Sexta-feira, 10 de Fevereiro de 2012
por Pedro M Froufe

Compreende-se a conversa informal que Vitor Gaspar e o seu homólogo alemão Schauble mantiveram: agora, “porque vocês fizeram progressos substanciais” (leia-se, Portugal está a fazer um bom trabalho), a Alemanha está disponível para ajudar, renegociando as condições do resgate português. Pelo menos, será essa a convicção do Ministro Alemão. Mais do que isso, também não se pode garantir… até mesmo porque se tratou de uma conversa informal que não seria suposto ter sido “apanhada” pela imprensa, quanto mais tornada pública.

A austeridade  firme e aparentemente cega que o Governo tem seguido tinha (e percebia-se isso mesmo) esse objectivo: caso fosse necessário (e, sobretudo, quando fosse necessário), existirem as condições negociais necessárias para a obtenção de um reajustamento do programa português. Era (é) uma jogada de risco, mas necessária e que, naturalmente, se percebe(u). Por isso, ao contrário do que Seguro tentou dizer (está no seu papel…apesar de fraco, na circunstância), esta hipótese só surgiu (na mente do Ministro alemão) em consequência, precisamente, da política seguida e não ao arrepio ou contra essa mesma política.

No entanto –  papeis (e respectiva justificação) à parte - há quem mantenha o velho mau hábito de fazer política a partir de (não – ) casos cuja criação se força artificiosamente; ou seja, viciosamente sem substancia e sempre do mesmo modo: com ar e vento!


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1 comentário:
De Luis d'Albuquerque a 10 de Fevereiro de 2012 às 10:28
Pedro Proença é benfiquista! É público e foi declarado pelo próprio. É, pois, um facto!

No futebol não há coincidências! Basta apenas lembrar as “cirúrgicas” intervenções de Bruno paixão contra o FCPorto. É um facto!

Nos jogos da Taça de Portugal, o árbitro nomeado era sempre de uma associação equidistante dos clube em confronto. Era! Nesta meia final disputada na Madeira, entre o Nacional e o Sporting de lisboa, foi nomeado Pedro Proença, de lisboa, associação a que pertence o Sporting. Os critérios foram alterados. É um facto!

Dizem as crónicas que o árbitro de lisboa inclinou o campo e teve influência na vitória do clube da sua associação. Dirão que ele é do benfica, logo não há coincidência nos actos que desvirtuaram a verdade do jogo. Falso!

Falso porque:
O próximo adversário do “seu” benfica para o campeonato é…. adivinharam, o Nacional.

Se Proença, durante o prélio da Madeira, expulsou o nacionalista Rondón (dizem que injustamente), acabou ainda por expulsar do banco de suplentes João Aurélio e, após o final do jogo, Vladan. Três !!! expulsões.

Proença, se manietou o jogo da taça, favorecendo uma equipa de lisboa, acabou também por dizimar o Nacional da Madeira para o jogo seguinte, com o “seu” benfica, de lisboa.

E o zeloso Vitor Pereira, presidente dos árbitros, outrora super-rápido a marcar conferências de imprensa para defender o amo da 2ª circular, numa atitude lacaia e nada prestigiante para o futebol, agora cala-se que nem uma barata.

No futebol não há coincidências!

Realmente “eles estão a fazer as coisas pelo outro lado”…


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