Quarta-feira, 21 de Setembro de 2011
por Pedro Correia

A entidade de "supervisão" bancária nada viu, nada escutou e nada disse em tempo útil sobre o "colossal desvio" orçamental na Região Autónoma da Madeira. Não surpreende: é a mesma que durante cinco anos também  não conseguiu detectar o rombo no BPN. Aceitam-se reclamações. Mas é favor endereçá-las ao BCE. Não ao Banco de Portugal, onde o inquilino agora é outro.

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11 comentários:
De Pedro Correia a 22 de Setembro de 2011 às 15:36
Pois não. Mas a verdade é que o buraco madeirense foi detectado pelo Banco de Portugal (este, não o outro) e pelo INE:
aeiou.visao.pt/ine-e-banco-de-portugal-acusam-madeira-de-esconder-buraco=f622699


De Tiago a 22 de Setembro de 2011 às 16:13
Mas o que é que uma coisa tem a ver com outra?


De Pedro Correia a 22 de Setembro de 2011 às 16:15
Nada, claro.


De António Parente a 22 de Setembro de 2011 às 16:25
O buraco não foi detectado nem pelo Banco de Portugal nem pelo INE mas sim pelo Tribunal de Contas. De acordo com o comunicado conjunto do INE e do BdP, foi a publicação do relatório do Tribunal de Contas em Abril deste ano sobre as contas da Madeira que levou o BdP e o INE a desenvolverem diligências, na sua qualidade de autoridades estatísticas, para apurarem se os dados estatísticos enviados pelas autoridades regionais estavam correctos.

As funções de recolha estatística são diferentes das funções de supervisão. Não devem ser confundidas. A qualidade das estatísticas fornecidas pelas entidades públicas depende da cooperação e da forma fidedigna como são transmitidas essas informações. Por isso, o ónus desta situação deve ser apontado, totalmente, ao governo regional da madeira.


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