Terça-feira, 6 de Março de 2012
por José Meireles Graça

Às vezes tropeça-se num texto e diz-se: É isto!


De certo modo é uma chatice: se o que queríamos dizer já foi dito antes, e melhor, então a gente anda a fazer aqui exactamente o quê?


Ao menos, ao menos, acrescento por minha conta que a propriedade pública de bancos não deixou boa memória, nem o único banco público que existe se tem distinguido recentemente quer pela lucidez da gestão quer pelos resultados - alguma coisa teria que ser feita para nos pôr ao abrigo de aventureiros, incompetentes e malfeitores.

 

Ah, e a Lei nº 2105, de 6 de Junho de 1960, bem podia servir de inspiração para a maneira correcta de tratar os gestores da banca. E como o nosso País deixou de ser independente e o Banco de Portugal não emite moeda, é claro que o apoio do BCE deveria, para este efeito, ser considerado equivalente a apoio do Estado Português.

 

Não vai suceder - nem me dou ao trabalho de explicar porquê.

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