Domingo, 20 de Maio de 2012
por Maurício Barra

- Agradeço terem arranjado tempo para nos reunirmos  aqui, a estas horas...

- Mas o que se passa? Têm alguma cacha? Há alguma “coisa” que deve ser explorada?

- Sobre isso falamos depois. O que se passa agora é mais grave?

- Grave?

- Sim, grave. Já passou um ano depois das eleições, este governo está a aplicar o que a troika e a Merkel lhe diz, o desemprego aumenta, aumentam os impostos, tiram subsídios de férias e da Natal, e continua tudo na mesma. A cada sondagem continua tudo na mesma...

- Mas...

- É preciso passar ao ataque directo. Isolar um ministro, massacrá-lo, levá-lo a perder a paciência, a abrir flancos...

- Eh pá, isso é mais fácil de dizer do que fazer. Com o Álvaro acabou por não dar resultado.

- Estamos num momento em que não podemos desistir. Há condições objectivas para pôr este governo na rua: a eleição do Hollande, os nossos irmãos que podem ganhar na Grécia, agora é o momento.

- Mas o que propões?

- O Ministro com pior imagem é o Relvas. Arranjem qualquer coisa que o possa atingir, que venha do passado e... olha, arranjem qualquer coisa relacionada com a imprensa. Conseguimos pôr todos a malhar no gajo. O porta-aviões até é capaz de pôr isso na primeira página. E na Assembleia também apertamos com ele.

- Bom, vamos ver o que podemos fazer. Mas lembrem-se que a Directora está a ser apertada. O jornal dá cada vez mais prejuízo, algumas coisas que fizemos deram nas vistas...

- Agora não podemos estar com rodriguinhos. E se dá prejuízo, o rico que pague a crise! 

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