Domingo, 8 de Janeiro de 2012
por Constança Martins da Cunha

Não se percebe muito bem que guerra é esta a propósito de haver políticos que fazem parte da Maçonaria.

Até parece que isso não é do conhecimento geral há mais de 100 anos.

 

Numa sociedade democrática cada um tem de ter a liberdade de pertencer a uma Loja Maçónica, ao Opus Dei ou à organização cívica ou religiosa que entender, sem ter que andar com um compasso, uma cruz ou uma estrela amarela colocada na lapela.

Sendo isso em Portugal totalmente pacífico desde há décadas, não se percebe qual o propósito desta recente polémica.

 

Quem é que afinal se quer atingir ou “fazer sair da toca”?


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5 comentários:
De k. a 9 de Janeiro de 2012 às 10:51
Eu pessoalmente fiquei chocado.

Com a qualidade dos nossos politicos, a unica sociedade secreta que pensei que os aceitasse, era os alcoolicos anonimos, nunca a maçonaria


De IT a 9 de Janeiro de 2012 às 13:30
Cara Constança é há 200 -e picos.

Tem razão, esta história é a de destruir uma loja? obediência? por outra obediência. Já foi assim no caso da «Moderna». A história repete-se...


De k. a 9 de Janeiro de 2012 às 16:23
Estou a sentir-me perseguido..


De Cobarde a 10 de Janeiro de 2012 às 08:49
Não se confesse...
A propósito de cascos: só na minha família é que os podem ter. Afinal somos descendentes da Dama Pé de Cabra do conto popular

E como sabe até penso que alguns não são assassinos e bandidos -mas só alguns em 200 anos :). E nestes não incluo todos os da minha própria família. A VERDADE acima de tudo!


De IT a 10 de Janeiro de 2012 às 08:50
Desculpe k: não saiu o nome. Fui obviamente eu


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