Segunda-feira, 30 de Janeiro de 2012
por jfd

(...)O que eu peço a esses cavaquistas, que eu não sei quem são, anónimos, é que desamparem a loja, o tempo deles passou, calem-se, desapareçam, reformem-se, brinquem com o que quiserem, mas não com o país”, defende o antigo líder do PSD.

Não comprometam o Presidente, não obriguem o Presidente a perder espaço de manobra e a ter que dizer que não tem nada a ver com esses cavaquistas”, sustenta Marcelo Rebelo de Sousa.

 


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8 comentários:
De Luís Naves a 30 de Janeiro de 2012 às 12:45
Marcelo Rebelo de Sousa tem toda a razão e não compreendo o título do post. Marcelo seria um cavaquista, é isso?
O tempo deles passou? Se é essa interpretação, então acho que é muito prematura e, a meu ver, errada.


De Luís Naves a 30 de Janeiro de 2012 às 12:46
o tempo dele, de marcelo


De jfd a 30 de Janeiro de 2012 às 13:49
Caro Luís,

Deu-me graça ler MRS . Não o vi. Se tivesse ter-me-ia rido com gosto.
Com a lata de quem caracteriza outros com aquilo que deveria dizer a si próprio.
Concordo com o que senhor diz?
Sim.
Deveria aplicar a si próprio?
Sim.
E a muitos mais de uma geração que já cansa?
Concerteza!


De Luís Naves a 30 de Janeiro de 2012 às 18:16
Marcelo Rebelo de Sousa é um político no activo e que continuará a estar no activo por muitos anos. O que ele diz parece ser correcto, há uma geração que teve a sua oportunidade, que fez o seu trabalho e que agora teima em não saber sair de cena, os que foram referidos como cavaquistas, que estarão entretidos em intrigalhada, críticas negativas, etc.
Mas a política não acabou e os partidos não são e não podem ser de pensamento único.
A geração de Marcelo foi e é muito útil ao país, não é a sua saída que está em causa, isto nada tem a ver com a contagem de cabelos brancos, mas sim com um período histórico que terá acabado, embora alguns dos seus protagonistas não o compreendam.

As intrigas lançadas por políticos do passado são prejudiciais ao país. É isto que Marcelo quer dizer e tem toda a razão. Daí a criticarmos o próprio é um salto conceptual que julgo errado.


De Tiro ao Alvo a 30 de Janeiro de 2012 às 18:33
Eu também acho que o professor tem razão. Mas, o que me parece, é que não são os "cavaquistas", a existirem, quem está a criar esta confusão toda. Quem está a criar esta confusão são pessoas de uma geração mais nova, que se movimentam muito bem na actual comunicação social, como é o caso da São José Almeida, do Público.
Também fiquei indignado com a campanha que aquele jornal, precedido pelo Expresso, encetou. Então aquela dos "cavaquistas" desejarem o afastamento do Gaspar não lembrava ao diabo, mas serviu para a Almeida construir um cenário a parecer coerente, mas meio amalucado, como ela às vezes gosta de fazer.


De eirinhas a 31 de Janeiro de 2012 às 10:52
Esta conversa não é nova.Quando o estrugido começa a queimar já ninguém quer comer daquele arroz.


De jfd a 31 de Janeiro de 2012 às 11:00
O Professor ter razão é o que mais força dá à minha opinião.
É que não obstante dos vossos comentários, não me esqueço eu das inúmeras vezes em que MRS esteve no papel, ainda por cima público, daqueles que agora manda desamparar a loja. Ele que, sempre com um pé em cada margem, nunca foi decisivo, nunca avançou, sempre fez o favor de no momento h (que nunca foi seu, mas dos outros) lançar areia na engrenagem.

Ele que se cale e deixe o lugar a outros.
A mim não me faz falta nenhuma. Nem ele, nem os anónimos nem outros que tais.
Reverências a este senhor Professor para mim estão tão fora de moda como as declarações de Cavaco Silva e Manuela Ferreira Leite. Graças a Deus.


De jfd a 31 de Janeiro de 2012 às 11:01
As intrigas lançadas por políticos do passado são prejudiciais ao país. É isto que Marcelo quer dizer e tem toda a razão. Daí a criticarmos o próprio é um salto conceptual que julgo errado.

Luís, espero que assim veja enquadrada a minha critica.


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