Sexta-feira, 13 de Janeiro de 2012
por CAA

O “registo de interesses” existe para se poderem verificar as incompatibilidades e impedimentos dos titulares de cargos políticos e criar transparência quanto às possíveis situações capazes de condicionar a sua vontade nas matérias em que só o interesse público deveria servir de referência. Hoje, esse registo contém excessos que roçam o ridículo: por exemplo, há deputados que têm de “declarar” as dezenas de agremiações culturais e desportivas cujos órgãos integram, ranchos folclóricos e afins, como se tais actividades fossem aptas a condicionar fatalmente o seu exercício político…
Sendo assim, será justo e coerente que quem, legitimamente, participa em entidades em que existe o dever de “entreajuda” e de “lealdade” entre os seus membros (maçonaria) ou, inclusivamente, o “dever de obediência” às hierarquias (Opus) não tenha o mesmíssimo dever de registar essa participação no “registo de interesses”?


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2 comentários:
De José Adelino Maltez a 13 de Janeiro de 2012 às 17:33
A qualificação que o meu amigo dá de Maçonaria e de Opus é juridicamente inválida e politicamente errada. Porque utiliza a falácia do fantasma e do preconceito


De Jorge Ribeiro a 6 de Fevereiro de 2012 às 23:01
O que seria de esperar, quando "a poeira assentar", é que acabassem com esses excessos que roçam o ridículo. Nunca que acrescentassem outros, por uma questão de justiça ou de coerência! Sob pena do ridículo e da patetice se tornar normal (se é que ainda não o é), por uma questão de justiça e coerência!


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