Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Forte Apache

François Plat-pays

José Meireles Graça, 01.03.12

As pessoas de esquerda têm crenças estranhas: não adianta fazerem doutoramentos em Economia, terem experiência de vida e conhecimentos de História, serem simpáticas e inteligentes, bem-sucedidas, e gerirem ou terem gerido empresas - acham sempre que os investimentos na mão do Estado e na mão de empresários têm a mesma probabilidade de sucesso.

 

Nos casos mais graves e difíceis de tratar, infelizmente pandémicos, o mecanismo da criação de riqueza escapa-lhes, e por isso acreditam que em tirando aos ricos para dar aos pobres ficam todos remediados.

 

A este senhor, por exemplo, não lhe falem de evasão fiscal, expatriação de capitais, retracção do investimento e tiros nos pés - ele não sabe nada disso. Sabe que se um tem 5 franguinhos e outro só um, em repartindo equitativamente apanham uma barrigada de cabidela. Agora quem criou os pitos, e se está disposto a criar mais, isso ele não tem vagar para pensar.


Senhores destes dá-se um pontapé numa pedra e aparecem vários. E chegam ao Poder, e fazem estragos, e não aprendem nada.


Mas isso é lá com os Franceses. Eles têm turismo, champanhe, perfumes, queijos e a Renault. Depois do devaneio e dos prejuízos caem na real e a terra é rica.


Mas à cabeça da "Europa" da política fiscal comum, dos orçamentos comuns e das tolices comuns pode chegar gente desta - já lá estão, à espera de vez.


Separados como estamos desde antes da queda do Império Romano do Ocidente, há sempre algum regime em algum lugar a fazer asneiras; e algum regime em algum lugar a adiantar-se no "concerto das Nações" - a existência do concerto das Nações é, ao contrário do que se diz,  a melhor garantia de não virmos a ter muitas nações sem conserto.


Quem avisa amigo é.

15 comentários

Comentar post