Terça-feira, 25 de Outubro de 2011
por Vasco Campilho

Da última vez que me debrucei sobre o assunto, fiquei com a ideia de que em Portugal as pensões de reforma são financiadas por repartição e não por capitalização. Isto é, que são prestações solidárias e não o resultado de poupanças dos pensionistas. Podemos debater se deviam ser de outra forma - eu sou a favor de um sistema misto - mas a verdade é que neste momento é assim que funciona. Pois bem: se as pensões são uma prestação solidária, não vejo razão para ser solidário com quem não precisa. Mais precisamente: não vejo razão para se pagar pensão a quem tem rendimentos do trabalho. Ponto. Final.


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2 comentários:
De Tiro ao Alvo a 25 de Outubro de 2011 às 18:40
Nem mais. Só excepcionalmente é que deveria ser permitido acumular pensões com rendimentos de trabalho. Donde, as "reformas" do políticos, quando muito, deveriam ser transformadas em subsídios de "integração", limitados no tempo. Mas logo que os "beneficiários" começassem a auferir rendimentos superiores ao "subsídio", este deveria caducar. Assim, ou coisa semelhante, é que deveria ser. As coisas como estão, são uma vergonha!


De IT a 25 de Outubro de 2011 às 21:31
Alguém acabou de ser registado no Livro Negro de Belém


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