Sá

As redes sociais são excelentes para tropeçar em coisas que valem a pena ser recordadas.

 

O dr. Paulo Portas nunca, nunca, na minha opinião, se importou muito de afastar essa vertente dos negócios da sua pele, o que, para mim, foi uma surpresa total. O combate que travámos contra o cavaquismo era contra as pessoas que estavam na política para se servirem, para trazerem clientes e negócios para os seus escritórios,e eu apercebi-me de que isso tinha mudado


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por Fernando Moreira de Sá

 

Sempre o disse e escrevi. Variadas vezes fui criticado, internamente, por esse facto. Hoje, uma vez mais, o tempo veio dar-me razão. Infelizmente. Basta olhar para este simples parágrafo da comunicação de PPC:

 

Eu próprio tenho de manifestar a minha surpresa. Quando ontem propus ao sr. Presidente da República a dra. Maria Luís Albuquerque para Ministra das Finanças, e os seus Secretários de Estado, que incluem um membro do CDS e que tinha sido confirmado pelo dr. Paulo Portas, os acontecimentos de hoje eram evidentemente impensáveis.


Alguém acreditava que Portas era de confiar? Não aprenderam com o exemplo do que fez a Manuel Monteiro ou a Marcelo Rebelo de Sousa? É um clássico e sempre resultou. A ver vamos se continua a resultar...


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Segunda-feira, 1 de Julho de 2013
por Fernando Moreira de Sá

Ao ler o anexo fiquei esclarecido.

 

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Foi sempre este o meu entendimento sobre as intervenções de V. Gaspar.

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Segunda-feira, 24 de Junho de 2013
por Fernando Moreira de Sá


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Quinta-feira, 20 de Junho de 2013
por Fernando Moreira de Sá

O CDS do Porto lançou um comunicado por causa das dívidas de Gaia e do Porto. Por vezes, os comunicados são bastante úteis para compreender algumas coisas. Uma das conclusões que resultam dos vários quadros desse comunicado é que o Porto, a Câmara do Porto, está com uma dívida de médio/longo prazo de 101 milhões de euros e Gaia com 156 milhões. 

 

Ora, Gaia tem mais 100 mil habitantes que o Porto e é quatro vezes maior em território. Ou seja, em termos reais, a dívida de médio/longo prazo do Porto é bem mais preocupante. Ou será que estou a fazer mal as contas???

 

Ainda vamos descobrir que a CMP afinal não é assim tão boa de contas como pintam. Vamos aguardar por mais comunicados para perceber melhor...


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Segunda-feira, 17 de Junho de 2013
por Fernando Moreira de Sá

É sempre uma boa notícia saber que o Pedro Abrunhosa voltou ao que melhor sabe fazer. Aqui fica o seu novo trabalho:


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Sábado, 8 de Junho de 2013
por Fernando Moreira de Sá

O facebook é mesmo assim. Um visigordo anda distraído a ler o que lhe aparece no mural e dá de caras com coisas destas de um magrebino.

 

Que não se pense que o autor da prosa se enganou quando escreveu "hospitaleira gente do Porto". Não, muitos deles pensam mesmo isto. Mesmo. Consideram a malta do Porto (e do Norte, não se iludam) um bando de arruaças, de pacóvios, saloios e provincianos. Acham, acham. 
Obviamente, esquecem o autocarro de adeptos incendiado, o assassinato de um adepto numa triste final da Taça de Portugal, as agressões no seu pavilhão. Esquecem. Eles são uns meninos de coro e para eles somos todos donos do "Calor da Noite". Pois é.


Porém, as senhoras do "Calor da Noite" são bem mais sérias que autores deste tipo de prosa.


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Quinta-feira, 30 de Maio de 2013
por Fernando Moreira de Sá


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Quarta-feira, 29 de Maio de 2013
por Fernando Moreira de Sá

A discussão começou no Jornal de Negócios, passou pelo Forte, aterrou no Imagens de Campanha e na Briefing e agora continua no Aventar.


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Terça-feira, 28 de Maio de 2013
por Fernando Moreira de Sá

 

 

Vamos ser sinceros: não é com o Facebook que se ganham eleições. Quer seja para uma coletividade, para uma autarquia ou para a Presidência da República - escreve Hugo Melo Gomes no Jornal de Negócios (clicar para ler o artigo).


Aqui está uma frase com a qual até posso concordar, em parte. Imaginem agora a frase "ao contrário" e faço a pergunta: será que com o facebook (e outras redes sociais) se podem perder eleições? Vamos por partes.


Estou convencido (vale o que vale) de duas coisas: é fundamental marcar presença nas redes sociais e, estando, só com profissionalismo. Para já, estar nas redes sociais, como o plural da frase indica, significa "estar" no facebook, no twitter, no instagram, na blogosfera (aqui de forma indirecta), etc. Significa apostar nos conteúdos - comuns, próprios, nas fotografias, nos vídeos, no design, entre outros - e tudo integrado em rede. E perceber a linguagem própria destas "novas" ferramentas de comunicação. Obviamente, como bem refere no seu artigo Hugo Melo Gomes, tudo isto não faz ganhar eleições. Mas ajuda. Ajuda na dinâmica, na "onda", na humanização da comunicação, na partilha de informação. Estar nas redes sociais não significa deixar de estar na rua, no contacto pessoal, colocar outdoors ou não dar entrevistas, não falar com a imprensa. O projecto pode ser excelente, o candidato pode ser fantástico. Porém, se eu não tiver acesso à informação, de nada vale. Ora, as redes sociais são importantes para dar a conhecer o projecto, para "vender" o candidato (entre aspas!) e para criar uma dinâmica de pertença. Claro que não chega.


Coisa diferente é saber se uma péssima presença (ou presença nenhuma) ou um tiro mal dado nas redes sociais pode destruir uma campanha. Sem ter certezas (vou aguardar por outubro para as ter) penso que sim. Basta pensar nalguns números: os quase 5 milhões de portugueses com internet e, destes, os mais de 70% que usam as redes diariamente, com espeial relevância o facebook. E ver como os leitores dos principais jornais fogem dos artigos de opinião, das páginas de política ou, nas televisões, as audiências dos canais de notícias da cabo. Tudo isto, por junto, pode significar alguma coisa. A ver vamos.


Contudo, nunca esquecer: mal ou bem, a meu ver mal, existem duas realidades distintas no nosso país, o país dos grandes aglomerados populacionais e o resto. Logicamente, a influência das redes sociais é diferente.


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Segunda-feira, 27 de Maio de 2013
por Fernando Moreira de Sá

....fica a recordação:

 

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Domingo, 26 de Maio de 2013
por Fernando Moreira de Sá

Os socialistas e as contas de somar e "sumir"....


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por Fernando Moreira de Sá

"O Benfica é um autêntico relógio suíço, não perde um segundo. Segundo no campeonato de futebol, segundo na Taça, segundo na Liga Europa, segundo no hóquei e segundo no andebol!". (André Cordeiro)

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Terça-feira, 21 de Maio de 2013
por Fernando Moreira de Sá

Ontem o FC Porto foi campeão. Muitos portistas e outros tantos benfiquistas (estes, por força dos seis milhões talvez o tenham feito em maior quantidade) dedicaram-se a trocar uns mimos, naquilo que é já um clássico nas coisas da bola. Piadas, graças, muito humor e insultos à mistura. Sem cumprirem os mínimos no nosso costumeiro "politicamente correcto". Um deles foi o Carlos Abreu Amorim.

 

E o que disse o Carlos? Chamou, como muito bem recorda no Aventar o Carlos Osório, "escurinho" ao Lima? Ou "filho da p...." a um dirigente do Benfica? Não. Chamou "magrebinos" aos adeptos do Benfica. Permitam-me que cite o excelente posto do Carlos Osório:

 

E quando é a sério, chamar “escurinho” a um Senhor da troika? Ou dizer que “por muito menos que isto foi morto o rei D.Carlos”? Ou na mesma plataforma (twitter), uma jornalista chamar FdP a um Ministro? Ou atentar contra o estado de Direito ao defender revoluções? Nã! Isso não tem qualquer relevância. Não tem qualquer importância. São coisitas e só por má fé é que podem fazer disso um caso.


Pois. Porém, o problema é outro. O Carlos Abreu Amorim escreveu no twitter exactamente a mesma coisa que já tinha escrito no ano passado e no anterior. A mesma coisa. Com uma diferença. No ano passado (e no anterior) não teve um "fake" a partilhar o seu tweet por mais de duas dezenas de páginas de adeptos do clube rival. Não teve um conjunto interessante de "facebookers" funcionários de uma determinada empresa a partilhar o dito. Pois, o Carlos Abreu Amorim já era deputado da nação. Só não era candidato a uma câmara municipal. Nem isso seria/será motivo para tanto zelo na divulgação do tal tweet. Porque será?


O que o Carlos Amorim escreveu é diferente do que escrevem outros deputados, outros políticos em matéria de futebol? No caso dos adeptos do politicamente correcto, até pode ser. Os que apelidam os adeptos do Benfica de Mouros não interessam para o caso. Os que chamam "corruptos" ou "FC Porco" também não devem interessar. É a chamada escolha selectiva. O problema é outro: o alvo. E o Carlos Abreu Amorim passou, desde o dia seguinte à sua apresentação oficial (20 de Abril), a ser um alvo a abater. E para isso, vale tudo. Mesmo tudo. O problema é que esses senhores se esqueceram de um pormenor, aliás, pormaior, a malta não é parva. Até somos provincianos, só não somos é parvos. Nem lorpas. E, sobretudo, somos assim um pouco meio mal acabados e quando nos tentam atirar às pernas ou enfiar um tiro no meio dos olhos, o melhor, mesmo, é não falhar. Mas falharam. Por isso, aconteça o que acontecer, a partir de agora é guerra. Daquela a sério, em que ninguém ganha mas não fica apenas um lado a perder. Fica dado o primeiro recado. 



(as minhas desculpas aos meus colegas de blogue e à esmagadora maioria dos leitores por usar este espaço para deixar um recado direccionado)



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Sexta-feira, 17 de Maio de 2013
por Fernando Moreira de Sá

Num dos jantares com bloggers enquanto candidato, Pedro Passos Coelho falou sobre a questão da adopção por casais do mesmo sexo. Já não tenho a certeza se a pergunta foi feita pela Ana Matos Pires se por outro blogger. Tenho ideia que terá sido a AMP. Na altura, PPC, para surpresa geral, em vez de fugir à pergunta como é natural nos políticos nestas alturas e neste tipo de questões, deu a sua opinião (julgo que a mesma apareceu, na altura, na revista Sábado) que foi algo do género: "entendo que neste tipo de questões deve existir liberdade de voto dentro dos partidos" e mostrou não ser contra se cumpridos todo um conjunto de medidas de defesa dos interesses da criança. Não me esqueço da polémica que deu uma das suas frases: "a questão não é se o casal é do mesmo ou de diferente sexo, a questão deve ser sempre o superior interesse da criança, por isso, em tese, não me oponho". Quando os deputados forem votar esta matéria, independentemente da decisão que tomarem, espero que a blogosfera de esquerda e defensora da proposta do PS, se recorde destas palavras de PPC.

 

Hoje, na AR, os deputados vão votar duas propostas nesta matéria. Uma do PS e outra do BE. Aos deputados do PSD foi dada liberdade de voto. A forma como esta matéria está a ser discutida com tranquilidade, sem dramas e sem se entrar numa discussão estilo "Porto-Benfica", é um enorme sinal de maturidade. E um exemplo tendo em conta o passado recente em matérias ditas "fracturantes". Ainda bem! 

 

Hoje, como ontem, faço minhas as suas palavras: salvaguardado o superior interesse da criança e tendo presente que é sempre melhor adoptar uma criança e lhe dar a oportunidade de ter uma família do que o contrário, não me oponho.


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Domingo, 12 de Maio de 2013
por Fernando Moreira de Sá

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por Fernando Moreira de Sá

Hoje a malta aqui para estas bandas acordou mais tarde. Contudo, Bom Dia!!! Ontem, foi assim:

 


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Sexta-feira, 10 de Maio de 2013
por Fernando Moreira de Sá
...O 5LB parte duplamente na frente. Por ter mais dois pontos e ter um árbitro que além de adepto do clube da freguesia da Luz, vai querer emendar a mão e beneficiar os seus. Por isso, repito, isto não está para rodriguinhos nem falinhas mansas. Vamos ter de ser mais fortes, mais ambiciosos e ter mais amor à camisola. Só assim se poderá afirmar: Somos Porto.

FCPorto - Até os comemos from SpinFilmesPortugal on Vimeo.

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Quinta-feira, 9 de Maio de 2013
por Fernando Moreira de Sá

Já antes, no ano passado, tinha escrito sobre esta matéria. Aqui está uma medida verdadeiramente "amiga" das empresas, em especial das PME.

 

 

 

 

O Conselho de Ministros aprovou, no uso de autorização legislativa, 

o regime de contabilidade de caixa em sede de IVA e a alteração do Código do Imposto sobre o Valor Acrescentado. 
Este diploma tem como objetivo promover o crescimento da economia portuguesa e a melhoria das condições de tesouraria do tecido empresarial, vigorando já a partir do segundo semestre de 2013 um regime de contabilidade de caixa em sede de IVA, o qual terá carácter facultativo e será estruturado de forma simplificada. A exigibilidade do IVA devido nas operações ativas efetuadas no âmbito deste regime apenas ocorrerá no momento do recebimento do seu pagamento pelos clientes, diminuindo assim a pressão de tesouraria e dos custos financeiros associados à entrega do imposto ao Estado antes do respetivo recebimento.

Atendendo ao seu caráter inovador, o Governo optou por introduzir esta medida de forma gradual, pelo que o regime abrangerá, nesta fase, os sujeitos passivos de IVA com um volume de negócios anual até €500.000 e que não beneficiem de isenção do imposto. Este limiar corresponde ao limite máximo que os Estados-Membros, à luz das regras comunitárias, podem adotar unilateralmente, sem intervenção das instituições europeias.


Com a implementação deste regime, estão potencialmente abrangidas por esta medida cerca de 370 mil pessoas coletivas, as quais correspondem a perto de 90% do tecido empresarial nacional, bem como um número muito significativo de profissionais liberais.

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por Fernando Moreira de Sá

... continuam numa relação difícil. Até quando?


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Quarta-feira, 8 de Maio de 2013
por Fernando Moreira de Sá

Temos de ser verdadeiros guerreiros, deixar a pele no relvado e nas bancadas, temos de ser como sempre fomos: garra, entrega, dedicação, superação. Só assim se ganha. Só assim se pode dizer: Somos Porto!

Somos Porto Carago! from Aventar Blog on Vimeo.


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Terça-feira, 7 de Maio de 2013
por Fernando Moreira de Sá

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Domingo, 5 de Maio de 2013
por Fernando Moreira de Sá

É verdade, depois de ler esta notícia, estou mais optimista e descansado. Obrigado Jean-Luc....

 

 

Milhares de militantes de esquerda desfilam, em Paris, esta tarde, contra a austeridade imposta pelo Presidente François Hollande e "contra a infame troika". "Não deixaremos que matem Portugal nem nenhum outro país", diz ao Expresso o líder, Jean-Luc Mélenchon.




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Sexta-feira, 3 de Maio de 2013
por Fernando Moreira de Sá

A convergência entre o regime laboral dos trabalhadores do sector público e do sector privado;

 

A redução das despesas dos ministérios em 10% ;

 

A alteração da idade mínima de reforma para militares, polícias e pessoas na mesma situação para os 58 anos (aguardo a convergência);

 

O princípio da igualdade entre trabalhadores do sector público e do sector privado em termos de segurança social;

 

A abertura para um debate alargado com os parceiros sociais e os partidos políticos.

 


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