Segunda-feira, 5 de Março de 2012
por João Gomes de Almeida

Carlos Vaz Marques estreia hoje o seu novo programa diário na TSF. "Livro do Dia" vai mostrar o que melhor se edita em Portugal, três vezes por dia. Mais info no blog da Ler. Este programa conta com o apoio do Plano Nacional de Leitura.

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por Maurício Barra

Em economia, a austeridade significa rigor no controle de gastos. Uma política de austeridade é requerida quando o nível do deficit público é considerado insustentável e é implementada através do corte de despesas. Normalmente, verifica-se quebra do padrão de vida da população quando medidas de austeridade são adoptadas a fim de recuperar o equilíbrio fiscal. Por definição, a austeridade não é causa, é consequência.

Em tempos em que a palavra austeridade é pronunciada com tanta ligeireza, capturando cada interveniente para si próprio a interpretação que mais lhe convém que os outros entendam, e vis-a vis a indigência que grassa nas redacções da nossa imprensa, a qual prefere palavras de ordem fáceis a análises cuidadas, venho hoje colocar a austeridade no divã e analisá-la à luz da bondade do seu uso.

 

A AUSTERIDADE DO PS

Para o PS viúvo de Sócrates e do modelo de poder que aquele consumou, a austeridade nasceu com a eleição de Passos Coelho. Antes disso não existia. Ou antes, existir existia mas para eles não existia, porque para os coveiros da nossa bancarrota o facto de terem levado à exaustão a economia portuguesas, as famílias portuguesas, as empresas portuguesas e terem esgotado o crédito, o nosso e o dos nossos credores internacionais, isso não é austeridade, é a política "incompreendida" pelos portugueses que, coitados, não quiseram ficar como "o cavalo do inglês"  que, depois de treinado a não ter fome, não se habituou a não comer.

Para esta noção de austeridade, os défices ocultos e as imparidades que andaram a esconder aos portugueses, não são consequência da incompetência e irresponsabilidade da gestão do governo PS, são danos colaterais. Colaterais de uma "crise importada" e não de um Estado sobredimensionado que sustentava o seu modelo ideológico. Colaterais de uma realidade económica que se recusam a assumir.

E é nesta recusa que encontramos a verdadeira razão da austeridade do PS : a angústia de não voltar a haver os meios que financiavam o seu modelo de poder. Vão continuar a usar a austeridade como chavão na esperança vã de que o futuro possa ser igual ao passado.

 

A AUSTERIDADE DO GOVERNO

Tal como no judo se aproveita o movimento do adversário para o controlar, o Governo, após assinatura do memorando e confrontando-se com défices ocultos que o anterior governo tinha omitido e que agravaram substancialmente a situação económica portuguesa, aproveita o acordo e as medidas de redução de défice para reestruturar a economia, eliminando os estrangulamentos que nos condicionam nos últimos trinta e cinco anos, sustentados em tabus ideológicos falidos e neo-realistas.

A austeridade do Governo é o trampolim para uma nova economia portuguesa. A austeridade do governo é um meio, não um fim, que permitirá simultaneamente cumprir o acordo com os nossos credores e criar a plataforma a partir da qual se estabelecerão as medidas de crescimento económico e criação de emprego. Que aguardamos e todos desejamos que estejam próximas.


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por José Meireles Graça

Pois sim, sem a chegada dos Europeus à América mais de quatro quintos dos locais não teriam desaparecido vítimas de doenças para as quais não tinham defesas; e a sífilis, se é que veio do Novo Mundo, não teria vindo.


Se os bárbaros, em vez de virem bater às portas do Império Romano, se tivessem deixado estar na Germânia, e na Ásia, falávamos todos a mesma língua, que "com pouca corrupção crê que é a Latina", como disse um Português, com manifesto exagero.


Se Afonso Henriques não fosse ambicioso, a capital seria quando muito em Coimbra e não havia dívida externa.


E o colonialismo talvez, talvez tenha alguma coisa a ver com a sida.


E daí?

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por Fernando Moreira de Sá

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Domingo, 4 de Março de 2012
por Rodrigo Saraiva

assim que foi anunciado o figurino do actual governo levantaram-se vozes a apontar o dedo a Álvaro Santos Pereira. Afirmavam que era um erro concentrar tantas pastas, tantos temas, num só Ministro.

agora as mesmas vozes voltam a apontar o dedo porque lhe estão a ser tiradas pastas?

 

Continuem a disparar. Enquanto disparavam "O Álvaro" apresentou um importante acordo em Concertação Social.


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por Rodrigo Saraiva

o gestor de conta do André Villas-Boas já parou de bater palminhas?

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por José Meireles Graça

Acreditei durante muito tempo que os preconceitos são... preconceituosos; e que, em nome da igualdade de direitos, ou da igualdade tout court, de todos os seres humanos, não podia ser verdade que os alemães fossem arrogantes, os portugueses desorganizados, os italianos troca-tintas, ou os belgas caloteiros; e que houvesse uma quantidade inusitada de inglesas com dentes de cavalo, portadoras de sandálias com meias em pleno Inverno, de franceses convencidos da "grandeur de la France" ou que os alemães (sempre eles, essa nacionalidade fatídica) se emborrachassem à sexta-feira e, se em férias num país quente, envergassem inevitavelmente uns shorts de escuteiro.

O tempo passou e as minhas convicções foram sendo abaladas pelo choque com as viagens e as experiências: não apenas povos relativamente próximos geograficamente conservam diferenças físicas relevantes, como os preconceitos tinham sólidas raízes na realidade.

A igualdade básica de todos os seres humanos nas suas pulsões, capacidades e instintos não anula profundas diferenças de comportamento com origem em percursos culturais distintos; e a proximidade conta muito menos que as diferenças religiosas, linguísticas, de ética do trabalho - em suma, culturais.

Na terra dos relógios, esses chatos e polícias à civil que são os suíços mediram algumas destas coisas. E chegaram à conclusão que os Francófonos são os gregos da Suíça.

Juntei um novo preconceito à lista. É uma forma de enriquecimento cultural - viva a diferença.

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por Maurício Barra

- Coronel Thursday . . .

- Yeahh?

- There’s a new guy in the fort.

- He knows how to shoot ?

- Well, he has  a lot of guns . . . and he has a message to you . . .

- What ?

- He says David Crockett is a sissy . . . 


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por Fernando Moreira de Sá

Ali ao lado moram, na mesma casa, Portistas e adeptos de um outro clube. Na falta de rennie, tive que lhes dar uma PASTILHA e, pelo caminho, ainda palmei uma foto do Bitri. Para servir de embalagem.

 

Ora, como reparei que no Forte ninguém se lembrou do clássico da passada sexta-feira, nada como "molhar a sopa" e atiçar os ilustres adeptos da segunda equipa da freguesia de Benfica (a primeira e mais representativa da terra é o Futebol Benfica) existentes neste Forte.


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Sábado, 3 de Março de 2012
por Mr. Brown

Este discurso não obrigava primeiro a pedir a condenação em tribunal dos responsáveis políticos que contraíram as dívidas?


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Sexta-feira, 2 de Março de 2012
por Rui C Pinto

Poucas vezes concordo com o João Pinto e Castro mas, no que toca à Câmara Municipal de Lisboa, estamos em sintonia. Não se reconhece a António Costa intervenção política recente sobre o estado de abandono quer das infraestruturas, quer da população idosa residente da cidade. 

Lisboa está refém do seu cálculo político. Porém, se bem me lembro das aulas de trampolim, quanto mais se adia o salto maior é a probabilidade de ir ao tapete... 


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por Francisca Prieto

 

 

Passo os olhos por um estudo da Procter & Gamble que me oferece suporte científico para alguns dados curiosos que, empiricamente, já tinha verificado (ler sofrido) na pele.

 

O estudo debruça-se sobre o papel que as mães desempenham na nova sociedade e verbaliza, muito rapidamente, aquilo que eu tenho vindo a personificar de há vários anos para cá: que as mulheres estão a abandonar progressivamente o papel de esposas e mães para assumirem uma postura de gestoras da família.

Este dado é tão factual cá para as minhas bandas que, ainda um dia destes, estando com dificuldades em conseguir tempo de antena com o meu sócio, lhe telefonei a sugerir que agendássemos uma Assembleia Geral de Sócios para fechar vários assuntos pendentes. E assim se reuniu o Conselho de Administração, a uma sexta-feira à noite, num restaurante perto de casa mas longe das vozes reivindicativas dos colaboradores. 

Costumo queixar-me frequentemente do invisível salário e da ausência de subsídios, bem como dos trabalhos forçados nas férias e da má criação do staff, sendo que o episódio que anualmente mais me transtorna é o facto de o jantar de Natal da empresa ser a própria consoada.

 

Porém, mais para a frente, o estudo fornece um dado reconfortante: que as mães portuguesas são as que recebem mais sinais de gratidão dos seus filhos, entre os países da Europa Ocidental.

Posso afiançar que, em relação a esta conclusão, há 75% de verdade neste lar português. Três quartos da minha descendência atafulha-me diariamente com abraços, palavras meigas ou simples sorrisos. Há porém 25% da amostra que se afasta da maioria e que encara a progenitora como um mal necessário, uma servente com quem co-habita e que podia claramente desempenhar melhor as suas funções.

 

Por último, o estudo afirma que, quando interrogadas sobre a forma como preferem ser agradecidas, as mães portugueses escolhem o “abraço” (71%) como a melhor forma de agradecimento, seguido de um “obrigado” (13%), e que apenas 3% das mães desejariam ser agraciadas com umas “férias/intervalo” como bónus.

 

Não me convidaram para o painel, obviamente.

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por José Meireles Graça

As vedetas do music-hall e outros famosos gostam de aparecer e os jornalistas gostam que apareçam: os primeiros vendem mais, aos famosos por serem famosos abrem-se portas que de outro modo não se abririam, os jornalistas vendem o papel que lhes paga os ordenados, as donas de casa sonham com a vida que não têm, todos espreitam com gosto pelo buraco da fechadura das festas e dos escândalos, a economia gira e de tudo não vem grande mal ao mundo e virá algum bem.


Agora este Senhor abunda na comunicação social porquê?


É para nos inteirar dos seus dotes de vidente e tranquilizar-nos nas nossas inquietações? Não pode ser: a função está completamente desacreditada desde que o antecessor informou que, com a adesão ao Euro, o problema da dívida externa seria coisa do passado.


É para emprestar o prestígio e independência da instituição às decisões do Governo? Fora mister que tal prestígio existisse, mas nenhum banco central em parte alguma, muito menos entre nós, deixou e deixa de andar a reboque das situações, isto quando, nos melhores casos, não é ele próprio que contribui para os problemas. E a independência tem justificado regimes salariais e de aposentação excepcionais, mas pouco mais, agora que a Rua do Comércio, nº 148, fica em Francoforte.


É para preparar uma carreira política? Não deve ser: o Dr. Carlos Costa tem tanto carisma como um pau de sabão, e de economistas com cabelos brancos e suficiência na banalidade do pensamento económico há uma pletora.


Ah, será para reunir com personalidades de consequência e informá-las de matérias relevantíssimas para o seu interesse delas. Mas, se for isso, a plateia ficou menos que passavelmente convencida.


Às vezes há quem não fique tolhido pelo temor reverencial e diga que o rei vai nu.


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por José Meireles Graça

Todo o burro come palha, a questão é sabê-la dar.

Esta notícia vai dar um grande sururu - os honorários são escandalosamente baixos, não pode ser, os arquitectos, famélicos, não terão sequer forças para subir escadas, a Ordem esfarrapa as vestes, indignada, quer um cafezinho, ó Senhora Arquitecta, e já agora uma sandezinhas de queijo que está muito amarelinha, hum?

Entretanto, as câmaras municipais, encalacradas até ao pescoço com o pessoal que admitiram para pagar favores, engrandecer o Município, comprar votos e dependentes; com empréstimos para pavilhões de multi-desusos, esculturas muitíssimo moderníssimas a ornar rotundas e avenidas e para subsidiar eventos culturais - esfregam as mãos.

Lá isso dos arquitectos resolve-se, ao fim de muito barulho - faz-se uma aumento de 100% e a percentagem impressiona, além de que sempre passa a ser o preço de quase três maços de tabaco.

No meio da confusão, mais um agravamento de impostos para quem investiu; e pior ainda se conservou adequadamente o imóvel ou o melhorou - que é para isso que serve a avaliação, para penalizar quem poupou e deixou de aforrar ou consumir.

Parece que com estas e outras se vai construindo uma sociedade estranha, que o 5dias e o Dr. Mário Soares acham ultra-liberal.


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por José Adelino Maltez

O ministro da província e os deputados da província, muitos com pronúncia do norte, são exactamente aqueles a quem os donos do poder encomendam as falsas reformas locais, típicas do capitaleirismo dominante. A única reforma que permitiria superar a retórica passa pela extinção do estadão, isto é, do conceito de centro da sociedade de corte, pela efectiva regionalização e pelo reforço das renovadas autonomias locais, através de forais contratualizados e de novas comunas sem carta, para que o Estado volte a ser um concelho em ponto grande, como dizia o Infante D. Pedro.

O programa da regeneração resume-se a uma frase de Alexandre Herculano: para que o País possa ser administrado pelo País. Acrescento eu: e para que o Povo não continue a ser governado da partidocracia, para a partidocracia e pela partidocracia. Temos de impedir a emergência de uma democracia sem povo, com uma eventual democratura, mesmo que seja em nome da Santa Aliança da troika.


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Quinta-feira, 1 de Março de 2012
por Alexandre Guerra

 

O drama do desemprego elevado e crónico não é uma realidade nova para quase todo o mundo. A excepção tem sido o Ocidente que, tirando episódios sombrios da história laboral, tem tido, sobretudo a partir da II GM, uma vivência próspera. Mas, os sinais da "doença" já se vinham manifestando há algum tempo nestas mesmas sociedades desenvolvidas.

Nos Estados Unidos, por exemplo, a outrora fogosa indústria automóvel começou a definhar no final dos anos 70, por causa, entre várias razões, da feroz concorrência nipónica e sul coreana. Cidades como Detroit tornaram-se no retrato de uma América a entrar em decadência ou, pelo menos, a transformar-se na sua base produtiva.

A crise financeira e económica espoletada em 2008 veio apenas acelerar uma tendência, condenando ao desemprego milhões de pessoas em vários países ocidentais, muitas dos quais jovens, que nem sequer conseguem chegar ao mercado de trabalho.

Sem esperança no futuro e sem o reconhecimento (numa óptica hegeliana) proveniente do trabalho, estes jovens andam à deriva, conscientes de que estão condenados a serem párias numa socidade que não tem capacidade para os acolher.

Já nos anos 70 estes jovens começavam a vaguear nos Estados Unidos, sem lugar numa indústria tradicional que já não absorvia aquela mão de obra.

A música Born to Run de Bruce Springsteen, mítico álbum homónimo de 1975, retratava, de certo modo, o desespero de uma juventude, errante e assustada, ciente de que a sociedade não a ia abraçar.

 

"In the day we sweat it out in the streets of a runaway American dream

At night we ride through mansions of glory in suicide machines
Sprung from cages out on highway 9,
Chrome wheeled, fuel injected

and steppin' out over the line
Baby this town rips the bones from your back
It's a death trap, it's a suicide rap
We gotta get out while we're young
'Cause tramps like us, baby we were born to run."


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por João Gomes de Almeida

Com organização da Booktailors e da editora Nova Delphi. Terá painéis com escritores e as habituais visitas às escolas da região. Um bom serviço à cultura e uma iniciativa que se devia repetir em todas as autarquias do país. Contará com a presença de Francisco José Viegas, escritor e Secretário de Estado da Cultura.


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por João Gomes de Almeida

 

Apareceram em Los Angels pela mão dos irmãos Jess e de Matt Kivel, com o seu 1º trabalho A Case of the Emperor's Clothes. Mais tarde abriram concertos dos Vampire Wekend, The Ruby Suns,  Ra Ra Riot, entre outros. Merecidamente, diga-se de passagem.

 

Os especialistas dizem-nos que a sonoridade vem do romantismo dos anos 60, naquilo que definem como dream pop e chillwave.

 

Deixo-vos ficar este muito recente Florida. Uma delecia dedicada a estas tardes chuvosas.

 

 

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por Francisco Castelo Branco

Com a dupla vitória na terça feira passada nas primárias do Arizona e do Michigan (local onde nasceu), Mitt Romney conseguiu uma vantagem importante sobre o segundo classificado, Rick Santorum. Apesar de algumas sondagens indicarem um empate técnico, Romney acabou por levar a melhor e aumentar o número de delegados. Neste momento, a soma dos delegados de Santorum, Gingrich e Paul não dão para o ex-governador Massachussets sequer temer uma reviravolta.

Sábado realizam-se as primárias de Washington e dia 6 é a importante noite eleitoral, a famosa Super Terça Feira que já falámos aqui. Considero que a noite da próxima Terça só teria emoção caso Santorum tivesse ganho Arizona e Michigan. Como isso nem sequer teve perto de acontecer, e perante a possibilidade de Romney arrecadar a maioria dos delegados é possível que a unica saída para Santorum é "tentar" ganhar o lugar de vice-presidente do candidato nomeado pelo Partido Republicano.

Quanto a Gingrich ou Paul poderiam ter um papel importante na ajuda a Santorum, mas devem ficar pelo caminho já no próximo dia 6. Uma ultima nota para Newt Gingrich. Não se percebe como venceu um Estado importante como a Carolina do Sul. A partir desse momento, foi sempre a cair.....


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por jfd

Morreu um blogger conservador controverso e completamente averso aos média dominantes nos EUA.

Fez sua missão lutar contra o que considerava ser o status-quo liberal dominante nas televisões e jornais americanos. Canalizou a sua energia para o seu império virtual. Foi um jornalista na Internet. Considere-se ou não, foi um player. E fica o seu legado.


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por José Meireles Graça

As pessoas de esquerda têm crenças estranhas: não adianta fazerem doutoramentos em Economia, terem experiência de vida e conhecimentos de História, serem simpáticas e inteligentes, bem-sucedidas, e gerirem ou terem gerido empresas - acham sempre que os investimentos na mão do Estado e na mão de empresários têm a mesma probabilidade de sucesso.

 

Nos casos mais graves e difíceis de tratar, infelizmente pandémicos, o mecanismo da criação de riqueza escapa-lhes, e por isso acreditam que em tirando aos ricos para dar aos pobres ficam todos remediados.

 

A este senhor, por exemplo, não lhe falem de evasão fiscal, expatriação de capitais, retracção do investimento e tiros nos pés - ele não sabe nada disso. Sabe que se um tem 5 franguinhos e outro só um, em repartindo equitativamente apanham uma barrigada de cabidela. Agora quem criou os pitos, e se está disposto a criar mais, isso ele não tem vagar para pensar.


Senhores destes dá-se um pontapé numa pedra e aparecem vários. E chegam ao Poder, e fazem estragos, e não aprendem nada.


Mas isso é lá com os Franceses. Eles têm turismo, champanhe, perfumes, queijos e a Renault. Depois do devaneio e dos prejuízos caem na real e a terra é rica.


Mas à cabeça da "Europa" da política fiscal comum, dos orçamentos comuns e das tolices comuns pode chegar gente desta - já lá estão, à espera de vez.


Separados como estamos desde antes da queda do Império Romano do Ocidente, há sempre algum regime em algum lugar a fazer asneiras; e algum regime em algum lugar a adiantar-se no "concerto das Nações" - a existência do concerto das Nações é, ao contrário do que se diz,  a melhor garantia de não virmos a ter muitas nações sem conserto.


Quem avisa amigo é.


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por Fernando Moreira de Sá

...e eu não podia faltar à CHAMADA.

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