Quarta-feira, 21 de Setembro de 2011
por Pedro Correia

A entidade de "supervisão" bancária nada viu, nada escutou e nada disse em tempo útil sobre o "colossal desvio" orçamental na Região Autónoma da Madeira. Não surpreende: é a mesma que durante cinco anos também  não conseguiu detectar o rombo no BPN. Aceitam-se reclamações. Mas é favor endereçá-las ao BCE. Não ao Banco de Portugal, onde o inquilino agora é outro.

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tiro de Pedro Correia
tiro único | gosto pois!

De carlos fonseca a 22 de Setembro de 2011 às 22:36
Subscrevo a opinião de não competir ao BdP supervisionar as contas dos governos regionais - Madeira ou Açores. Igualmente confirmo que foi o TC a detectar as irregularidades e foi por aí que BdP e INE obtiveram a informação.
Parece-me relevante destacar que, em função do programa do memorando da 'troika', foi cometida ao BdP a missão de arrolar toda a informação relacionada com os objectivos traçados para as finanças públicas. E o BdP cumpriu a tarefa, i.e., teve conhecimento pelo TC e manifestou-se, dentro do estatuto que temporariamente a 'troika' lhe atribuíu.
Autonomia regional é mesmo autonomia até nas contas públicas e o Alberto João não abdica nem de um pedaço. Desde sempre. Ainda agora Catroga o acabou de reconhecer em entrevista à RTP.


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