Quinta-feira, 15 de Setembro de 2011
por Ricardo Vicente

Na sequência deste post de Alexandre Guerra, três comentários:

1. A nova "arma" da política externa russa não o é entre aspas, é-o em pleno.

2. Como escreveu o comentador daquele post, esta história começa antes (pelo menos) com os "socialistas" do SPD e o respectivo Schröder.

3. A geoestratégia do Nordstream é muito simples: dantes, quando a Rússia fechava a torneira, em pleno Inverno, aos países da Europa mais a Leste estes sabiam que a carestia imposta não duraria muito tempo pois ao cortar o fornecimento àqueles países, o gás também deixava de chegar à Alemanha. Agora, a Rússia pode abusar, punir, castigar, boicotar e chantagear grande parte do Leste europeu ao mesmo tempo que mantém intocados os fornecimentos ao aliado alemão. Logo, a Rússia pode suster o harassment energético durante muito mais tempo. Como já escrevi noutro sítio, os maiores inimigos da Europa continuam a ser a Alemanha e a Rússia (também aqui).

[De certa forma a propósito, este excelente post de Francisco Seixas da Costa.]


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