Segunda-feira, 4 de Junho de 2012
por Maurício Barra

«Por qualquer misteriosa razão o jornalista é um ser incólume e intocável, que nunca pode ser nem negado, nem desmentido, nem contrariado mesmo quando diz uma inverdade ou age por transparente má-fé. Enquanto de uma forma geral a classe política é para condenar liminarmente». Maria João Avillez

( fala quem sabe )

 

« Esta boa gente acha que basta dizer "vamos crescer" para que o PIB comece a dar pulinhos de contentamento.» Henrique Raposo

( no socialismo, a realidade é substituída pelos amanhãs que cantam)

 

"Quando o poder reside na detenção e gestão do segredo e na sua eventual comunicação, já não estamos em "democracia", estamos naquilo que, à falta de melhor, se pode designar por "bufocracia". Paulo Rangel

( neste caso, com uma ajuda Expressa e Pública )

 

« O Bloco de Esquerda grego já tem luta para o verão: diz ter a marca registada e vai exigir aos ingleses que paguem pelos Jogos Olímpicos.» Fonseca Ferreira

( de facto, estes senhores são especialistas em argoladas )

 

« no Vaticano, o suspeito do crime é o mordomo.»

( hummm ! o mordomo ? )

 

« Ordenados da EDP não têm implicação na factura da electricidade» António Mexia

( pois não, são os prémios por objectivos ) 


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