Domingo, 24 de Junho de 2012
por Pedro Correia

No campeonato da cobertura do Euro 2012 pelas televisões portuguesas é já possível dizer que a equipa campeã é a da RTP. Com as melhores reportagens, as melhores peças de bastidores, as melhores análises, os melhores comentadores. Sempre num tom afável, empático, coloquial. Sem recorrer ao execrável futebolês que chegou a estar em voga noutras fases finais de grandes competições futebolísticas pela voz de protagonistas que desta vez rumaram a outras paragens.

Fica aqui o merecido elogio à equipa da televisão pública, que inclui António Esteves como pivô, Hugo Gilberto como repórter na Ucrânia, Helder Conduto como narrador dos jogos, Álvaro Costa com as suas divertidas "janelas digitais" e um naipe de comentadores de luxo dos quais destaco António Tadeia, Bruno Prata e o multifacetado Carlos Daniel. Comentadores que gostam de futebol, percebem de futebol e sabem transmitir em português fluente os seus conhecimentos aos telespectadores que têm acompanhado este Europeu com crescente expectativa. As entrevistas exclusivas a Fernando Santos (por telemóvel, ainda no autocarro da comitiva grega, logo após a vitória contra a Rússia) e Pepe foram exemplos de peças que merecem aplauso.

No jornalismo também é possível marcar golos. A RTP tem provado isso.


tiro de Pedro Correia
tiro único | gosto pois!

De weber a 24 de Junho de 2012 às 11:59
Só posso, mesmo, é estar de acordo consigo.
Pode-se chamar, ao que descreveu, "serviço público" de qualidade?
Abraço.


De Pedro Correia a 24 de Junho de 2012 às 12:19
Pode sim, meu caro (passe a redundância, já que o serviço público deve - ou devia - ser sempre de qualidade).
Registo com agrado a sintonia. Um abraço.


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