Terça-feira, 23 de Julho de 2013
por Luís Naves

No post seguinte é citado Rudolfo Rebelo, que tenta refutar a ideia de que os cortes na despesa terão um efeito recessivo equivalente ao seu dobro. Concordo com RR. Esta conversa já aborrece. Os multiplicadores orçamentais usados pelo governo têm sido adequados, como se pode ver nos gráficos do FMI e no relativo acerto nas previsões sobre crescimento, nos últimos dois anos.

A discussão é estéril e contaminada pela propaganda, nomeadamente pela ideia falsa de que todas as estimativas falham.

O Banco de Portugal rectificou as suas previsões sobre o crescimento em 2014 após introduzir o impacto recessivo dos cortes conhecidos. De 1,1% passou-se para apenas 0,3%. Ou seja, o efeito recessivo adicional das medidas em 2014 será de 0,8% do PIB (1,3 mil milhões de euros), a somar ao que já tinha sido incorporado nos cálculos.

O Banco de Portugal é uma instituição respeitável, independente e a melhor referência em previsões sobre a economia portuguesa. A realidade mostra que não existe nenhuma espiral recessiva, apenas a espiral do pessimismo militante e cego que continua a iludir a opinião pública.

 

Aqui, outro texto sobre a questão do protectorado e o verdadeiro dilema que se coloca a Portugal


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