Quinta-feira, 24 de Maio de 2012
por Rodrigo Saraiva

Miguel Relvas foi acusado de duas coisas. De fazer pressão e de ameaçar. São duas coisas distintas.

 

A segunda, que era baseada num qualquer conhecimento de factos da vida pessoal da jornalista, era grave e ficou esclarecida que não aconteceu.

 

A primeira não consigo perceber onde existe erro ou gravidade. Quem entra no “jogo mediático” deve estar capaz de lidar com pressões. De fazer e de receber. Mas mais uma vez lá se está a dar um sentido pejorativo a uma palavra. Portugal no seu melhor. Ainda na semana passada fui pressionado por uma jornalista. Para fazer uma reportagem teria que ter um exclusivo de outra notícia. Gostei? Não. Mas tive que jogar.


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5 comentários:
De Filipa Rilhas Reis a 24 de Maio de 2012 às 17:34
Isso tudo.

Mas há aqui qualquer coisa que não faz sentido.

1- Não se publica a noticia do Relvas no Publico, por nao ser relevante e não trazer nada de novo, conforme vinha em comunicado.

2- No entanto a directora diz à ERC que o Relvas ligou a pressionar para não se publicar a noticia. A mesma que a própria diz não ser relevante.

3- Então o Relvas liga a pressionar e a ameaçar uma jornalista que tem em mãos uma noticia assim. Irrelevante.

Perdão?

Estou há duas horas a tentar perceber isto.


De Rodrigo Saraiva a 24 de Maio de 2012 às 18:03
fosse só este "caso" que não fizesse sentido ...


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