É legítimo pedir rapidez a Pedro Passos Coelho por três razões:
1. Foi o próprio quem se comprometeu publicamente a implementar as políticas com grande celeridade;
2. O contexto de crise económica e desespero financeiro a isso obriga;
3. Porque a reflexão necessária a um corte na despesa eficiente e racional e etcetera já está mais que feita: basta ler o último livro do actual Ministro da Economia e Emprego bem como o seu excelente blog. Está lá tudo. (E ainda os vários estudos e reflexões independentes elaborados com o fito na então futura governação do PSD).
Por tudo isto, é preciso mais tempo porquê?