Sexta-feira, 24 de Maio de 2013
por Carlos Faria

O Governo de Passos Coelho não tem sido fértil em medidas de crescimento económico, aspeto que foi aproveitado pelo PS de Seguro para usar a bandeira do crescimento como estratégia política.

Infelizmente, Seguro parece usar esta bandeira apenas como objetivo eleitoral, pois logo que surge uma medida vinda do Governo para apoio à economia, o imediato comportamento do PS é desvalorizar o impacte dessa medida, como acontece mais uma vez com os benefícios fiscais ao investimento em Portugal anunciados ontem.

Se a injeção de dinheiro nos consumidores pode ser uma ferramenta para o crescimento, pelo que a austeridade tem efeitos recessivos, (diferente do Estado ter mesmo de cortar nas despesas apesar de os socialistas não querem falar disto) a esperança não é uma ferramenta menor, mas já se percebeu que se for necessáriao confiança dos investidores, credores e consumidores em Portugal nada pior que este PS, logo que surge uma medida ou um indicador positivo este só pensa em destruir os seus potenciais efeitos na economia sem se preocupar com o crescimento.

O PS age neste domínio contra o crescimento económico, esquecendo-se que em primeiro lugar deve estar o País e não a estratégia eleitoral do líder da oposição e nisto Passos Coelho já deu provas que é muito mais estadista que José Seguro.


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3 comentários:
De Equipa SAPO a 28 de Maio de 2013 às 15:42
Boa tarde,

O seu post está em destaque na área de Opinião da homepage do SAPO.

Atenciosamente,

Catarina Osório,
Gestão de Conteúdos e Redes Sociais - portal SAPO


De Castrol a 28 de Maio de 2013 às 16:29
Começar já a apostar no crescimento económico!
Mas qual é a pressa?
Sim, qual é a pressa?


De João Carlos Reis a 29 de Maio de 2013 às 00:27
Bem... começando pelo crescimento económico, nós devemos ser realistas: estas medidas (ou outras bem melhor estruturadas) já deveriam ter sido tomadas há 39 anos atrás, pois se assim tem acontecido decerto que agora não estaríamos a passar por metade das dificuldades pelas quais estamos a passar... mas paciência, vamos a ver daqui a dois/três anos se elas sortiram ou não efeito...
Quanto à menção de que "... nisto Passos Coelho já deu provas que é muito mais estadista que José Seguro" só tenho a constatar o seguinte: desde o Marquês de Pombal que, salvo raríssimas excepções que tiveram pouco tempo no governo, Passos Coelho tem sido um estadista igual a todos os outros... MEDÍOCRE... isto para não dizer mais nada... ou talvez só o seguinte: ele conseguiu juntar o inútil ao desagadável: destruiu e desgraçou a economia do país e empobreceu as suas gentes...


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