Quarta-feira, 1 de Fevereiro de 2012
por João Gomes de Almeida

Mas chamo à atenção para este manifesto, publicado hoje no i (com uma chamada de capa um bocado exagerada) e assinado por mim, pelo Gonçalo Ribeiro Telles, o Abel Silva Mota, a Aline Gallasch-Hall, a Ana Firmo Ferreira, o António Pinto Coelho, o Filipe Ribeiro Menezes, o Ivan Roque Duarte, o Luís Coimbra, a Maria João Quintans, o Miguel Esteves Cardoso, o Nuno Miguel Guedes, o Paulo Tavares Cadete, o Pedro Ayres de Magalhães, o Pedro Ferreira da Costa, o Pedro Policarpo, o Pedro Quartin Graça e o Ricardo Gomes da Silva. 18 patriotas, no total.

tags:

tiro de João Gomes de Almeida
tiro único | comentar | gosto pois!

21 comentários:
De António Carlos a 1 de Fevereiro de 2012 às 11:26
Só uma dúvida: porquê a indicação da profissão/formação académica de cada subscritor?


De Pedro Quartin Graça a 1 de Fevereiro de 2012 às 12:52
Apenas para informação do grande público.


De Rui C Pinto a 1 de Fevereiro de 2012 às 13:11
A par da profissão, deveria constar o título nobiliárquico de cada subscritor.


De IT a 1 de Fevereiro de 2012 às 20:58
Não assinei, mas passo a fazê-lo: Inês (condessa de) Tavares. Gente fina e com avós godos das Astúrias é outra coisa


De Nelson Mendes a 1 de Fevereiro de 2012 às 13:38
Adoro Incendiários! Boa Sorte com a iniciativa.


De malcomparado a 1 de Fevereiro de 2012 às 13:50
É possível subscrever? É esta também a minha convicção: só um Rei, livre dos e perante os partidos, pode consubstanciar, sem cálculo e sem intriga, a essência da Nação. Independente de tudo menos da História, criado e educado para a responsabilidade de ser o Rei de todos e não apenas dos do seu partido, livre para exercer os poderes que a Constituição lhe outorgar - nenhum a mais mas nenhum a menos por cálculo partidário ou eleitoral que o entrave - o Rei é realmente o principal garante dos direitos de todos os cidadãos.
Manuel Pessanha


De jfd a 1 de Fevereiro de 2012 às 14:06
Valha-nos a paciência...


De IT a 1 de Fevereiro de 2012 às 21:03
Jfd, jfd: não demonstre tão rapidamente os seus segredos -senão ficamos todos a sabê-los :))))


De jfd a 1 de Fevereiro de 2012 às 14:08


De IT a 1 de Fevereiro de 2012 às 21:04
D' us? Ainda é excomungado! -passe a expressão :))))


De jfd a 1 de Fevereiro de 2012 às 14:58
Oh caro João não querendo eu incendiar mais que o post, mas não é final de todos vós mais que isto?
http://www.geneall.net/P/forum_msg.php?id=284526&fview=e


De Cobarde a 1 de Fevereiro de 2012 às 21:08
Ainda bem que Tavares está bem 'genealogizado' não só até ás Astúrias, mas a Flávio Teodósio, último imperador de Roma (unida).


De Pedro Correia a 1 de Fevereiro de 2012 às 15:25
Ainda bem que houve esta chamada «à» atenção.


De malcomparado a 1 de Fevereiro de 2012 às 18:34
Para quem assina com as iniciais jfd, faço saber que me chamo Manuel Lourenço Pessanha Fernandes, sou o signatário do 4º comentário e a minha árvore genealógica inclui um pai sapador bombeiro, uma mãe costureira e um avô camponês e contrabandista. Tenho agora 74 anos mas formei-me aos 23 no IST - no ano longínquo de 1961... Cresci e vivi na república do Estado Novo e depois, por bastante tempo, na muito democrática monarquia belga. Não nasci monárquico e se hoje o sou é por convicção e experiência vivida. Hoje não tenho dúvidas que a solução monárquica é politicamente a mais equilibrada dentro da democracia. E não insulto ninguém por ser republicano.


De jfd a 1 de Fevereiro de 2012 às 22:52
Bonito. Só falta dizer porquê?


De scriabin a 2 de Fevereiro de 2012 às 00:52
A muito democrática monarquia belga? O Rei dos belgas não tem aí grande papel. Se lá viveu, devia saber que a sua figura é praticamente decorativa. Nem merece sequer o titulo de Rei da Bélgica, mas simplesmente Rei dos Belgas. Nem sequer consegue a unidade do seu reino. E teve exemplos excelentes de reis, tal como o famigerado Leopoldo II.
Se estivesse estado na Suiça, viria encantado com a eficácia e riqueza da muito democrática república suiça.


De malcomparado a 2 de Fevereiro de 2012 às 12:17
Estive (muitas vezes) na Suiça. Também estive nas republicas "democráticas" do Leste. Antes da queda do democrático muro. E nas monarquias nórdicas. E na monarquia japonesa umas 16 ou 17 vezes. E no Reino Unido, ao longo de 30 anos, mais vezes ( e algumas por períodos longos) do que pode imaginar. E no emirato do Bahrain (2 anos) e nas Republicas (mais ou menos democráticas) do Egito e da Líbia. E no Reino de Marrocos. Em matéria de andar palo Mundo não tenho nada a aprender com ninguém. Assim que acabei por verificar que a democracia não tem nada que ver com republica ou monarquia. Encontrei monarquias nada democráticas (no Médio Oriente) e republicas totalitárias (em todo o império soviético). Encontrei monarquias que são exemplo de democracia (na Escandinávia, na Holanda, na Bélgica) e republicas igualmente democráticas ( por exemplo nos USA). Há de tudo e não tem nada que ver com essa separação infantil entre republicanos muito democráticos e monárquicos absolutistas. Trata-se aqui da escolha entre uma Chefia do Estado independente dos partidos políticos ou de outra que chega lá por obediência partidária. Eu prefiro a primeira. Ah! E se não fosse o tal Rei dos Belgas a Bélgica já teria provavelmente entrado em processo de separação. É a monarquia que ainda consegue ser o ponto de união entre duas comunidades separadas entre outras coisas pela língua.



De IT a 1 de Fevereiro de 2012 às 21:13
Já incendiou! -graças a D'us (esta é para pôr os republicanos aos 'tiros'). E subscrevo o documento. A republica -e as ideias republicanas- transformaram Portugal num beco de lumpenproletariaten.

«É a hora»


De scriabin a 1 de Fevereiro de 2012 às 22:58
Incendiou o quê? Meu caro, o país está alheado dessa vossa brincadeira. Isto somos só nós aqui e em meia dúzia de blogues a entreter-nos com a coisa. Obviamente, com nomes tão ilustres, a fina flor de Cascais e arredores, os jornais noticiam a coisa. Se fosse o lançamento de uma outra lista qualquer, mesmo com mais nomes, não tinha metade do impacto na imprensa. Agora, com os sms, os e-mail e as redes sociais, facilmente qualquer causa tem milhares de aderentes. Até agora, a contagem mostra números ridículos (a ver pelo blogue estado sentido). A não ser que conte o peso dos nomes... Pois é, a diferença entre a nossa "monarquia" e as monarquias de outros países, é que a nossa nunca foi verdadeiramente popular e democrática. Gente entretida e fascinada com a genealogia e a heráldica.


comentar tiro

Regimento
outras cavalarias
tiros recentes
tiros mais comentados
cofre
tags
Arregimentados
Subscrever feeds