Sábado, 10 de Setembro de 2011
por Alexandre Guerra

 

Naquelas horas da manhã de Terça-feira de 11 de Setembro de 2001, sentado numa das secretárias da redacção do jornal Semanário, com a CNN (ou a BBC?) ligada, era impossível não assistir em directo à queda da segunda torre do World Trade Center.

 

O autor destas linhas sabia que nas 48 horas seguintes, até Quinta-feira à noite (fecho do jornal), lhe caberia a missão de escrever os primeiros capítulos de uma história cujo desfecho ainda está por concretizar.

 

Assim, no dia 14 de Setembro, na primeira edição do Semanário a seguir aos atentados, saíram estes três artigos da sua autoria:

 

 

 

 

Talvez por ingenuidade ou precaução, o autor destas linhas recorda-se que, na hora de fecho do jornal, chegou a falar com director Rui Teixeira Santos sobre a possibilidade de se colocar um ponto de interrogação no "Guerra Inevitável", manchete da edição do Semanário de 14 de Setembro de 2001.  

 

 


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1 comentário:
De Dylan a 11 de Setembro de 2011 às 14:15
Dez anos depois, os Estados Unidos e o Mundo não recuperaram do bárbaro ataque a Nova Iorque e a Washington, aliás, jamais recuperarão. Aquela manhã sangrenta de Setembro trouxe o que de pior existe no ser humano: o desrespeito pela vida, o ódio, a vingança, o fanatismo religioso e o ressentimento. As feridas abertas pelos milhares de vidas ceifadas é de difícil cicatrização, o vazio sentimental projectado no desaparecimento das torres do World Trade Center é impossível de preencher. Com elas, ruíram as esperanças de alguma vez vivermos em segurança, mas levantou-se a união de um povo, o seu orgulho exemplar, a comunhão de sofrimento, a crença de que se consegue derrotar o mal e todas as teorias de conspiração associadas porque amanhã é um novo dia.


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