Só mesmo o Tozé para me quebrar o imprevisto jejum de aqui escrever.
Então o líder do PS está espantado com o fato de que um Governo conheça os números da sua execução orçamental?
Escapou-se-me algo?
Há-de ser interessante o debate de hoje...
De Edgar a 26 de Junho de 2013 às 14:17
"FATO"? Oh nããão....!
De
jfd a 26 de Junho de 2013 às 14:55
A palavra "facto" vai mesmo perder o "c"?
Sábado, 05.02.11
Caso esteja em Portugal, poderá continuar a escrever "facto".
Este é mais um dos casos de "dupla grafia", ou seja, como se considera que um determinado grupo de falantes (variante culta) pronuncia o "c", dizendo faKto, este pode conservar-se ou retirar-se facultativamente.
O mesmo acontece por exemplo com:
sector e setor
dicção e dição
infecioso e infeccioso
http://acordoortograficopt.blogs.sapo.pt/tag/facto+ou+fato
De Edgar a 26 de Junho de 2013 às 15:10
«Com o acordo ortográfico a palavra "ficção" manter-se-á igual.
Tal como foi referido no artigo anterior, só se retirará o "c" nos casos em que este não for pronunciado.»
acordoortograficopt.blogs.sapo.pt/1586.html
De
jfd a 26 de Junho de 2013 às 15:20
Muito bem.
Agora interessa-me muito mais o debate. Obrigado.
Um sinal da qualidade de quem se propõe a ser Primeiro-ministro alternativo a este governo e que por isso quer eleições.
Alguém que no seio de uma crise económica desconhece o significado de média e de que o estado pode (segundo o seu espanto, nem devia) conhecer as suas contas de execução orçamental... mais ainda, alguém que não sabe que a independência do Instituto Nacional de Estatística não vai ao ponto de criar muitos dos dados em que se baseiam as produções suas estatísticas, mas apenas no tratar os produzidos e remetidos por terceiros, nomeadamente o Governo, por imperativo legal.
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