Segunda-feira, 15 de Julho de 2013
por Pedro Correia

Quem defende eleições legislativas antecipadas como solução para a crise disponibiliza-se, no fundo, a escancarar as portas de um novo bloco central. Os números aí estão, à consideração do Bloco de Esquerda e do PCP.

 


tiro de Pedro Correia
tiro único | comentar | gosto pois!

2 comentários:
De l. rodrigues a 15 de Julho de 2013 às 10:30
Bem... Não sei porque é que um governo de bloco central, a existir, seja pior do que o actual, do ponto de vista dos partidos que refere.
Olhando para o espectro partidário de forma exclusivamente geográfica, um governo "central" estará sempre à esquerda de um governo de "direita". Seria outro mal, mas menor.


De Pedro Correia a 15 de Julho de 2013 às 12:16
Na perspectiva do PCP, todas as políticas são de "direita", equivalendo-se sem distinção. Os comunistas lideraram - e de que maneira - o combate político ao bloco central em 1983/85. Abrindo de alguma forma caminho à década cavaquista. Tal como se aliaram à "direita" para derrubar o governo minoritário de José Sócrates em 2011.
O BE faz coro com o PCP nesta matéria como aliás tem feito em quase tudo: chega-lhe ser um partido de protesto e nada faz para ser um partido de poder. Nesta linha, só "dialogará" com o PS se os socialistas se converterem previamente às suas próprias teses - tal como faz o PCP. Chego a questionar-me para que existe afinal o BE se o PCP já existe desde 1921 e a fotocópia é sempre inferior ao original. Ao contrário do que sucede por exemplo na Grécia, em que o Siryza se distingue bem do Partido Comunista.


comentar tiro

Regimento
outras cavalarias
tiros recentes
tiros mais comentados
cofre
tags
Arregimentados
Subscrever feeds