Quarta-feira, 25 de Abril de 2012
por Vasco Campilho

Nem de nenhum aglomerado, arruamento ou edifício que dele se pretenda apropriar. O 25 de Abril é do povo inteiro, ou então nada significa. Esta evidência nunca foi compreendida - evidentemente - por quantos consideram que o povo deve ser monoliticamente dirigido por um partido em nome de uma classe social: esses continuam a arreganhar os dentes a quem ousa entrar no que consideram ser o seu quadrado, mas enfim, a Leste nada de novo.

 

 

O que entristece é ver representantes da esquerda democrática - a mesma que os comunistas gostariam de escorraçar dos desfiles comemorativos - a dar razão aos que à direita não vêem na data que tornou possível a Liberdade e a Democracia outra coisa senão aproveitamento partidário e condicionamento ideológico. Por mim, esteja onde estiver, continuarei a chamar meu ao 25 de Abril de 1974 e pátria ao Portugal que se lhe seguiu dia após dia nos últimos 38 anos. Porque não há machado que corte / a raiz ao pensamento.

 

Leitura complementar: Com cravos, sempre!


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2 comentários:
De O Rural a 25 de Abril de 2012 às 10:11
Chegaram a deportar para os Açores o próprio comandante do Largo do Carmo.
O Grande Salgueiro Maia.
Que nunca aceitou pertencer à Associação dos capitães de Abril.


De k. a 26 de Abril de 2012 às 11:10
Estamos a falar do Salgueiro Maia cuja reforma por Serviços Prestados à Patria foi negada pelo Cavaco (que a concedeu a dois ex agentes da PIDE)?


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