Terça-feira, 6 de Dezembro de 2011
por Francisco Castelo Branco

Cientistas da NASA descobriram um planeta habitável a 600 anos luz da Terra, noutro sistema solar. Ao que se apurou, este planeta é semelhante à Terra e já está confirmado que lá existe vida. Não se sabe é que tipo de vida.

Tendo em conta que existem condições para os humanos viverem lá (deve haver oxigénio de certeza), e numa altura em que Merkel e Sarkozy andam a brincar ao jogo das escondidas, era boa ideia os dois construirem uma Nova Europa no planeta Kepler. Assim podiam os dois mandar sem ter que ouvir mais ninguém e não dar satisfações, mesmo sabendo que neste planeta Terra também o fazem.

Numa altura em que tanto se fala de referendos era a altura certa dos países europeus reclamarem para si um lugar na construção de uma nova Europa na Terra e pagarem uma viagem de ida até Kepler aos dois principais culpados pela situação que o Velho Continente atravessa.

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3 comentários:
De Luís Naves a 6 de Dezembro de 2011 às 11:20
Não compreendo muito bem esta linha de argumentação. De acordo com as regras existentes, França e Alemanha podem fazer uma proposta conjunta, a qual tem de ser aceite pelos parceiros, que não são obrigados a aceitar as sugestões. Na maioria das questões vigora uma regra de dupla maioria, 65% da população e maioria dos países. Ora, na zona euro, o eixo Paris-Berlim tem quase metade dos votos (146 em 320). Além de que as propostas alemãs são apoiadas (que se saiba) pela Itália, Holanda, Áustria e Finlândia, o que faz 230 votos em 320; talvez também pela Bélgica, Luxemburgo e Espanha, dando muito mais do que a dupla maioria. A questão é mais complicada se houver uma Conferência Intergovernamental (CIG) para mudar os tratados, onde será necessário reunir consenso. Acho que esta cimeira serve para saber se existe consenso e para marcar uma CIG.
Agora, falar em imposição não faz muito sentido.


De Francisco Castelo Branco a 6 de Dezembro de 2011 às 11:41
Resta saber que influência que o eixo franco-alemão tem sobre os países que falou.

A questão é mais, porque razão os dois passam a vida a reunir-se sozinhos e porque é que estas questões não são discutidas em sede própria. Em Bruxelas, no Parlamento Europeu...

Essa a minha inquietação, qual o papel dos orgãos europeus que tão bem funcionavam até esta crise começar.


De Luís Naves a 6 de Dezembro de 2011 às 19:23
O meu comentário em cima tem um erro. Na realidade, até 2014, aplicam-se as regras de votação do Tratado de Nice, devido a uma questão que é algo complicado de explicar. Peço imensa desculpa pelo erro.


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