Terça-feira, 11 de Junho de 2013
por Alexandre Poço

A sondagem publicada no Correio da Manhã durante o fim-de-semana para Oeiras traz excelentes notícias a um concelho que nos últimos tempos tem andado no lamaçal mediático. O estudo feito pela SGEST (empresa acreditada pela Entidade Reguladora para a Comunicação Social, ERC), revela que 34,7% dos eleitores votam em Francisco Moita Flores, seguido de longe pelos 17,9% que votam em Paulo Vistas, vice-presidente de Isaltino Morais, e ainda mais longe pelos 12,2% que votam em Marcos Sá, candidato do Partido Socialista.


Estes dados mostram que a candidatura mais agregadora e que une verdadeiramente os oeirenses é a do independente Moita Flores, que nesta jornada conta com o apoio do PSD, do PPM e do MPT. O perfil e a história de Moita Flores fazem com que tenha o voto de todos os grupos do eleitorado e que, em termos de alinhamento político, consiga ter naturalmente o voto da direita em Oeiras, mas também entre muito bem no filão da esquerda, fruto de um discurso coerente e verdadeiro no que toca aos problemas e desigualdades sociais, bem como, por ser um homem da cultura e das artes. 


Hoje, os objectivos para Oeiras já não são os lugares cimeiros dos rankings nacionais, o concelho deve procurar competir a nível europeu no que toca a educação, qualidade de vida, desenvolvimento sustentável, coesão social, inovação tecnológica, competitividade, empreendedorismo. Para tal, Francisco Moita Flores tem procurado transmitir esta ambição em todos os sítios do concelho a que se desloca, dos cafés às empresas, das escolas às associações e sociedades recreativas, dos clubes desportivos às instituições de solidariedade social. O programa eleitoral que está a ser construído visa estes objectivos, seguindo a máxima de pensar global, agir local. No seio da candidatura Nova Ambição estão a preparar-se as bases para que Oeiras fique mais próspera, coesa e desenvolvida, pensando numa lógica do município como parceiro, como agilizador e como impulsionador dos projectos que todos - os oeirenses e os das outras terras - querem fazer no concelho de Oeiras. Ora, os oeirenses estão em sintonia com esta Nova Ambição para Oeiras. Nas ruas, quando se fala com as pessoas, a candidatura de Moita Flores colhe a simpatia e o agrado de muitos. Esta sondagem vem apenas confirmar numericamente aquilo que temos assistido no dia-a-dia desta jornada por Oeiras. A candidatura de Moita Flores é uma lufada de ar fresco num concelho a precisar de energias novas para continuar na senda do desenvolvimento.

 

Quanto aos mais directos adversários, estes números parecem significar algo: a candidatura de Paulo Vistas não consegue passar a ideia que pretende, a de ser a continuidade de Isaltino Morais, pois os oeirenses sabem bem que Isaltino só há um e que por mais que se tente fazer a colagem, o partido do Isaltino - movimento criado em 2005 - só faz sentido com o seu mentor e inspirador. Isto que escrevo é também um factor de instabilidade dentro do próprio movimento de Isaltino, já com várias saídas de elementos com destaque nos últimos anos, por discordarem deste rumo que o projecto tomou. No que toca aos socialistas, em 2009, o PS apostou forte em Oeiras com Marcos Perestrello. Em 2013, o PS desistiu de Oeiras, não conseguindo trazer um bom candidato, limitou-se a escolher um homem da concelhia, alguém que a maioria dos oeirenses não conhece. Porém, sendo o objectivo da candidatura do PS mais interno, para os jogos de poder dentro do partido, do que externo, para um novo projecto em Oeiras, Marcos Sá não ficará totalmente surpreendido com estes números. 

 

Sendo apenas uma sondagem - devemos ter sempre isto em conta - os números são optimistas para quem deseja ver o virar de página em Oeiras. Francisco Moita Flores está a conseguir transmitir a sua mensagem de esperança aos oeirenses, tendo sido até ao momento o único candidato a apresentar propostas concretas, não tendo receio de dizer ao que vem, porque vem e com que objectivos. Uma candidatura bem estruturada, criativa e que pretende incluir todos, que não se fecha em capelinhas ou grupinhos. Um candidatura de esperança, optimista naquilo que todos são capazes de fazer por esta bonita terra. Uma candidatura em sintonia com os oeirenses. Em suma, uma candidatura que coloca Oeiras no Rumo Certo!


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4 comentários:
De Grevista do sector privado a 11 de Junho de 2013 às 17:48
Oeiras, eleitoralmente falando, é um género de Marco de Canavezes da Grande Lisboa. Esta sondagem prova-o.


De falcão a 12 de Junho de 2013 às 01:06
A única coisa que fica demonstrado é que em Oeiras não existe crise. Que tal pô-los a pagar mais uns impostos para os austeritários?


De cjva a 12 de Junho de 2013 às 02:06
Em Oeiras não existe crise? venha para cá viver e logo verá! Tendo em conta o trabalho que Moita Flores fez em Santarém eu não o quero cá de certeza, mas penso que a questão mais pertinente é a segunda, é o único candidato dos quais mais de metade do eleitorado ouviu falar e logo com uma taxa de quase 95%. Portugal o país dos famosos e figuras públicas


De Ernesto Vicente a 14 de Junho de 2013 às 11:19
Nós, oeirenses, queremos Oeiras livre de Moita flores, um pára-quedista que o PSD foi buscar para tentar recuperar posições que perdeu porque os oeirenses só lhes deram 16% dos votos. ISALTINO MORAIS e as suas equipas fizeram por Oeiras o que mais ninguém, em todo o país, conseguiu fazer: proporcionar uma qualidade de vida sem comparação possível.

Agora, queremos a CONTINUIDADE, com PAULO VISTAS, o actual presidente, que acompanhou ISALTINO nas últimas décadas e foi vice-presidente nos últimos 8 anos.


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