Quarta-feira, 14 de Setembro de 2011
por Fernando Moreira de Sá

O primeiro-ministro anunciou hoje os primeiros cortes: 1712 lugares de dirigentes e 137 entidades públicas extintas.

 

É um primeiro passo, significativo. Uma medida fundamental.

 

O corte nos lugares dirigentes significam 27% do total - o compromisso do Governo (PREMAC) apontava para os 15% de redução das estruturas orgânicas de cada ministério e de cargos dirigentes. O Governo decidiu ir mais longe. É um sinal importante. Não se pode continuar a exigir sacrifícios aos portugueses, às empresas, sem o Estado dar o devido exemplo. Este é o caminho.


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2 comentários:
De monge silésio a 14 de Setembro de 2011 às 18:21
Não eram 15% ? Estudaram...pois estudaram;

é que cortar não é cortar só; é dominuir
...menos polícias, professores,
menos funcionários,
menos médicos,
menos de tudo.
Viver acima das possibilidades é isso. Cortar no "mais" e porventura ainda algum mais que veio da década de 90...estradas com mais buracos, chafarizes enferrujados, bustos com os bovinos da terra sujas...piscinas sem água...

Portanto...começaram a estudar. Nada mau, os outros eram os das Novas Oportunidades ou com licenciaturas ao Domingo.

E como se manda embora 83 000 funcionários públicos? Não é como no privadoi por extinção do lugar...como é?



De Ricardo Vicente a 15 de Setembro de 2011 às 10:29
O que interessa saber são duas coisas:

1) desses 1712 lugares de dirigentes, quantos é que estão ocupados? É que há organismos do Estado com cargos não preenchidos. Fechar um cargo não preenchido não implica poupança nenhuma.

2) admitamos que os cargos efectivamente ocupados são 1712. Dessas 1712 extinções, quantas vão originar transferências do cargo extinto para uma nova colaboração num organismo já existente ou a criar? Se os 1712 detentores de cargos extintos são transferidos para lugares onde vão ganhar o mesmo ou até mais, então destas medidas não se saldará poupança nenhuma. Se são transferidos para cargos onde ganham ligeiramente menos, também não haverá poupança.

Será possível de facto poupar 100 milhões com estas medidas?



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