Quarta-feira, 21 de Setembro de 2011
por Pedro Correia

A entidade de "supervisão" bancária nada viu, nada escutou e nada disse em tempo útil sobre o "colossal desvio" orçamental na Região Autónoma da Madeira. Não surpreende: é a mesma que durante cinco anos também  não conseguiu detectar o rombo no BPN. Aceitam-se reclamações. Mas é favor endereçá-las ao BCE. Não ao Banco de Portugal, onde o inquilino agora é outro.

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tiro de Pedro Correia
tiro único | gosto pois!

De André Salgado a 22 de Setembro de 2011 às 17:39
Pedro, que grande confusão que por aí vai sobre as competências de supervisão do BdP e sobre a natureza da sua intervenção estatística nesta diligência sobre as contas da Madeira.
Mas percebe-se a tentativa reciclada: Se Constâncio - presume-se que por ser "socialista" - foi o responsável pela roubalheira do BPN (e não quem de facto a cometeu - presume-se, também, por serem respeitáveis barões social-democratas), é natural que seja igualmente responsável pelo buraco na Madeira (mesmo que as suas atribuições de supervisão em nada se relacionem com as contas da região e que tenha sido o governo regional a escondê-las deliberadamente, vangloriando-se disso). É fácil e dá milhões.


De Pedro Correia a 22 de Setembro de 2011 às 18:04
Ainda bem que o BP pós-Constâncio teve essa "intervenção estatística", André. Caso contrário as contas madeirenses continuariam a ser impunemente marteladas. Quanto ao caso BPN, todos sabemos o que foi a "supervisão" do BP. Nem vale a pena acrescentar mais nada.


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