Quarta-feira, 25 de Abril de 2012
por Fernando Moreira de Sá


tiro de Fernando Moreira de Sá
tiro único | comentar | gosto pois!

8 comentários:
De l.rodrigues a 25 de Abril de 2012 às 19:47
Não?


De Praetor a 25 de Abril de 2012 às 20:13
Excelente! Muito obrigado! Houvesse serviço público e tal passaria em horário nobre. Mas há muito medo...Como em tudo, um Portugal liberal apartir de 50s tinha sido outra história. É difícil, contudo, não ficar deprimido e desanimado, face à mediocridade política anterior e tb actual.
Uma levíssima réstia de esperança por estarmos integrados num mercado comum europeu. Mas não muita.

Cumprimentos


De da Maia a 26 de Abril de 2012 às 00:47
Bom sinal ter colocado aqui o link, era fácil não colocar por vir doutro quadrante político. O documentário é bom, mas tem partes que se misturam, ficando obviamente enviesado.

Há, no entanto, um ponto importante que deveria merecer toda a atenção: - quando se diz que "as indústrias precisavam até de autorização do Estado para comprar máquinas novas!"

Isso ilustra bem que o documentário não trata dos "donos de Portugal", trata sim dos "capatazes de Portugal". Por isso, o documentário trata de uma parte do problema - a manifestação visível dos capatazes que actuam em Portugal, mas esquece largamente os invisíveis "donos externos".

Sem isso, misturam-se as concessões que atravessam séculos, com os chico-espertos bem sucedidos.
Podem até ter manifestações idênticas, mas não frequentam os mesmos círculos.
Aliás, essa filiação externa, transparece na forma como foram acarinhados alguns no período de travessia do deserto provocado pelo PREC.

Assim, o documentário mostra bem o atraso industrial, mas fica coxo ao não dar nenhuma razão lógica para isso. Percebem-se as sucessivas orientações para que isso não acontecesse... as últimas vieram da Europa, e por isso nada têm a ver com vontades nacionais, mas sim com cumplicidades nacionais para o não-desenvolvimento interno.


De Teresa b. Moniz a 26 de Abril de 2012 às 11:19
Obrigada por ter colocado aqui este documentário que perdi. Seja que "quadrante político" o tenha realizado, gostei de ver e considero Fernando Rosas um historiador com visão honesta dos factos. Também gostei de ver, em breve passagem, o meu saudoso pai. Não estava à espera, porque ele não foi "dono de Portugal", e a obra da sua vida, o seu "orgulho", foi nacionalizada, jamais devolvida, e alienada em prol duma família de gente nojenta, essa sim, malabaristas desconhecidos até ao 25/4, e que vivem da política há mais de 30 anos, grandes contribuintes para o estado de miséria em que o Estado e o país, se encontram. Não podia deixar de dar este "tiro". E obrigada, Fernando Moreira de Sá.
Teresa Botelho Moniz


De jfd a 26 de Abril de 2012 às 14:47
Eu gostei do que f. disse sobre isto nos jugulares.
E lá lho disse.
Que se passa?!?!

http://jugular.blogs.sapo.pt/3217447.html


De Fernando Moreira de Sá a 26 de Abril de 2012 às 14:56
Por acaso também concordo com o que ela escreveu e comentei o mesmo em casa ao ver.

Até em termos técnicos - algumas passagens até eu, amador, faço melhor com o meu "cut pro"...

Depois, praticamente só o Fernando Rosas é pouco, muito pouco. Pareceu, sem ofensa, comodismo do autor...

Porém, não deixa de ser um ponto de partida e, sublinho, não deixa de ser corajoso.


De jfd a 26 de Abril de 2012 às 15:02
Agora só falta vires para o glorioso! ;)


De Fernando Moreira de Sá a 26 de Abril de 2012 às 15:07
Mas eu já sou do glorioso F.C. Porto :))))


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