Quarta-feira, 6 de Junho de 2012
por Luís Naves

 

Tem toda a razão, o João Tordo, no que escreve neste post. Infelizmente, o contemporâneo é desprezado pelos intelectuais, apesar de ser sobrestimado pelos media, sendo esta última frase um acrescento meu. À cultura do efémero não interessa o clássico e às elites só interessa o clássico. Julgo que uma das razões para o problema levantado por João Tordo tem a ver com a dificuldade de interpretar as obras contemporâneas e a elevada probabilidade do intelectual não perceber a relevância de determinada obra. 

No seu excelente blogue Horas Extraordinárias, Maria do Rosário Pedreira tem feito muito pela divulgação do trabalho de novos autores. É uma referência na blogosfera.

Em O Escafandro, José António Abreu escreve sobre Praga. Muito interessante.

O autor faz parte da equipa de Delito de Opinião, um dos blogues excelentíssimos, e de onde destaco esta análise de Pedro Correia.

Luís M. Jorge é outro dos autores do Delito, mas pode ser lido aqui a solo. Vida Breve, um blogue que costuma ser impiedoso em relação às nossas hipocrisias e omissões.

Francisco Seixas da Costa, em Duas ou Três Coisas, faz uma forte (e justa) criítica aos media. Acrescento um pequeno comentário à história: alguns políticos têm consciência deste facto e conseguem manipular as entrevistas, dando títulos aos jornalistas.

João Miranda levanta em Blasfémias uma questão pertinente.

E ainda a ligação a um excelente blogue, Entre as Brumas da Memória, de Joana Lopes.

 

 

 

 


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