Segunda-feira, 13 de Fevereiro de 2012
por José Meireles Graça

Quando Carvalho da Silva largou os comandos da CGTP senti o mesmo alívio que se diz terem sentido alguns comunistas ortodoxos, por se ter ido embora o discurso falsamente moderno, contemporizador e civilizado, de um comunista travestido de social-democrata radical, a benefício da velha e testada cartilha revolucionária leninista.

Venha o artigo genuíno, pensei, que os sucedâneos sempre enganam algum desprevenido.

Tinha razão: cá está ele, o clássico e tranquilizador comunista, General Custer da selva citadina moderna - bora lá partir montras e cabeças, incendiar automóveis, gritar "morte ao patronato e a quem o apoiar", "abaixo o imperialismo", que a guerra é outra mas o inimigo sempre o mesmo.


... e o universo

Reconstruiu-se-me sem ideal nem esperança, e o Dono da Tabacaria sorriu.


tiro de José Meireles Graça
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1 comentário:
De Trincas a 13 de Fevereiro de 2012 às 20:40
Partir montras não direi mas partir algumas cabeças até que dava jeito... assim a modos que responder à violência do governo com um pouco mais de vigor. Olho por olho, percebe?


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