Domingo, 27 de Maio de 2012
por jfd

Muito se escreveu sobre o Ministro Relvas. Foi chão que deu uvas pelas bandas de f. e companhia e outros sitios.

Foi chamariz de pasquim de fim-de-semana.

Muito se passou durante estas duas semanas, de importante, tendo ficado relevado para segundo plano.

Não fosse a persistência deste Ministro pela privatização da RTP e a sua mão forte na Reforma Autárquica e outras que tais, nada disto se passaria.

Além do que, um jornal com guerras internas tem de se decidir ao que vem e ao que está perante seus leitores.

Na espuma dos dias passa o importante e o ainda mais importante e aproveita-se para criar um caso onde não existe, como se de repente tivéssemos nós em Portugal jornalistas que não reportassem por si próprios, como assim se prova, felizmente no dia-a-dia.

Era o que faltava não poder dizer que se deixaria de se falar com esta ou aquela fonte. 

O jogo é de todos, não apenas de a quem o convém jogar. Certas indignações só me dão vontade de rir pela oportunidade e razão de ser!

Palhaçada. É o que digo.

E a revolta, centrada numa pessoa forte, não passa disso. Que siga o Ministro com a sua agenda. Como tenho vindo a dizer, é uma agenda de futuro com olhos no horizonte. Não se poderá distrair com aquilo que é acessório.

Afinal de contas, o primeiro Governo que de facto governa com convicção e ideologia desde a democracia, teria de ter casos, casinhos e coisinhas.

Aquilo que sempre foi é poderoso. Demais. Mas há-de cair a bem de todos nós. Que se danem!

Disse.


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7 comentários:
De Ricardo Campelo de Magalhães a 27 de Maio de 2012 às 11:44
Por um trilião (europeu) de motivos é importante atacar o Relvas. Esta questiúncula é uma oportunidade como outra qualquer. Se todos se lembrassem de como era há 1 ano atrás, estavam todos tão calados como o Bloco de Esquerda.
ps: Alguém sabe porque está tão calado o Louçã? É estranho no estilo dele...


De jfd a 27 de Maio de 2012 às 11:53


De Daniel João Santos a 27 de Maio de 2012 às 14:12
acho extraordinário como é que aqueles que criticavam o anterior executivo pela sua ingerência na comunicação social, agora defendem que não se passa nada e que tudo isto é espuma dos dias. Tenho a certeza que estivermos onde estivermos a nossa posição sobre as liberdades e garantias deve ser sempre a mesma.


De jfd a 27 de Maio de 2012 às 15:51
Daniel obrigado pelo comentário.
Refere-se a algum texto meu?


De Daniel João Santos a 28 de Maio de 2012 às 19:14
não. Estou a generalizar aquilo que tenho lido por ai.


De M. Martins a 27 de Maio de 2012 às 22:07
Mas do essencial não fala. Fale das secretas. vá lá...


De jfd a 29 de Maio de 2012 às 13:31
Ok obrigado


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